Um texto pertinente de Daniel Piza

14 de junho de 2009 por Mauricio Serafim
Categorias: cultura, educacao, vida

Sabe aquele texto que você gostaria de ter escrito? O texto de Daniel Piza de hoje é um deles. Aborda muitos pontos que para mim são caros, como a preocupação com a desvalorização da “cultura geral” e da cultura ocidental. Apenas para você ter uma idéia do que meu entusiasmo com o texto, segue um pequeno trecho:

Inteligência, claro, também parece tão fora de moda quanto usar chapéus. Programas de TV e revistas falam o tempo todo em “tipos de inteligência” ou em “inteligência emocional”, mas não conseguem disfarçar o sabor de vingança que sentem com esse desprestígio do raciocínio articulado, formado por leituras atentas. E desvincular inteligência e cultura é outra tática que só serve ao conservadorismo dos nossos tempos, ao consumismo sentimental que emana da mídia sem parar. Sim, há pessoas que leram muito e continuam burras, mas isso porque leem burramente… O difícil é querer que as pessoas realmente inteligentes não sejam curiosas por natureza, atraídas pelo conhecimento porque sabem que sem ele não há equipamento mental que se aprimore.

Você pode ler o texto completo aqui.

Uma abordagem da felicidade

7 de junho de 2009 por Mauricio Serafim
Categorias: comportamento, cultura, filosofia, religiao, vida

Estética da verdade

7 de junho de 2009 por Mauricio Serafim
Categorias: academia, ciencia, vida

[...] Mas qual a relação da matemática com a beleza? Matemáticos e físicos atribuem beleza à teoremas e teorias, criando uma estética da “verdade”. Os mais belos são aqueles que conseguem explicar muito com pouco.

Quando possível, os teoremas e teorias mais belos são também os mais simples; dadas duas ou mais explicações para o mesmo fenômeno, vence a mais simples. Esse critério é conhecido como a “lâmina de Ockham”, atribuído a William de Ockham, um teólogo inglês do século 14.

Einstein, dentre outros, era um defensor da beleza como critério de verdade em teorias científicas: uma teoria tem que ser bela para estar correta. E, sem dúvida, muitas dela são, ao menos de acordo com critérios de elegância e simplicidade na matemática.

Para os que creem na matemática como linguagem universal, essa estética leva à existência de uma única verdade. Acho isso preocupante, pois me soa como ecos de um monoteísmo judaico-cristão, uma infiltração religiosa, mesmo que sutil e metafórica, nas ciências. Melhor é defender a matemática e a beleza como nossa invenção. Criamos uma linguagem para descrever o mundo, que não podemos deixar de achar bela.

Trecho do artigo de Marcelo Gleiser na Folha de S.Paulo.

20 anos do massacre na Praça da Paz Celestial

4 de junho de 2009 por Mauricio Serafim
Categorias: civismo, politica, sociedade, vida

20 anos do massacre na Praça da Paz Celestial

Apenas para não esquecer.

Fim de tarde em Floripa

23 de maio de 2009 por Mauricio Serafim
Categorias: arte, vida

Fim de tarde em Floripa

Foto tirada pela minha amiga Lu de um fim de tarde em Florianópolis. Como se diz por aqui, “côsa linda”!

Que o ano novo seja como esta dança

1 de janeiro de 2009 por Mauricio Serafim
Categorias: arte, vida

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Via Nariz Gelado.

Feliz Natal!

23 de dezembro de 2008 por Mauricio Serafim
Categorias: vida

Feliz Natal!

Que o Amor renasça radiante nos nossos corações como única estrela da nossa vida.

 Chiara Lubich

 

Desejo a tod@s @s leitor@s desse blog um Feliz Natal e um ótimo início de 2009!

Pelos direitos das crianças indígenas

22 de dezembro de 2008 por Mauricio Serafim
Categorias: cultura, sociedade, vida

Pelos direitos das crianças indígenas

“Ela foi enterrada viva porque seu povo achava que ela não tinha alma. Foi desenterrada por seu irmão no último momento. Depois disso, foi obrigada a viver banida de sua tribo por três longos anos até que a enfermidade e a rejeição a levaram mais uma vez para à beira da morte…

Esta é a história de Hakani, uma das centenas de crianças destinadas a morrer a cada ano entre os mais de 200 povos indígenas brasileiros. Deficiência física ou mental, ser gêmeo ou trigêmeo, nascer de uma relação extra-conjugal – todas essas são consideradas razões válidas para se tirar a vida e de uma criança. 

Um número crescente de indígenas estão se levantando para combater essa prática. Mas quando eles procuram ajuda de algumas autoridades brasileiras, eles ouvem que as leis nacionais e internacionais não se aplicam às suas crianças, e que preservar a cultura é mais importante que preservar vidas individuais. Essas atitudes vão claramente contra a Constituição Brasileira e contra a legislação internacional, que declaram que os direitos da criança jamais podem ser sacrificados pelo bem do grupo.

Apresentando sobreviventes do infanticídio, assim como aqueles que os resgataram, Hakani é um documentário dramático que conta a história verdadeira da jornada de uma menina em busca da liberdade e a luta de um povo para encontrar uma voz – uma voz pela vida.”

Texto do documentário Hakani da ONG ATINI que luta pelos direitos das crianças indígenas e contra o infanticídio praticado por algumas tribos de índios brasileiros. Via Política Levada a Sério.

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