Felicidade e ciência

23 de novembro de 2009 por Mauricio Serafim
Categorias: academia, vida

Felicidade e ciência

“Somente nos últimos seis meses, foram divulgados 27.335 estudos e artigos publicados em revistas científicas abordando de aspectos bioquímicos até aspectos psicológicos sobre felicidade”

Trecho da reportagem que mostra o crescente interesse da ciência pelo tema. Acesse aqui.

Desejar ser

15 de novembro de 2009 por Mauricio Serafim
Categorias: vida

“A mais poderosa inclinação, e o maior apetite do homem, é desejar ser. (…) Não está o erro em desejarem os homens ser; mas está em não desejarem ser o que importa.”

Padre Antônio Vieira, Sermão de Todos os Santos, no Convento de Odivelas, 1643.

Via De Rerum Natura.

Internet e intimidade

14 de novembro de 2009 por Mauricio Serafim
Categorias: academia, ciencia, sociedade, tecnologia, vida

Gostei da palestra do TED de Stefana Broadbent e sua interpretação de como a Internet possibilita nossa intimidade nas instituições, principalmente ao permitir que possamos nos comunicar com as pessoas de quem gostamos no nosso ambiente de trabalho. De uma certa forma, a tecnologia está nos dando a liberdade de furarmos o bloqueio que a burocracia moderna estabelece a nossa vida privada.

Uma boa reflexão aos estudiosos das instituições, organizações e da burocracia.

Via Doosiê Alex Primo.

Sociologia econômica em luto

27 de outubro de 2009 por Mauricio Serafim
Categorias: academia, vida

Sociologia econômica em luto

Cecile Raud, professora do Departamento de Ciências Sociais da UFSC, fará muita falta.

Cecile era francesa de nascimento e faleceu na tarde desta terça-feira, dia 27, em Florianópolis. Integrava o corpo docente do Departamento de Sociologia e Ciência Política da UFSC.

Autora de primeira grandeza da Sociologia Econômica no Brasil, seus temas de estudo eram Estado, Mercado, Empresariado e Sistema Financeiro, Meio Ambiente e Desenvolvimento Rural e Urbano.

Coordenava o Núcleo de Estudos Sociológicos do Mercado (Nusmer) www.nusmer.ufsc.br e integrava o corpo docente da Pós-graduação em Sociologia Política (PPGSP). Também era pesquisadora do Núcleo Interdisciplinar em Sustentabilidade e Redes Agroalimentares.

Graduou-se em Ciências Econômicas e Comerciais pela École Supérieure des Sciences Economiques et Commerciales (ESSEC), França, onde também obteve o mestrado. Seu doutorado foi em Sociologia do Desenvolvimento pela École des Hautes Etudes en Sciences Sociales (EHESS), França.
Fez dois Pós-Doutorados: em Sociologia, na Université de Paris IX, Paris-Dauphine (U.P. IX), França, e em Sociologia Econômica e Política, na Wageningen University (WUNI), Holanda.

Fonte: Agecom/UFSC

Tango

3 de outubro de 2009 por Mauricio Serafim
Categorias: arte, vida

Tango

Um casal de dançarinos durante a inauguração do 2009 Tango World Championship em Buenos Aires (AP Photo/ Natacha Pisarenko). Mais fotos de Tango aqui.

Lançamento do Centro Ruth Cardoso

10 de setembro de 2009 por Mauricio Serafim
Categorias: academia, sociedade, sociologia, vida

A Alfasol (Alfabetização Solidária) lançará no próximo dia 18 um centro de pesquisas e eventos em homenagem à ex-primeira-dama Ruth Cardoso (1930-2008). As atividades serão concentradas em um prédio na rua Pamplona, nos Jardins (zona oeste de São Paulo), que será batizado com o nome da antropóloga. Haverá também um espaço que irá expor parte do trabalho de Ruth Cardoso, mulher do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB).

A visitação será aberta dentro de oito meses a um ano, após reforma do prédio. As atividades de pesquisa e seminários começam já neste mês. Haverá parcerias com centro de estudos de universidades, como os da USP (Universidade de São Paulo).

A primeira investigação será sobre o comportamento dos jovens que vivem em regiões metropolitanas do país, além da oferta de políticas públicas e privadas a essa população. O projeto foi iniciado pela própria ex-primeira-dama e deverá durar oito meses.

Também estão previstos seminários temáticos, com assuntos como sustentabilidade, que darão origem a cadernos com textos para discussão.

“Há a necessidade de uma organização histórica do trabalho que a doutora Ruth deixou. Mas também abordando discussões para o futuro”, afirmou a superintendente da AlfaSol, Regina Esteves.

A ex-primeira-dama era bacharel em ciências sociais pela Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP.

A AlfaSol e as outras quatro organizações que a antropóloga criou -Unisol, Artesol, Capasol e Comunitas – também funcionarão no local, com projetos integrados. No prédio, de cinco andares, deverão trabalhar cerca de 130 pessoas.

Segundo Esteves, o centro está sendo custeado com contribuições de empresas ou pessoas que possuíam afinidade com Ruth Cardoso, como Antônio Ermírio de Moraes e a família Safra. Os recursos provenientes da obra “Livro de Ruth” (Imprensa Oficial) também são utilizados no projeto.

Fundada em 1996, a Alfabetização Solidária capacitou 254 mil alfabetizadores e atendeu 5,5 milhões de alunos e adultos em 2.433 municípios.

Folha de SP, 10/9/2009. Via Jornal da Ciência.

Sem concepção de vida

8 de setembro de 2009 por Mauricio Serafim
Categorias: cultura, filosofia, vida

Confesso: eu não tenho uma concepção de vida, sou um coitado. Vejo a vida como Pepi, a faxineira do romance de Kafka “O Castelo”. Pelo buraco de uma fechadura, vejo a vida e seus muitos vultos aos pedaços, arrastando-se pelas paredes. A duras penas pressinto suas formas. Muitas vezes estremeço quando as pressinto mais agudamente.

Já tentei ter uma concepção de vida, mas desisti e hoje, como diz o filósofo romeno Cioran (século 20), eu acho que grande parte dos problemas do mundo advém da praga que é todo mundo querer ter uma concepção de vida. Quando estou diante de alguém que tem uma concepção de vida, recuo assim como quem recua de um predador. A certeza acerca do que seja uma vida plena me apavora. Antigamente apenas alguns poucos eram tomados por esta febre, mas hoje, como vivemos no mundo das grandes quantidades, todos se acham no direito de ter concepções de vida.

A indiferença faria do mundo, talvez, um lugar melhor. Mas sei que isso é difícil de ser compreendido por quem se vê como um agente do bem, a partir de seu pequeno apartamento de classe média, ao som de seu programa alegre de domingo. Quem assim se vê normalmente não tem qualquer piedade.

Luiz Felipe Pondé, em mais um de seus textos provocadores. Leia-o na íntegra aqui (assinantes).

Oswaldo Montenegro – Metade

29 de agosto de 2009 por Mauricio Serafim
Categorias: arte, musica, vida

Enviado por Fabíola. Letra inspirada e inspiradora.

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