Lutar com pessoas de bem

25 de abril de 2012 por Mauricio Serafim
Categorias: vida

É melhor lutar com pessoas de bem do que subjugar as más. Não há como dar-se bem com a vilania, pois ela não se sente no dever de se portar corretamente, nem convém tratá-los com fidalguia, pois não entendem o que é honradez. Eis por que não existe amizade verdadeira entre vilães. Evitem quem não tem honra, pois, se não se preza a honra, não se preza a virtude.

Baltasar Gracián (1601-1658).

Mulheres equilibristas – Palestra hoje na ACIF com Adriana Loch

21 de março de 2012 por Mauricio Serafim
Categorias: comportamento, cultura, vida

Recomendo!
Mulheres equilibristas   Palestra hoje na ACIF com Adriana Loch

 

Veja a entrevista de Adriana no programa Bom dia Santa Catarina:

 

 

Superação do teatro social para sermos nós mesmos

2 de março de 2012 por Mauricio Serafim
Categorias: vida

Do Youtube: Video institucional do Instituto Henrique Szklo (www.henriqueszklo.org) tratando das máscaras que usamos no convivio social e a necessidade de descobrirmos nossa própria essência.

Liberdade de espírito, antes de tudo

5 de janeiro de 2012 por Mauricio Serafim
Categorias: vida

Ao homem não é permitido adotar nenhuma ideologia, porque todas aspiram à preponderância, nem aderir a nenhum partido, porque o dever de todo partidário é ver, sentir e pensar partidariamente. Cumpre-lhe antes de tudo assegurar a si mesmo plena independência de pensamento e de ação, pois, sem liberdade, não pode haver justiça, a única idéia digna de ser o supremo ideal comum à sociedade humana.

Erasmo de Roterdã. Via Diplomatizzando.

Pensamento breve #1: Por que não concordo com o relativismo cultural

2 de novembro de 2011 por Mauricio Serafim
Categorias: comportamento, cultura, vida

Pensamento breve #1: Por que não concordo com o relativismo cultural

Porque o relativismo cultural se baseia no pressuposto de que todas as interpretações são válidas. Porém, se todas as interpretações são válidas, todas serão neutralizadas por não haver um princípio ordenador. É o típico “se tudo vale, nada tem valor”. Nesse caso, a crueldade – ou seja, proporcionar sofrimentos e humilhações físicas ou morais aos outros – também será moralmente neutralizada e seremos cúmplices da injustiça. A meu ver, o relativismo cultural incentiva a crueldade ao justificar o mal.

Qual seria o critério? O que foi vivido e testado por gerações e transmitido pela tradição em forma de sabedoria: não aceitar qualquer forma de crueldade.

Não sei ao certo, mas tenho a impressão que o relativismo moral é uma boa desculpa para não se comprometer. Você não precisa tomar partido de nada e estará sempre certo. É um lugar cômodo para se estar.

O que move é o amor

12 de outubro de 2011 por Mauricio Serafim
Categorias: tecnologia, vida

Dizem que você deve ter muita paixão pelo que faz, o que é absolutamente verdadeiro. E isso porque [a tarefa] é tão difícil que, sem paixão, qualquer pessoa racional desistiria. É realmente muito árduo. E é preciso persistir durante muito tempo. Assim, se você não amar a coisa, se não se divertir com ela, de fato não se empolgará e desistirá. E isso acontece com a maioria das pessoas. Se você olhar para as pessoas que realmente são ‘bem-sucedidas’ aos olhos da sociedade, e para aquelas que não o são, as que alcançaram o sucesso amavam o que faziam e eram capazes de perseverar quando a jornada se tornava mais dura. E as pessoas que não amavam o que faziam, entregaram os pontos, porque não são malucas, certo? Quem aguenta, se não for movido por amor? É muito aborrecimento, o tempo todo ― se você não amar o que faz, estará condenado ao fracasso…

Steve Jobs. 

Trechos (1): Duelo de banjos do filme Amargo Pesadelo (1972)

25 de agosto de 2011 por Mauricio Serafim
Categorias: arte, cultura, vida

Já não há mais lugar para honra e civismo – e não é de hoje

11 de agosto de 2011 por Mauricio Serafim
Categorias: ética, politica, vida

Outrora, um desonesto era algo incrível. E agora, um tipo verdadeiramente íntegro é visto como um prodígio. Quanto aos jovens, é melhor nem falar. Onde já vai o tempo em que era visto como um sacrilégio um jovem não se levantar perante um idoso? Em resumo, devoção, correcção, rectidão, palavra de honra, respeito, valor, civismo, património cultural, etc. Tudo isso desapareceu. (…) Já não há em Roma mais lugar para um bravo Romano.

Juvenal, séc. II d.C. Peguei daqui.

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