Como preparar um bom café

8 de junho de 2008 por Mauricio Serafim
Categorias: em_geral

2144610_1ad54759d9

Da Folha Online

Para preparar um bom café, é preciso ter a mãos ingredientes de qualidade e, claro, seguir algumas dicas de quem entende do assunto. Ouça aqui Silvia Magalhães, três vezes campeã brasileira de barista.

Empresa e religião (14)

12 de maio de 2008 por Mauricio Serafim
Categorias: empresa, informacao, religiao, sociedade

Igreja devolve doações de fiel que ficou na miséria

por Fernando Porfírio. Do site Consultor Jurídico.

A Igreja Universal do Reino de Deus está obrigada a devolver R$ 10 mil para a costureira Maria Pinho que lhe entregou todo seu patrimônio e hoje amarga a miséria. A decisão é da 4ª Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de São Paulo, por maioria de votos. Ainda cabe recurso.

Para o TJ paulista, “a liberdade de aderir a uma religião não constitui salvo conduto para que as igrejas recebam dádivas vultosas. O entendimento da turma julgadora foi o de que o Código Civil brasileiro impõe limite a doação e determina que quando ela é feita sem reserva de bens suficientes para a subsistência do doador é nula de pleno direito. Os julgadores destacaram que a decisão é um recado não só para a Universal, mas para todas as igrejas.

A costureira passou por várias igrejas evangélicas (Quadrangular, Batista, Presbiteriana, Internacional) até bater às portas da Igreja Universal do Reino de Deus, onde imaginou ter encontrado a resposta para suas angústias espirituais. Ela alegou que doou à IURD R$ 106.353,11, resultado da entrega de vários bens e da venda de dois imóveis.

Maria Pinho tinha uma pequena confecção que funcionava em sua casa. Ela disse que semanalmente entregava entre R$ 500,00 e R$ 700,00 para a igreja. Afirmou que trabalhava na limpeza de banheiros da igreja, na organização do local das missões e no auxílio de campanhas para atrair novos fiéis. A costureira afirmou, ainda, que acabou por vender as duas máquinas de costura que tinha, as ações de telefone e um apartamento no valor de R$ 20 mil. Comprou um outro apartamento por R$ 8 mil e entregou a diferença para a igreja.

Ela contou, também, que diante das pressões de pastores e das ameaças de que seria amaldiçoada por Deus caso desistisse de participar dos eventos da igreja, acabou vendendo o novo apartamento por R$ 15 mil e entregou um cheque administrativo nominal à IURD no valor de R$ 10 mil.

A ex-obreira afirmou que fez as doações na esperança de que as graças prometidas pelos pastores seriam alcançadas. Como isso não aconteceu, ela passou a viver em situação de miséria e arrependeu-se das doações que fez. Ela considera que foi vítima de armadilha, armação e cilada. Maria Pinho também disse que a receptação de seus bens foi um ato ilícito praticado pela Igreja Universal.

A turma julgadora reconheceu que a situação vivida hoje por Maria Pinho inspira piedade e compaixão. A mulher levava uma vida razoável e agora é uma indigente, sobrevivendo da misericórdia alheia. Nesse aspecto, segundo entendeu o relator sorteado, desembargador Ênio Zuliani, as provas são persuasivas. A igreja admite e confessa que recebeu doações da ex-fiel, mas a única prova material das oferendas que há é a emissão de um cheque de R$ 10 mil que foi compensado em julho de 1997.

Leia mais aqui. Via O Verbo.

Defesa de minha tese de doutorado

15 de fevereiro de 2008 por Mauricio Serafim
Categorias: administracao, ciencia, informacao

A estrada foi longa, muitas vezes tortuosa, mas a caminhada teve uma beleza incrível. Espero que eu tenha conseguido colocar um pitada dessa beleza na minha tese, que defenderei na próxima semana, dia 22 (sexta-feira), na FGV-SP. Os dados seguem logo abaixo. Aguardo todos vcs lá!

 

Título da tese: Sobre esta igreja edificarei minha empresa: Organizações religiosas e empreendedorismo.

Data e horário: 22/02, às 14h00.

Local de apresentação: FGV-SP, sala 1005.

Orientadora: Profa. Dra. Ana Cristina Braga Martes

Banca: Profa. Dra. Cecilia Loreto Mariz (UERJ), Dra. Ruth Cardoso (Comunitas), profa. Dra. Maria Rita Loureiro Durand (FGV-EAESP), e prof. Dr. Carlos Osmar Bertero (FGV-EAESP).

Resumo: Com esse trabalho me propus a abordar o seguinte problema de pesquisa: como as organizações religiosas incentivam o empreendedorismo e apóiam o empreendedor-adepto. A estratégia de pesquisa adotada foi o estudo de caso qualitativo e comparativo, e os dados foram coletados por meio de observação, entrevistas e pesquisa documental. Viu-se que, de modo geral, as estruturas religiosas das organizações investigadas – uma evangélica (Igreja Renascer em Cristo) e outra católica (Movimento dos Focolares) – formam um tipo especial de capital social, denominado nessa tese de capital espiritual – por meio de “fechamento” de redes sociais, organização social apropriável, obrigações e normas, canais de informações e redes religiosas de ajuda mútua – capaz de criar e sustentar recursos organizacionais – quais sejam, recursos culturais/simbólicos, espaços de formação, informação e apoio espiritual/motivacional – e que são mobilizados de modo a facilitar as ações de seus empreendedores. Tais recursos dão vantagens relativas a esses empreendedores por oferecerem benefícios tais como: tecnologias religiosas; apoio psicológico; redução dos custos da coleta e acesso à informação, de negociação e do estabelecimento de contratos; informações específicas e interpretadas de acordo com a visão de mundo religiosa; um sistema de significados que cria essa visão de mundo e sustentada pelas estruturas de plausibilidade, dando-lhes maior grau subjetivo de certeza, esperança e fé acerca de seus negócios; prestações de serviços técnicos por parte de membros da organização; desenvolvimento do capital humano devido à aprendizagem contínua por meio de cursos, seminários, palestras, congressos; trocas de experiência; e possibilidades de negócios, incluindo possíveis parceiros, fornecedores e clientes.

A estrada foi longa, mas foi uma bonita caminhada

14 de fevereiro de 2008 por Mauricio Serafim
Categorias: recortes

hdr-sunset_soon_forgotten

Nenhum país é uma ilha

17 de dezembro de 2007 por Mauricio Serafim
Categorias: recortes

A situação do Brasil hoje lembra a de 1973. Naquela época, enquanto a economia mundial entrava em crise, causada pelo primeiro choque do petróleo, o Brasil continuava com seus grandes planos de desenvolvimento econômico e se declarava “uma ilha de prosperidade”. Agora não temos planos, mas a idéia da ilha de prosperidade está em toda a parte, alimentada pelo provável crescimento de 5% neste ano, que, segundo previsões otimistas, deverá se repetir no próximo.

[...] Os Estados Unidos podem estar entrando em recessão. E um novo medo está tomando os mercados: o de que o dólar continue a cair e saia de controle”. Os bancos centrais estão fazendo o que podem para controlar a crise, baixando juros e injetando liquidez no sistema, mas é preciso não superestimar seu poder.

Enquanto isso, na nossa ilha de prosperidade, nós, brasileiros, celebramos nossas modestas (quando comparadas com a dos demais países emergentes) taxas de crescimento, esquecemos que nossa taxa de câmbio é insustentável a médio prazo e não damos atenção ao fato de que no último trimestre as importações subiram 20,4% sobre o mesmo período do ano passado, contra crescimento das exportações de apenas 1,8%. No momento em que pesam nuvens sombrias sobre a economia mundial, nossa irresponsabilidade é exemplar.

Trecho do artigo de Luiz Carlos Bresser-Pereira, na Folha de S.Paulo (acesse aqui).

Ainda não entendemos Darwin

8 de dezembro de 2007 por Mauricio Serafim
Categorias: defesa dos animais

“Não há diferença fundamental entre o homem e os animais nas suas faculdades mentais [...] Os animais, como o homem, demonstram sentir prazer, dor, felicidade e sofrimento.” Charles Darwin

Ainda não entendemos Darwin

Via Zoo.

Palestra na Udesc

18 de novembro de 2007 por Mauricio Serafim
Categorias: administracao, economia de comunhao, educacao, recortes

Palestra na Udesc

A Juliana me enviou esta foto de minha palestra sobre a Economia de Comunhão na Udesc de Balneário Camboriú, no dia 26 de outubro. A palestra foi uma das atividades da Semana de Administração Pública, organizada pelos próprios alunos. O prof. Heidemann (à esquerda), a quem tenho o maior apreço, me indicou para ser um dos palestrantes. Fui muito bem recebido e tive uma impressão ótima dos alunos: perguntas inteligentes e muito engajados no curso. Ainda reencontrei uma antiga colega de mestrado, a Patrícia, e conheci mais duas professoras muito simpáticas. Tenho certeza que o curso está em ótimas mãos e mentes.

No clima de feriado: cavalos cantantes

15 de novembro de 2007 por Mauricio Serafim
Categorias: musica, recortes

Este site (clique aqui) é daquele tipo inútil, mas simpático. Para montar o coral é preciso clicar sobre os cavalos cantantes.

Página 5 de 21« Primeira...23456781020...Final »