Como grandes líderes inspiram ação

27 de janeiro de 2012 por Mauricio Serafim
Categorias: comportamento, tecnologia

Compartilhe!
  • Como grandes líderes inspiram ação

Liberdade de espírito, antes de tudo

5 de janeiro de 2012 por Mauricio Serafim
Categorias: vida

Ao homem não é permitido adotar nenhuma ideologia, porque todas aspiram à preponderância, nem aderir a nenhum partido, porque o dever de todo partidário é ver, sentir e pensar partidariamente. Cumpre-lhe antes de tudo assegurar a si mesmo plena independência de pensamento e de ação, pois, sem liberdade, não pode haver justiça, a única idéia digna de ser o supremo ideal comum à sociedade humana.

Erasmo de Roterdã. Via Diplomatizzando.

Compartilhe!
  • Liberdade de espírito, antes de tudo

A verdade sobre o processo de Galileu Galilei

7 de novembro de 2011 por Mauricio Serafim
Categorias: ciencia, religiao

Desmonta uma das distorções que aprendemos na escola e que repetimos sem questioná-la.

Compartilhe!
  • A verdade sobre o processo de Galileu Galilei

Pensamento breve #1: Por que não concordo com o relativismo cultural

2 de novembro de 2011 por Mauricio Serafim
Categorias: comportamento, cultura, vida

Pensamento breve #1: Por que não concordo com o relativismo cultural

Porque o relativismo cultural se baseia no pressuposto de que todas as interpretações são válidas. Porém, se todas as interpretações são válidas, todas serão neutralizadas por não haver um princípio ordenador. É o típico “se tudo vale, nada tem valor”. Nesse caso, a crueldade – ou seja, proporcionar sofrimentos e humilhações físicas ou morais aos outros – também será moralmente neutralizada e seremos cúmplices da injustiça. A meu ver, o relativismo cultural incentiva a crueldade ao justificar o mal.

Qual seria o critério? O que foi vivido e testado por gerações e transmitido pela tradição em forma de sabedoria: não aceitar qualquer forma de crueldade.

Não sei ao certo, mas tenho a impressão que o relativismo moral é uma boa desculpa para não se comprometer. Você não precisa tomar partido de nada e estará sempre certo. É um lugar cômodo para se estar.

Compartilhe!
  • Pensamento breve #1: Por que não concordo com o relativismo cultural

Seminário “Desafios e as Oportunidades da Governança nas Organizações da Sociedade Civil”

27 de outubro de 2011 por Mauricio Serafim
Categorias: administracao, civismo, sociedade

Seminário “Desafios e as Oportunidades da Governança  nas Organizações da Sociedade Civil

Compartilhe!
  • Seminário “Desafios e as Oportunidades da Governança  nas Organizações da Sociedade Civil

O que move é o amor

12 de outubro de 2011 por Mauricio Serafim
Categorias: tecnologia, vida

Dizem que você deve ter muita paixão pelo que faz, o que é absolutamente verdadeiro. E isso porque [a tarefa] é tão difícil que, sem paixão, qualquer pessoa racional desistiria. É realmente muito árduo. E é preciso persistir durante muito tempo. Assim, se você não amar a coisa, se não se divertir com ela, de fato não se empolgará e desistirá. E isso acontece com a maioria das pessoas. Se você olhar para as pessoas que realmente são ‘bem-sucedidas’ aos olhos da sociedade, e para aquelas que não o são, as que alcançaram o sucesso amavam o que faziam e eram capazes de perseverar quando a jornada se tornava mais dura. E as pessoas que não amavam o que faziam, entregaram os pontos, porque não são malucas, certo? Quem aguenta, se não for movido por amor? É muito aborrecimento, o tempo todo ― se você não amar o que faz, estará condenado ao fracasso…

Steve Jobs. 

Compartilhe!
  • O que move é o amor

Religiões no mundo

8 de outubro de 2011 por Mauricio Serafim
Categorias: religiao

Via Licia Paglione.

Compartilhe!
  • Religiões no mundo

Cultura brasileira e cultura corporativa

3 de outubro de 2011 por Mauricio Serafim
Categorias: administracao, cultura

Entre os tantos assuntos que a literatura brasileira não aborda ou aborda mal, está o da chamada “cultura corporativa”, sobretudo na superposição com a cultura brasileira. Este é um dos países que menos respeitam o horário do trabalhador, que não raro fica muito mais tempo no serviço do que o contratado, sem receber os respectivos direitos, isso quando são formalizados. Como os laços pessoais sempre aparecem no lugar dos méritos profissionais, os ambientes se convertem em simulacros de famílias, em chacrinhas afetivas, com todos os exageros e atritos que os ambientes domésticos costumam ter. Aí é um tal de fofoca, assédio, gente se metendo folgadamente no assunto dos outros; confunde-se colega com amigo, quando na realidade o bom coleguismo é que já é raro. Chefes querem que subordinados os copiem em tudo e boicotam sua vida fora da empresa; em troca, o estresse sobe a níveis desnecessários, botando tensão onde deveria haver talento.

Texto de Daniel Piza, na mosca.

Compartilhe!
  • Cultura brasileira e cultura corporativa
Página 1 de 421234567...203040...Final »