O prazer do trabalho criativo e o seu compartilhamento entre os que apreciam o produto, [...] ao contrário do prazer de possuir coisas que ganhamos dos outros, [...] aumenta quanto mais o dividimos, afastando-nos da atmosfera egoísta da competição cotidiana”.
Charles Horton Cooley, na obra Social Process (1907).
Estamos nos tornando tão toscos espiritualmente que não conseguimos mais enxergar ações genuinamente generosas, acreditando que apenas possam existir ações motivadas por vaidade ou egoísmo. Não conseguimos mais entender que o prazer resultante de uma ação generosa não é egoísmo e que o compartilhamento gratuito é possível. Mesmo diante de nossa cegueira, as ações generosas continuam lá, no anonimato e gerando laços.
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