Sociologia econômica em evidência

4 de novembro de 2009 por Mauricio Serafim
Categorias: academia, ciencia, redes sociais, sociologia

Foi publicada esta semana pela Agência FAPESP uma entrevista com a profa. Ana Cristina Braga Martes sobre o campo da Sociologia Econômica e o lançamento de seu livro.

A profa. Ana Cristina foi nossa convidada como palestrante no I Seminário de Sociologia Econômica e Organizações que aconteceu na ESAG/UDESC no último dia 26.

Confira a entrevista completa aqui.

Oficina na IV Semana de pesquisa da ESAG/UDESC

21 de outubro de 2009 por Mauricio Serafim
Categorias: academia, redes sociais, tecnologia
O Uso De Tecnologias No Desenvolvimento De Pesquisas

Preparei esta apresentação para uma oficina durante a IV Semana de Pesquisa da ESAG/UDESC. É bem introdutória, para aqueles que estão familiarizados apenas com o trio orkut, msn e e-mail.

Recomendo – Redes e sociologia econômica

14 de agosto de 2009 por Mauricio Serafim
Categorias: academia, ciencia, redes sociais, sociologia

Acabou de ser lançado o livro Redes e Sociologia Econômica, organizado pela professora do programa de Administração Pública da FGV-SP e minha orientadora do doutorado Ana Cristina Braga Martes. Tive o prazer de acompanhar parte da preparação dos textos.

Segue o release do livro:

Recomendo   Redes e sociologia econômica“Redes sociais e sociologia econômica são duas abordagens que se encontram em franca expansão e reconhecimento acadêmico. Ambas podem ser utilizadas para se compreenderem inúmeros fenômenos contemporâneos nas áreas de Administração Pública e Privada, Economia, Antropologia, Ciência Política e Sociologia. As duas abordagens contribuem de forma inovadora para a compreensão de questões clássicas das Ciências Sociais: de que modo as instituições e estruturas sociais conformam os mercados e as organizações econômicas? Como a estrutura de relações, o contexto social e os processos históricos afetam a organização da produção, a troca e o consumo? Neste livro, o leitor encontrará trabalhos já considerados clássicos de elaboração teórica sobre redes e sociologia econômica e trabalhos recentes, que têm como base pesquisas empíricas produzidas no Brasil. O livro pretende contribuir para que os sociólogos voltem a se debruçar sobre os fenômenos centrais da vida econômica, tais como a construção social dos mercados, o impacto das normas e instituições sobre os agentes, as representações, crenças e valores que propiciam a cooperação ou a competição, a criação e o desenvolvimento de várias formas de capital. Os sociólogos não devem restringir seus interesses aos aspectos irracionais da ação ou das organizações econômicas, mas repensar as noções de racionalidade, preferências, mercado e demais conceitos fundamentais da economia.”

Para saber mais sobre a obra e comprá-la, acesse aqui.

Genes e redes sociais

27 de julho de 2009 por Mauricio Serafim
Categorias: academia, ciencia, pesquisa, redes sociais, reportagem

Genes e redes sociais

Um estudo realizado por pesquisadores da Universidade da Califórnia e da Universidade Harvard indica evidências fortes da influência dos genes da formação de redes sociais. Segundo a reportagem:

O cientista político James Fowler, pesquisador da Universidade da Califórnia, em San Diego estudou redes sociais de 1.110 adolescentes gêmeos (fraternos ou idênticos) e estabeleceu diversas correlações, levando em conta, por exemplo, a aceitação e popularidade de cada voluntário no grupo e sua habilidade em aproximar seus conhecidos, favorecendo o relacionamento entre eles. Segundo Fowler, a fundação genética desvendada pelo estudo é, provavelmente, formada por uma ampla combinação de genes que estão ligados, principalmente, a traços de personalidade, como humor, generosidade e extroversão. “Encontramos variações na tendência com a qual atraímos pessoas como amigas e na facilidade que se tem para apresentar amigos”, diz.

Fowler já havia mostrado que traços relacionados aos hábitos de saúde e comportamento, como obesidade e fumo, parecem se “espalhar” pela rede social: em geral, pessoas que tem um amigo íntimo que ganhou peso, por exemplo, tem maior probabilidade de engordar também. Agora que os pesquisadores mostraram que grupos têm um componente genético, eles passaram para a próxima pergunta: é possível que certos genes associados à obesidade não estejam agindo diretamente no corpo, mas sim influenciando a rede de convivência de alguém de uma maneira que leve essa pessoa a “pegar” obesidade? “Consideramos a hipótese de que redes sociais podem ser condutoras da ação dos genes”, ressalta o pesquisador.

Será que isso significa que nem tudo é socialmente construído?

Fonte: Revista Mente & Cérebro.

Li e recomendo [2]

10 de junho de 2009 por Mauricio Serafim
Categorias: comportamento, inovacao, redes sociais, sociedade, tecnologia

Li e recomendo [2]

De Jeff Howe. Rio de Janeiro: Elsevier, 2009.

Artigos [1] – I Seminário Nacional de Sociologia Econômica

19 de maio de 2009 por Mauricio Serafim
Categorias: academia, capital social, educacao, empreendedorismo, empresa, eventos, meus artigos, pesquisa, redes sociais, religiao, sociologia

Artigos [1]   I Seminário Nacional de Sociologia Econômica

Esse é o “word clouds” (via Wordle) do meu artigo “Capital espiritual e empreendedorismo” que será apresentado no I Seminário Nacional de Sociologia Econômica na próxima quinta-feira, às 13h30. Vc pode ver a programação aqui.

O tamanho das palavras é proporcional à quantidade de vezes que aparecem no texto. Algumas siglas – como KS (capital social) e KE (capital espiritual) – estão destacadas. Para quem se interessar pelo artigo, estará disponiblizado no site do evento.

Observatório Social de Florianópolis

17 de maio de 2009 por Mauricio Serafim
Categorias: academia, capital social, civismo, empreendedorismo, politica, redes sociais, sociedade, tecnologia

Observatório Social de Florianópolis

Está em fase de elaboração o Observatório Social de Florianópolis, uma ONG que buscará promover uma maior transparência dos serviços públicos da cidade de Florianópolis. Várias entidades estão envolvidas e a participação de todos os interessados é incentivada. O envio de sugestões para o aperfeiçoamento do Estatuto é até o dia 19/05, por meio da rede social Ning (acessada aqui – é necessário o registro).

Agora são três graus de separação

3 de setembro de 2008 por Mauricio Serafim
Categorias: redes sociais, sociedade, tecnologia
por Daniela Braun

A teoria dos seis graus de separação caiu para três devido ao impacto das redes sociais e desenvolvimentos em tecnologia, de acordo com um estudo realizado pela operadora de celular européia O2.

O especialista em organização social da O2, Jeff Rodrigues, examinou o impacto da tecnologia e o quanto as pessoas estão conectadas. A pesquisa incluiu mais de 50 horas de entrevistas com adultos de três diferentes grupos de idade (de 18 a 25, de 35 a 45 e maiores de 55) e descobriu que a noção convencional dos seis graus de separação está ultrapassada.

A teoria foi elaborada pelo pisicólogo norte-americano Stanley Milgram em uma experiência de 1967. A teoria dos seis graus foi confirmada por um recente estudo da Microsoft por meio de seu instant messenger MSN. No entanto, a pesquisa da O2 revela que dentro da rede de compartilhamento de interesses, em média, as pessoas estão conectadas por apenas três outras pessoas, ou seja, três graus.

Rodrigues descobriu que nós normalmente somos parte de três redes de relacionamento principais: família, amigos e trabalho. Fora desses, fazemos parte, em média, de cinco redes de interesses pessoais compartilhados, como hobbies, esporte, música, vizinhança, religião, orientação sexual, política, etc. É o crescimento dessas redes de interesses compartilhados e a influência da tecnologia nelas que causou a redução do número de graus de separação. […]

De acordo com o estudo, um dos fatores determinantes da redução no número de graus tem sido o crescimento no número e qualidade das conexões que temos agora. Quase todos (97%) dos entrevistados declararam que se sentem mais conectados às pessoas e redes de relacionamentos agora do que há cinco, dez ou 20 anos.

E-mail e celulares foram as tecnologias que tiveram o impacto mais significante em facilitar a redução dos graus de seis para três. Dos participantes do estudo que foram convidados a fazer contato com uma pessoa desconhecida, 98% escolheram a internet ou seus celulares, em todas as faixas de idade. O uso de redes sociais, como Facebook e MySpace foi bastante alto entre os grupos mais jovens, mas caiu drasticamente entre os usuários mais velhos.

“Quarenta e cinco anos depois da experiência original de Stanley Milgram firmar a teoria dos ‘seis graus de separação’, os resultados do estudo da O2 sugere que talvez já estejamos prontos para atualizá-la de seis para três. O que o estudo trouxe à luz é que o modo com que as pessoas interagem agora significa que nunca foi tão fácil fazer conexões e construir redes de contatos”, comentou Jeff Rodrigues.

Fonte; Blog do Digital Age 2.0

Página 1 de 212»