Projeto une juventude, empreendedorismo e microcrédito

19 de outubro de 2006 por Mauricio Serafim
Categorias: recortes

Por Talita Bedinelli, do PNUD – Iniciativa que ganhou prêmio pró-Objetivos do Milênio ensina meninos e meninas da Paraíba a serem empreendedores e fazerem associações. O projeto desenvolvido pela UFPB (Universidade Federal da Paraíba) e pelo Ministério do Desenvolvimento Social pretende ensinar 150 jovens pobres de 18 a 24 anos da região metropolitana de João Pessoa a se tornarem empreendedores. O curso também vai estimular os alunos a criarem associações e a usarem o sistema de microcrédito. A iniciativa é uma das três vencedoras do prêmio “Nós fazemos nossa parte”, que contemplou atividades de três áreas (empresas, governos e organizações não-governamentais) em prol dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM, uma série de metas socioeconômicas que os países da ONU se comprometeram a atingir até 2015). Veja a reportagem completa.

Desconsideração do código de ética – HP

30 de setembro de 2006 por Mauricio Serafim
Categorias: administracao, recortes

Desconsideração do código de ética   HP

Contradição (sobre o mal-entendido entre o Papa e o Islã)

19 de setembro de 2006 por Mauricio Serafim
Categorias: humor, recortes, religiao

Contradição (sobre o mal entendido entre o Papa e o Islã)

Aniversário de Freddie Mercury

5 de setembro de 2006 por Mauricio Serafim
Categorias: musica, recortes

Aniversário de Freddie Mercury

Hoje Freddie Mercury estaria fazendo 60 anos de vida. Vocalista e um dos compositores do Queen, uma das maiores bandas de rock de todos os tempos, faleceu em 1991 aos 45 anos de idade por complicações de saúde causados pela AIDS.

Sem dúvida Freddie foi a encarnação dos últimos sopros criativos da década de 1970 e soube ser um artista em todos os sentidos.

Em Londres uma galeria está comemorando seu aniversário com uma exposição de fotos de sua vida e carreira. Confira aqui.

 

Aniversário de Freddie Mercury

 

Santo rebelde

27 de agosto de 2006 por Mauricio Serafim
Categorias: recortes

Um dia um sujeito me procurou no fim de suas esperanças. Eu o mandei a um amigo, dono de uma loja, com um bilhete: “este na sua frente é meu irmão de sangue. Por favor lhe arrume um emprego”. Em seguida meu amigo me liga: “Mas Dom Helder, como um irmão seu foi cair na mais profunda miséria?” Eu lhe perguntei: “O emprego dele está garantido?” Foi quando meu amigo percebeu: ”O senhor me enrolou, ele não é seu irmão!” E eu lhe garanti: “Mas como não, se somos filhos do mesmo Pai?”

“É difícil dar. É necessário conquistar através do amor o direito de dar.”

“Se eu dou comida aos pobres, eles me chamam de santo. Se eu pergunto por que os pobres não têm comida, eles me chamam de comunista.”

“Na pobreza, existe apenas o indispensável, mas existe. Na miséria, nem o indispensável existe.”

“Melhor do que o pão é a sua partilha, sua divisão!”

Santo rebeldeNo verão de 2002 eu escrevi: “a beleza, seja das formas, dos atos e dos pensamentos, me altera, me emociona. Tenho a sensação que quando encontro a beleza, é como alguém que, num lugar estranho, reconhece algo de familiar. Parece-me que, estando neste mundo, reconheço na beleza das pessoas e das coisas meu lar”.

E foi assim que eu me senti ao assistir o documentário Dom Helder Câmara – o santo rebelde, que está em cartaz em São Paulo, resgata sua trajetória religiosa e política, sempre marcada pela “opção preferencial pelos pobres”. Indicado três vezes para o prêmio Nobel da Paz, idealizador e fundador da CNBB, encarnou com autenticidade o amor cristão, que é fruto do despojamento e coragem. Combateu com veemência a ditadura militar e sempre lutou para que a Igreja Católica se aproximasse cada vez mais dos empobrecidos. Por causa de sua luta para que “todos tenham vida e em abundância”, sofreu perseguições do governo militar e sanções dentro de sua própria igreja.

No momento em que estamos – com a ênfase das várias igrejas na solução de problemas individuais, marcado por uma espiritualidade de resultados – assistir Dom Helder em suas preleções incisivas, mas amorosas, ao mesmo tempo me deu saudade do tempo das CEBs (comunidades eclesiais de base) e fôlego para acreditar na humanidade.

O documentário é muito rico, bem construído, e uma fonte inestimável para a memória nacional. Mas o que me prendeu, o que me tocou, foi ver em uma única pessoa uma reunião muito rara de profeta, herói e santo. Sem dúvida, ele foi uma das pessoas mais bonitas que eu já conheci.

E, por coincidência, hoje é o aniversário do sétimo ano de seu falecimento. Para conhecer um pouco mais de sua vida, acesse aqui.

E por falar em cérebro…

22 de agosto de 2006 por Mauricio Serafim
Categorias: recortes

E por falar em cérebro...

(Níquel Náusea. Veja seu site aqui).

Existe uma regra moral para a não exploração dos animais?

15 de agosto de 2006 por Mauricio Serafim
Categorias: recortes

Penso que há um ponto preciso para o uso, o consumo, enfim, a exploração dos animais para o nosso próprio benefício: a sua dor e sofrimento desnecessários. É isso que o filme propõe. Não precisamos dos animais para nos alimentar, nos vestir, para fazer experimentos científicos. Temos tecnologia suficiente para substitui-los e parar de causar-lhes tanto sofrimento. E eles sofrem! Mas não paramos de desrespeitar os animais por dois motivos principais: pelo nosso hábito alimentar, que negamos em modificar, e pelo lucro que os animais proporcionam aos exploradores de seu sofrimento. O pior disso tudo é que os animais não têm como se defender. Não podem criar sindicato, montar uma ONG ou um movimento social.

Nós somos os responsáveis por eles – de tratá-los com gentileza – mas, ao invés disso, estamos tirando proveito deles de forma aviltante, bem no estilo do “mais forte explora o mais fraco, até aniquilá-lo”. Mas isso não é o princípio de nossos mais aterrorizantes pesadelos, como o nazismo, o racismo da KKK, a escravidão, a pedofilia? O que se luta, na verdade, é contra este princípio que agora está sendo aplicado aos animais: o sofrimento, a dor de seres que acreditamos ser inferiores, vale muito pouco e, por isso, atrocidades são legitimadas. Fizemos isso ao longo da história da humanidade (quem eram os considerados “fracos”? Por exemplo, os índios, negros, mulheres, pessoas de outras etnias etc.), mas hoje não há como legitimar isso em relação aos humanos (pode-se cometer, mas não aceitamos mais socialmente). Por que devemos aceitar esse princípio de morte para os animais? Não há uma justificativa racional aceitável.

Terrorismo e o serviço de inteligência britânica

11 de agosto de 2006 por Mauricio Serafim
Categorias: recortes

Ainda bem que tem gente que leva no bom humor alguns acontecimentos impalatáveis, como a tentativa de assassinato coletivo, abortado pelo serviço de inteligência da Grã-Bretanha.

Terrorismo e o serviço de inteligência britânica

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