Perfil da juventude

10 de fevereiro de 2007 por Mauricio Serafim
Categorias: recortes

Do portal Envolverde:

“Curitiba, 08/02/2007 – Há um claro desencontro entre a forma como os jovens se enxergam e a maneira como se comportam. Ou seja, o valor que eles têm de si mesmo, muitas vezes, não combina com muitas de suas atitudes. Eles são contra a violência, mas já bateram em alguém. Autointitulam-se como não preconceituosos, mas não gostam da idéia de ter um vizinho, um amigo gay. Consideram-se honestos, mas negociam com cambistas. Essas são apenas algumas conclusões da pesquisa realizada pelo Portal Educacional (http://www.educacional.com.br), o primeiro e maior portal de conteúdo educacional do país. A pesquisa, que faz parte do projeto “Este Jovem Brasileiro”, idealizado e coordenado pelo psiquiatra e colaborador do Portal Educacional, Jairo Bouer, ouviu cerca de 6.500 jovens, de 54 escolas particulares, em 17 estados. Trata-se de um rico material para reflexão e trabalho dentro e fora da sala de aula e para educadores e pais interessados nas necessidades e inquietações da juventude brasileira.”

Leia mais aqui.

Começando tudo de novo

9 de fevereiro de 2007 por Mauricio Serafim
Categorias: recortes

Começando tudo de novo

Em que somos bons

8 de fevereiro de 2007 por Mauricio Serafim
Categorias: recortes

Artigo publicado na revista de pesquisa da Fapesp mostra as 11 áreas do conhecimento que a pesquisa brasileira se destaca no mundo. Para ler o artigo, acesse aqui.

Democracia no Brasil está pior

17 de janeiro de 2007 por Mauricio Serafim
Categorias: informacao, recortes

Quando eu apoiava o PT estava convicto que era o melhor partido para que a democracia no país se ampliasse. Não defendo o socialismo ou neoliberalismo, mas a democracia. Em 2006 percebi o quanto a democracia perdeu com o PT no governo federal. Agora uma pesquisa confirma minha (e de muitos outros) percepção.

A organização não-governamental americana Freedom House incluiu o Brasil entre países cujas democracias sofreram declínio em 2006, em um relatório divulgado nesta quarta-feira. Leia mais aqui.

Natal, casamento e mudanças

28 de novembro de 2006 por Mauricio Serafim
Categorias: economia, recortes

Tudo bem, parei de estranhar que cada vez mais o Natal está se tornando uma data comercial e cada vez menos uma data religiosa. O sentido original do Natal se perdeu há algum tempo, e de público agora se tornou privado em alguns pequenos grupos religiosos. Agora, o que realmente estranho, é que ultimamente as famílias estão levando suas crianças para visitar decorações de Natal (neste caso, de Papai Noel) em… bancos! Caminhando pela Av. Paulista no começo da noite durante os dias de semana, vejo filas de espera de adultos e crianças para visitarem as decorações do Bando Real e BankBoston. Claro que os bancos não são os vilões da história, mas fico realmente confuso ao notar que as pessoas estão freqüentando espaços que são de puras trocas financeiras e comerciais para momentos de lazer. E há, inclusive, carrinhos de pipoca na frente desses bancos. Esta cena me fez lembrar minha infância, quando íamos visitar as decorações de Natal na igreja. É quase tudo como antes, apenas que a igreja foi trocada pelo banco e o menino Jesus pelo Papai Noel. Para mim, é algo “estranhamente familiar”.

 

E por falar nisso, o casamento também está passando por mudanças. O blogueiro Xico Sá, do site Nominimo, conta que as Casas Bahia estão realizando cerimônias de casamento na sua loja do Anhembi. De novo, algo que antes era realizado apenas numa igreja, agora também é realizado numa empresa. Penso que diante desses casos, temos que tentar entender o que está acontecendo, que novidades estão vindo, sem cair em análises nostálgicas (como quase fiz acima), e nem em afirmações do tipo “neste contexto de capitalismo neoliberal…”, que não explica. Alguns questionamentos podem ser feitos: há uma perda de valores e sentido ou há uma resignificação? Há uma erosão das relações no âmbito do sagrado? Ou há uma construção de novas relações em que o mercado participa e contribui na socialização? Enfim, há muitas questões a serem feitas, mas não tenho dúvidas que estamos em uma época muito desafiadora, em todos os sentidos.

 

Ciência como agente de transformação social

26 de novembro de 2006 por Mauricio Serafim
Categorias: educacao, recortes

Conheci o Miguel Nicolelis numa entrevista da revista Carta Capital e fiquei muito bem impressionado com a história de vida desse cientista brasileiro que foi trabalhar nos Estados Unidos por falta de condições de desenvolver sua carreira científica no Brasil. Reconhecido internacionalmente por suas pesquisas em neurociência, ele criou o Instituto Internacional de Neurociência de Natal, que além de ser concebido como um centro de excelência de pesquisa na área, procurará aliar o desenvolvimento socioeconômico da comunidade.

 

Numa exemplar demonstração de dever cívico, ele afirma que “ao conceder-nos o privilégio de estudar, aprender a sonhar e depois partir e conhecer os lugares do mundo onde tais sonhos podem se tornar realidade, a sociedade brasileira que subsidiou nossos estudos deu-nos a oportunidade de adquirir a necessária experiência e credibilidade para um dia retornar e retribuir essa maravilhosa viagem. E nossa intenção era exatamente essa. Retornar e construir no Brasil um projeto científico jamais visto deste lado do equador”. (Leia o texto na íntegra aqui). E que seja fonte de inspiração de mais projetos desse tipo no país!


Maravilha tecnológica: estratégia de produto da Ford

26 de outubro de 2006 por Mauricio Serafim
Categorias: administracao, recortes

Maravilha tecnológica: estratégia de produto da Ford

Santos Dumont: Cem anos de 14 Bis

23 de outubro de 2006 por Mauricio Serafim
Categorias: informacao, recortes

Santos Dumont: Cem anos de 14 BisHoje faz cem anos que Santos Dumont voou com o 14 Bis. E como diz um amigo meu, “pra baixo todo santo ajuda… pra cima só o Santos Dumont!”

“Paris, 1906. Dia 23 de outubro. Santos-Dumont, 33 anos, acorda cedo, caminha até o hangar, abre a porta – um sistema de corrediça que ele mesmo inventou – e deixa o sol iluminar seu avião, o 14 bis, também chamado de Ave de Rapina, com o qual pretende dar uma rasante de ousadia e elegância sobre a cidade-luz. O 14 bis tem asas arqueadas para cima, como as das águias, compostas de diedros de seda em traves de bambu – madeira que tinha a combinação de leveza e resistência adequadas – e fixadas por cordas de piano, em vez dos pesados cabos de aço. O franzino aeronauta, com pouco mais de 1,50 metro, senta ao comando. Tenta decolar várias vezes. Às 16h45, enfim o avião se levanta a 3 metros do solo e percorre os 25 metros exigidos para ganhar o Prêmio Archdeacon. Era a primeira exibição pública de um vôo de uma máquina mais pesada que o ar.” (Leia mais no site de Daniel Piza)

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