VII Workshop Empresa, Empresários e Sociedade

25 de janeiro de 2010 por Mauricio Serafim
Categorias: academia, ciencia, pesquisa

O VII Workshop Empresa, Empresários e Sociedade está com chamada aberta para apresentação de trabalhos.

O evento se realizará na Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis, no período de 25 a 28 de maio de 2010, e dará seqüência às reuniões científicas realizadas ao longo dos últimos dez anos pela rede de pesquisadores da área de ciências sociais que investiga o universo empresarial em suas diversas dimensões.

As informações sobre o Workshop e detalhes para inscrição nos Grupos de Trabalho, cujo prazo encerra dia 01 de março, estão disponíveis na página nesfi.ufsc.br/7workshop. Contatos diretos podem ser feitos pelo e-mail 7workshop.ufsc@gmail.com.

Recomendo – Pérolas da redação científica

21 de janeiro de 2010 por Mauricio Serafim
Categorias: academia, informacao, pesquisa

Recomendo   Pérolas da redação científica

Um novo livro na praça para quem lida com a pesquisa científica e precisa escrever artigos a mais artigos de sua produção. Escrito por Gilson Volpato, professor do Departamento de Fisiologia do Instituto de Biociências de Botucatu da Universidade Estadual Paulista (Unesp), a obra Pérolas da Redação Científica, publicada pela Editora Cultura Acadêmica, analisa 101 equívocos mais comuns na redação científica. O autor defende a idéia de que,

Os fundamentos da redação científica tiveram importantes transformações nos últimos anos, mas essas mudanças ainda não foram integralmente assimiladas por grande parte dos pesquisadores, que reproduzem – e muitas vezes ensinam – equívocos teóricos e conceituais que podem até mesmo retardar o avanço da ciência (via Agência Fapesp).

Volpato também é autor do livro lançado em 2007 Bases teóricas para redação científica… por que seu artigo foi negado. Para comprá-lo, acesse aqui.

Felicidade sintética

7 de dezembro de 2009 por Mauricio Serafim
Categorias: academia, pesquisa

Dan Gilbert, autor de “Stumbling on Happiness” (publicado no Brasil com o título “O que nos faz felizes”), contesta a idéia de que seremos infelizes se não tivermos o que queremos. Nosso “sistema imunológico psicológico” permite que sejamos felizes mesmo quando as coisas não são como planejamos (legenda em português disponível).

Fonte: TED

Publicação [1] – Organizational Research Methods, v. 13. n. 1, 2010

2 de dezembro de 2009 por Mauricio Serafim
Categorias: academia, pesquisa

A nova edição da revista científica Organizational Research Methods (January 2010; v. 13, n. 1) está disponível.

Organizational Research Methods: Yearly Update. Robert J. Vandenberg

Organizational Research Methods 2010;13 3-5
http://orm.sagepub.com/cgi/reprint/13/1/3

Research Methods in Entrepreneurship: Opportunities and Challenges. Jeremy C. Short, David J. Ketchen, Jr, James G. Combs, and R. Duane Ireland

Organizational Research Methods 2010;13 6-15
http://orm.sagepub.com/cgi/content/abstract/13/1/6

Conjoint Analysis in Entrepreneurship Research: A Review and Research Agenda. Franz T. Lohrke, Betsy Bugg Holloway, and Thomas W. Woolley

Organizational Research Methods 2010;13 16-30
http://orm.sagepub.com/cgi/content/abstract/13/1/16

Using Experience Sampling Methodology to Advance Entrepreneurship Theory and Research. Marilyn A. Uy, Maw-Der Foo, and Herman Aguinis

Organizational Research Methods 2010;13 31-54
http://orm.sagepub.com/cgi/content/abstract/13/1/31

Measuring Arbitrage Opportunities: A Minimum Performance Inefficiency Estimation Technique. Sergey Anokhin, Marvin D. Troutt, Joakim Wincent, and Alan A. Brandyberry

Organizational Research Methods 2010;13 55-66
http://orm.sagepub.com/cgi/content/abstract/13/1/55

The Philosophy and Practice of Interpretivist Research in Entrepreneurship: Quality, Validation, and Trust. Claire M. Leitch, Frances M. Hill, and Richard T. Harrison

Organizational Research Methods 2010;13 67-84
http://orm.sagepub.com/cgi/content/abstract/13/1/67

Idea Sets: Conceptualizing and Measuring a New Unit of Analysis in Entrepreneurship Research. Susan A. Hill and Julian M. Birkinshaw

Organizational Research Methods 2010;13 85-113
http://orm.sagepub.com/cgi/content/abstract/13/1/85

A nova edição da revista científica

Measuring Opportunity-Recognition Beliefs: Illustrating and Validating an Experimental Approach. Denis A. Grégoire, Dean A. Shepherd, and Lisa Schurer Lambert

Organizational Research Methods 2010;13 114-145
http://orm.sagepub.com/cgi/content/abstract/13/1/114

Spatial Dependence in Entrepreneurship Research: Challenges and Methods. Lawrence A. Plummer

Organizational Research Methods 2010;13 146-175
http://orm.sagepub.com/cgi/content/abstract/13/1/146

Dealing With Spatial Heterogeneity in Entrepreneurship Research. Robert J. Breitenecker and Rainer Harms

Organizational Research Methods 2010;13 176-191
http://orm.sagepub.com/cgi/content/abstract/13/1/176

Are We There Yet?: An Assessment of Research Design and Construct Measurement Practices in Entrepreneurship Research. T. Russell Crook, Christopher L. Shook, M. Lane Morris, and Timothy M. Madden

Organizational Research Methods 2010;13 192-206
http://orm.sagepub.com/cgi/content/abstract/13/1/192

Redes sociais e a solidão contagiante

1 de dezembro de 2009 por Mauricio Serafim
Categorias: academia, pesquisa

Redes sociais e a solidão contagiante

Certa vez, comentando uma pesquisa que trabalhava a hipótese de que a obesidade pode ser contagiosa com a minha orientadora do doutorado, ela comentou informalmente que ela acreditava que tudo o que pode se espalhar o faz via rede. Fiquei com isso em mente, até para brincar um pouco com a idéia.

Hoje eu li essa reportagem que defende idéia semelhante: que a solidão pode ser contagiosa como uma gripe, ou seja, ela se espalha via redes sociais. A pesquisa foi publicada no Journal of Personality and Social Psychology (edição de dezembro – a publicar) e contou com a participação de três universidades americanas – Universidade da Califórnia San Diego, Universidade de Chicago e de Harvard – sob a coordenação do psicólogo John T. Cacioppo, da Universidade de Chicago.

Além da hipótese, o estudo é muito interessante por coletar dados desde 1948, inicialmente com um grupo de mais de cinco mil pessoas e depois abrangendo para seus filhos e netos, chegando a 12 mil pessoas no total. A pesquisa é a última de uma série que busca entender como hábitos e sentimentos se disseminam via redes sociais. Os estudos anteriores sugeriram que a obesidade (mencionada acima), a felicidade e o hábito de fumar são contagiantes.

É o tipo de pesquisa que tem impacto em um espectro amplo de áreas, como a saúde pública, administração pública, qualidade de vida, capital social, psicologia social e políticas públicas.

Karl Polanyi – A nossa obsoleta mentalidade mercantil

27 de setembro de 2009 por Mauricio Serafim
Categorias: academia, cultura, economia, pesquisa, politica, sociedade, ética

Karl Polanyi A nossa obsoleta mentalidade mercantil

Estava fuçando na internet coisas sobre o Polanyi para a aula do mestrado e achei este texto traduzido para o português de Portugal. A leitura desse grande mestre vale a pena.

Artigos [2] – Preservação ambiental e responsabilidade social

1 de setembro de 2009 por Mauricio Serafim
Categorias: academia, administracao, meus artigos, pesquisa

artigo 2

Via Wordle

Acabou de ser publicado um artigo meu (retroativa a 2007), em co-autoria com Luis Hernan Pinochet e Hernan Edgardo Alday. O títutlo é “Preservação do meio ambiente como prática de responsabilidade social e marketing social” e você poderá lê-lo aqui.

Genes e redes sociais

27 de julho de 2009 por Mauricio Serafim
Categorias: academia, ciencia, pesquisa, redes sociais, reportagem

Genes e redes sociais

Um estudo realizado por pesquisadores da Universidade da Califórnia e da Universidade Harvard indica evidências fortes da influência dos genes da formação de redes sociais. Segundo a reportagem:

O cientista político James Fowler, pesquisador da Universidade da Califórnia, em San Diego estudou redes sociais de 1.110 adolescentes gêmeos (fraternos ou idênticos) e estabeleceu diversas correlações, levando em conta, por exemplo, a aceitação e popularidade de cada voluntário no grupo e sua habilidade em aproximar seus conhecidos, favorecendo o relacionamento entre eles. Segundo Fowler, a fundação genética desvendada pelo estudo é, provavelmente, formada por uma ampla combinação de genes que estão ligados, principalmente, a traços de personalidade, como humor, generosidade e extroversão. “Encontramos variações na tendência com a qual atraímos pessoas como amigas e na facilidade que se tem para apresentar amigos”, diz.

Fowler já havia mostrado que traços relacionados aos hábitos de saúde e comportamento, como obesidade e fumo, parecem se “espalhar” pela rede social: em geral, pessoas que tem um amigo íntimo que ganhou peso, por exemplo, tem maior probabilidade de engordar também. Agora que os pesquisadores mostraram que grupos têm um componente genético, eles passaram para a próxima pergunta: é possível que certos genes associados à obesidade não estejam agindo diretamente no corpo, mas sim influenciando a rede de convivência de alguém de uma maneira que leve essa pessoa a “pegar” obesidade? “Consideramos a hipótese de que redes sociais podem ser condutoras da ação dos genes”, ressalta o pesquisador.

Será que isso significa que nem tudo é socialmente construído?

Fonte: Revista Mente & Cérebro.

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