Categorias: filosofia
Via Blog Libertatum.
Do site Prática da pesquisa: ”A produtora independente norte-americana Bullhead Entertainment (2007), realizou uma ótima animação em stop motion sobre o mito da caverna de Platão. Esta parábola está na obra “A República” e retrata a condição limitada do ser humano em relação à percepção de sua realidade existencial.”
Via blog de Bruno Garschagen.
Ótimo documentário de Roger Scruton. Ele faz afirmações fortes, como “a cultura pós-modernista é uma cultura sem amor [...] é uma tentativa de apagarmos o conhecimento [...] não mostra a realidade, mas se vinga dela”.
“A transvalorização da razão – levando à conversão do concreto no abstrato, do bom no funcional, e mesmo do ético no não ético – caracteriza o perfil intelectual de escritores que têm tentado legitimar a sociedade moderna exclusivamente em bases utilitárias”.
Alberto Guerreiro Ramos. Trecho do livro A nova ciência das organizações (1989, p. 3).
O conceito de algo constitui tudo aquilo que se possa dizer ou descrever acerca desse algo. Por exemplo, o conceito de “homem” engloba todas as características da espécie humana.
E qual é a diferença entre “conceito de homem” e “noção de homem” ? Normalmente dizemos: “você não tem a noção do que é um homem”, e não dizemos “você não tem o conceito do que é um homem”.
A noção é o conteúdo do conceito , no sentido da análise metodológica desse conceito . A noção particulariza, o conceito generaliza. O conceito descreve, a noção define.
Ao contrário do conceito , que engloba todas as características e qualidades possíveis de algo, a noção de algo está directamente ligada à definição desse algo na medida em que esta (a definição ) não compreende tudo o que constitui esse algo (porque neste caso, seria o conceito desse algo), mas tudo o que esse algo não pode deixar de ser ― ou seja, tudo o que é estritamente necessário (por exemplo a definição de homem: “o homem é um mamífero bípede, dotado de inteligência e de linguagem articulada” ).
Por isso, a noção de “homem” parte da definição de “homem” para se subsumir (relacionar) com outras características ― características estas não-necessárias para a definição ― do género em análise.
A essência é o “ser sem matéria”, e neste sentido, é o ser em potência. A substância é o ser em acto.
Do blog noüs . Vale a visita.
Animação que mostra as ideias de Jean-Jacques Rousseau, o primeiro filósofo a entender a infância como um momento importante da vida do ser humano. Um bom momento de reflexão para este dia da criança.
via Café Filosófico . Obrigado a Fernanda pela dica!