Ciência como agente de transformação social

26 de novembro de 2006 por Mauricio Serafim
Categorias: educacao, recortes

Conheci o Miguel Nicolelis numa entrevista da revista Carta Capital e fiquei muito bem impressionado com a história de vida desse cientista brasileiro que foi trabalhar nos Estados Unidos por falta de condições de desenvolver sua carreira científica no Brasil. Reconhecido internacionalmente por suas pesquisas em neurociência, ele criou o Instituto Internacional de Neurociência de Natal , que além de ser concebido como um centro de excelência de pesquisa na área, procurará aliar o desenvolvimento socioeconômico da comunidade.

 

Numa exemplar demonstração de dever cívico, ele afirma que “a o conceder-nos o privilégio de estudar, aprender a sonhar e depois partir e conhecer os lugares do mundo onde tais sonhos podem se tornar realidade, a sociedade brasileira que subsidiou nossos estudos deu-nos a oportunidade de adquirir a necessária experiência e credibilidade para um dia retornar e retribuir essa maravilhosa viagem. E nossa intenção era exatamente essa. Retornar e construir no Brasil um projeto científico jamais visto deste lado do equador”. ( Leia o texto na íntegra aqui ). E que seja fonte de inspiração de mais projetos desse tipo no país!


Influência da educação no desenvolvimento econômico

11 de setembro de 2006 por Mauricio Serafim
Categorias: administracao, economia, educacao, reportagem

Influência da educação no desenvolvimento econômico Notícia da Rede Gife, por Rodrigo Zavala – Por que o Brasil cresce economicamente em níveis tão baixos se comparado a países em similar grau de desenvolvimento, como os seus pares na América Latina ou a China e a Índia? A questão foi o cerne da Avaliação da Economia do Conhecimento no Brasil, cujos resultados preliminares foram divulgados pelo Banco Mundial.

Na prática, trata-se de um benchmarking do Brasil com 128 países, incluindo China, Coréia, Chile, Argentina, Colômbia e países-membros da Organização de Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). “O objetivo foi responder por que o Brasil se desenvolve em níveis mais baixos em comparação a outros países em igual situação”, afirma Alberto Rodriguez, especialista em educação responsável pelo estudo.

Segundo a avaliação, comparativamente, não há como alegar que o Brasil não cresce apenas por questões macroeconômicas ou por um sistema de inovações. A melhoria da eficiência e da efetividade geral do ensino e dos sistemas de treinamento, atrelado a uma aproximação da academia ao setor industrial, são os caminhos indicados pelo banco. Isto é, a melhoria da educação brasileira em prol de um modelo de desenvolvimento. ( leia mais aqui ).

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