Felicidade e amizade

2 de maio de 2007 por Mauricio Serafim
Categorias: economia, sociedade

Da BBC Brasil: “Uma pessoa que ganha R$ 3,3 mil e encontra com freqüência os amigos para uma conversa despreocupada é tão feliz quanto outra que tem salário dez vezes mais alto e sacrifica sua vida social, concluiu um estudo conduzido na Grã-Bretanha”. Leia a reportagem aqui .

Mercado para baixa renda

15 de fevereiro de 2007 por Mauricio Serafim
Categorias: administracao, economia, economia de comunhao, recortes

Acredito que essa idéia ( leia texto aqui ) seria muito interessante para a Economia de Comunhão . Incluir os empobrecidos não apenas por meio de uma ajuda financeira ou por um posto de trabalho, mas tbém pelo consumo, oferecendo-lhes produtos e serviços compatíveis com o seu poder aquisitivo. Como escreve José Paulo Kupfer (e que concordo):

É curioso e paradoxal que uma eventual inclusão econômica do século XXI possa se dar pelo lado mais inesperado: a adaptação do mercado ao padrão de consumo dos mais pobres. Paradoxal, curioso ou não, esse é um movimento que parece tomar corpo e para o qual, em lugar de fechar os olhos, o mais sensato deveria ser refletir, extrair lições e aplicar a forma mais eficiente e inclusiva possível. Com sua vastíssima população de baixa renda, o Brasil só teria a ganhar se, também nesse aspecto, fizesse o dever de casa.

Natal, casamento e mudanças

28 de novembro de 2006 por Mauricio Serafim
Categorias: economia, recortes

Tudo bem, parei de estranhar que cada vez mais o Natal está se tornando uma data comercial e cada vez menos uma data religiosa. O sentido original do Natal se perdeu há algum tempo, e de público agora se tornou privado em alguns pequenos grupos religiosos. Agora, o que realmente estranho, é que ultimamente as famílias estão levando suas crianças para visitar decorações de Natal (neste caso, de Papai Noel) em… bancos! Caminhando pela Av. Paulista no começo da noite durante os dias de semana, vejo filas de espera de adultos e crianças para visitarem as decorações do Bando Real e BankBoston. Claro que os bancos não são os vilões da história, mas fico realmente confuso ao notar que as pessoas estão freqüentando espaços que são de puras trocas financeiras e comerciais para momentos de lazer. E há, inclusive, carrinhos de pipoca na frente desses bancos. Esta cena me fez lembrar minha infância, quando íamos visitar as decorações de Natal na igreja. É quase tudo como antes, apenas que a igreja foi trocada pelo banco e o menino Jesus pelo Papai Noel. Para mim, é algo “estranhamente familiar”.

 

E por falar nisso, o casamento também está passando por mudanças. O blogueiro Xico Sá , do site Nominimo, conta que as Casas Bahia estão realizando cerimônias de casamento na sua loja do Anhembi. De novo, algo que antes era realizado apenas numa igreja, agora também é realizado numa empresa. Penso que diante desses casos, temos que tentar entender o que está acontecendo, que novidades estão vindo, sem cair em análises nostálgicas (como quase fiz acima), e nem em afirmações do tipo “neste contexto de capitalismo neoliberal…”, que não explica. Alguns questionamentos podem ser feitos: há uma perda de valores e sentido ou há uma resignificação? Há uma erosão das relações no âmbito do sagrado? Ou há uma construção de novas relações em que o mercado participa e contribui na socialização? Enfim, há muitas questões a serem feitas, mas não tenho dúvidas que estamos em uma época muito desafiadora, em todos os sentidos.

 

Morre Milton Friedman

18 de novembro de 2006 por Mauricio Serafim
Categorias: economia, informacao

Morre Milton Friedman Morreu na manhã de 16 de novembro devido a problemas cardíacos o economista Milton Friedman , de 94 anos. Ganhador de vários prêmios importante da área, incluindo o Nobel de Economia , Friedman era professor da Universidade de Chicago e contribuiu para a economia com suas teorias monetárias. Defensor do aumento das liberdades individuais, ele é mais conhecido por defender a redução do Estado na organização, controle e prestação de serviços para a sociedade. Também foi um dos primeiros economistas a se aproximarem do grande público, mantendo uma coluna na revista Newsweek entre 1966 e 1983.

 

 

Friedman era um dos grandes adversários teóricos de John Kenneth Galbraith , também falecido este ano. Com a morte desses dos grandes economistas, encerra-se uma geração que deu charme à Economia.

 

 

Para ler mais:

 

 

Reportagem da Folha de São Paulo

Reportagem do The Economist

 

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Pioneiro do microcrédito ganha Prêmio Nobel da Paz

15 de outubro de 2006 por Mauricio Serafim
Categorias: economia, informacao, reportagem

Pioneiro do microcrédito ganha Prêmio Nobel da Paz

O Prêmio Nobel da Paz de 2006 foi para Muhammad Yunus , pioneiro do microcrédito para os mais pobres e fundador do Grameen Bank em Bangladesh, entidade responsável pela operacionalização dos empréstimos. Ela foi uma das idéias mais bem-sucedidas para a superação da pobreza, que parte da capacidade empreendedora das pessoas e que desenvolve silmultaneamente as dimensões políticas e comunitárias. No Brasil foi publicado seu livro sobre a experiência do Grameen Bank, ” O Banqueiro dos Pobres “.  Veja aqui a reportagem completa . E veja aqui para conhecer mais a proposta de Yunus .

Documentário sobre Celso Furtado

10 de outubro de 2006 por Mauricio Serafim
Categorias: economia, informacao, reportagem

O longo amanhecer , documentário sobre Celso Furtado, traça paralelos entre a história política brasileira, a trajetória biográfica e a obra de uma dos mais importantes intelectuais brasileiros. Leia a reportagem completa .

Ética e economia

28 de setembro de 2006 por Mauricio Serafim
Categorias: administracao, economia, informacao

Ética e economia Neste mês foi publicado o livro Ética e Economia: Uma Abordagem Econômica, Política e Organizacional , de Marcos Fernandes Gonçalves da Silva, professor da Escola de Economia da FGV de São Paulo . O livro propõe o estudo sobre a ética tendo como foco preferencialmente questões referentes à realidade econômica, política e social do Brasil. A obra traz uma contribuição fundamental para o estudo das políticas públicas, sejam elas sociais ou macroeconômicas, para o estudo de law and economics e da teoria das organizações, colocando o problema do estudo da economia no seu foco correto.

Economia de comunhão: novo livros, novos rumos

25 de setembro de 2006 por Mauricio Serafim
Categorias: administracao, economia, economia de comunhao, informacao, pesquisa

Estão sendo lançadas duas novas publicações que abordam duas alternativas econômicas: a economia de comunhão e a economia solidária.

Economia de comunhão: novo livros, novos rumos Economia de comunhão – Empresas para um capitalismo transformado

Autores: Mario Couto Soares Pinto e Sergio Proença Leitão

Este livro não é uma discussão econômico-filosófica, na busca de uma saída para o velho impasse capitalismo versus socialismo, mas um relato sistemático da experiência de empresas que fazem funcionar o ideário de EdC e dão uma amostra de como poderá ser esse caminho no nível microeconômico: o caminho para um capitalismo transformado. Foram estudadas aqui quatro empresas que estão plantando as sementes dessa mudança. ( Compre aqui ).

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