Capital ético

12 de janeiro de 2012 por Mauricio Serafim
Categorias: ética, capital social, economia

O conceito de capital, tão caro aos economistas e a muitos cientistas sociais, vem se expandindo desde seus primórdios: do capital físico (das máquinas), ao capital financeiro, passando ao capital natural (do meio-ambiente) e ao capital humano (da educação), chegando ao capital social (das relações interpessoais). Pois hoje, ficou claro para mim ao admirar o posicionamento ético desse grupo de pessoas, que poucas vezes falamos do ‘capital ético’, dos valores dos indivíduos e de como estes geram um conjunto de atributos, como confiança, sentimentos de reciprocidade, de cooperação, etc fundamentais ao uso das demais formas de capital. Fica aqui o registro dessa idéia (a qual seguramente muitos já pensaram antes….) como um manifesto.

Do blog de Flavio Comim. Uma boa ideia, com certeza.

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Recomendação

3 de janeiro de 2012 por Mauricio Serafim
Categorias: academia, economia

Por favor, não se tornem hayekianos, pois cheguei à conclusão que os keynesianos são muito piores que Keynes e os marxistas bem piores que Marx.

Recomendação feita por Hayek a jovens estudantes de economia, admiradores de sua obra, num jantar em Londres, em 1985.

Via Diplomatizzando.

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Falso capitalismo: o crescimento do rent seeking

29 de dezembro de 2011 por Mauricio Serafim
Categorias: economia, empresa, politica

Num país de teatro dos papéis sociais e do rent seeking , como o Brasil, um vídeo como este não seria compreendido, muito menos discutido.

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Uma introdução à Revolução Industrial

5 de dezembro de 2011 por Mauricio Serafim
Categorias: economia, inovacao

Texto no Youtube : O que foi a Revolução Industrial? De acordo com o professor Stephen Davies, ela foi um período extraordinariamente inovador na história que gerou o maior padrão de vista que o mundo tinha visto até aquele momento. Por exemplo, no decorrer do século 19, a renda média per capita no Reino Unido aumentou em um fator de 6. Para colocar em perspectiva, antes da Revolução Industrial, levava tipicamente de 300 a 400 anos para o padrão de vida aumentar em um fato de meio por cento. Porque essas explosão de desenvolvimento aconteceu? O professor Stephen Davies diz que as pessoas começaram a abraçar a cultura da engenharia combinado com mais respeito pelo comércio e negócios. Foi a sinergia de comércio e engenharia que levou a uma revolução na produção e organização dos negócios.

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Encontro do grupo de pesquisa em Economia de Comunhão

22 de outubro de 2011 por Mauricio Serafim
Categorias: economia de comunhao

Encontro do grupo de pesquisa em Economia de Comunhão

Aconteceu em Curitiba nos dias 15 e 16/10. Da esquerda para direita: Maria Helena, Diogo, Cristina, Brandalise e eu. Muito trabalho por fazer. Muita coisa para entender.

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Mesa Redonda na PUC-SP: Economia de Comunhão e o mercado como espaço plural

8 de outubro de 2011 por Mauricio Serafim
Categorias: economia de comunhao, eventos, inovacao

Minha apresentação do tema “Economia de Comunhão” na mesa redonda “Alternativas ao capitalismo”, organizada pelo Departamento de Economia da PUC-SP em 04/10/2011. A mesa contou com a participação do prof. Ladislau Dowbor.

Eu estava um pouco disperso na primeira parte da minha fala, tanto que errei o título do livro de Guerreiro Ramos “A nova ciência das organizações”. Mas depois fiquei mais à vontade. Para quem se interessar, minhas anotações podem ser acessadas aqui.

Foi uma experiência bem interessante e me deu muitos subsídios para pensar.

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Mesa-redonda na PUC-SP

3 de outubro de 2011 por Mauricio Serafim
Categorias: economia de comunhao

Nesta terça-feira participarei de uma mesa-redonda na PUC-SP como uma das atividades da Semana de Economia. Quem estiver em São Paulo, espero vê-lo por lá.

Data: terça-feira, 04/10/2011
Horário: das 19h40 às 22h00

XI. ALTERNATIVAS AO CAPITALISMO – Auditório 239
Coordenador da mesa: Prof. Claudemir Galvani

32. Economia da Comunhão
Expositor(a): Maurício Custódio Serafim (Univ. Est. Sta. Catarina)

33. Economia Solidária
Expositor(a): Prof. Ladislau Dowbor

 

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O verdadeiro problema (2): Capital humano

29 de agosto de 2011 por Mauricio Serafim
Categorias: economia, educacao

O verdadeiro problema (2): Capital humano

Trecho do texto do Blog do Dr. Money:  ”As linhas vermelhas são as medianas. Note que são raros os países que investem acima da mediana, e ao mesmo tempo apresentam um resultado abaixo da mediana. O exemplo mais negativo é a Sérvia. Por outro lado, existem países que são o inverso: investem abaixo da mediana, mas obtêm resultados acima da mediana. É o caso da Coréia. Os dois países são exemplos de que dinheiro não é tudo. Mas é importante, a se julgar pelo padrão mais comum: quem investe pouco, geralmente tem resultados medíocres, ao passo que quem investe muito, geralmente tem resultados melhores. O Brasil está no primeiro grupo: investe meros US$ 1.000/criança/ano, e obteve cerca de 400 pontos no PISA.

Uma forma de avaliar se o dinheiro gasto com educação está sendo bem gasto, é verificar para onde os recursos estão sendo direcionados. No caso do PISA, é a educação básica que está sendo avaliada. Os governos, no entanto, direcionam recursos para a educação básica e também para o ensino superior. Vimos que o aluno da educação básica tem recebido cerca de US$ 1.000/ano no Brasil. Por outro lado, o aluno do ensino superior recebe cerca de US$ 3.300/ano. Ou seja, 3,3 vezes mais. Somente três países do universo do PISA possuem uma relação maior: Tunísia (3,9), Hong Kong (4,1) e Emirados Árabes (4,2). Destes, apenas Hong Kong tem um PISA acima da mediana. Aliás, apenas mais dois países possuem esta relação acima de 3: (México: 3,0) e Turquia (3,1). Todos com PISA abaixo da mediana. Quero deixar claro, no entanto, que este não é um fator decisivo: há países com PISA alto, e relação alta entre o que se gasta com ensino superior e ensino primário. E vice-versa.

De qualquer modo, é mais do que chegada a hora de encarar este grande desafio: o de tornar o capital humano brasileiro mais produtivo e competitivo. Esta sim é uma área estratégica, onde o Estado deveria atuar decididamente. E não na construção do trem-bala ou de estádios para a Copa do Mundo…”

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