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	<title>Mauricio Serafim &#187; neurociencia</title>
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			<title>Mauricio Serafim</title>
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		<title>TED em portugu&#234;s: confer&#234;ncias sobre id&#233;ias</title>
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		<pubDate>Thu, 16 Oct 2008 21:02:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauricio Serafim</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Há um projeto no YouTube de legendar em português as palestras da TED ,&#160; conferências que abordam conceitos e idéias em temas variados, como inovação, história de invenções, e funcionamento da mente. São palestras curtas e muito interessantes. Já assisti algumas dessas palestras e gostei muito. Achei particularmente impressionante a de Jill Taylor , uma [...]<p>Postado por: <a href="http://mauricioserafim.com.br">Mauricio Serafim</a><br/><br/><a href="http://mauricioserafim.com.br/ted-em-portugus-conferncias-sobre-idias/">TED em portugu&#234;s: confer&#234;ncias sobre id&#233;ias</a></p>
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			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify"> Há um  <a href="http://www.youtube.com/TedTalksPortugues"> projeto no YouTube </a>  de legendar em português as palestras da  <a href="http://www.ted.com/"> TED </a> ,&#160; conferências que abordam conceitos e idéias em temas variados, como inovação, história de invenções, e funcionamento da mente. </p>
<p align="justify"> São palestras curtas e muito interessantes. Já assisti algumas dessas palestras e gostei muito. Achei particularmente impressionante a de  <a href="http://www.youtube.com/watch?v=ur7MsKQU0vk" target="_blank"> Jill Taylor </a> , uma neurocientista que conta sua própria experiência de ter um derrame. Assista a primeira parte clicando no ícone abaixo. </p>
<p align="justify"> &#160; </p>
</p>
<div class="wlWriterEditableSmartContent" id="scid:5737277B-5D6D-4f48-ABFC-DD9C333F4C5D:def68ef7-9847-42d9-86a5-7803eaa5aa03" style="display:inline;float:none;margin:0;padding:0;">
<div id="bd9b81f7-6896-4ce0-99c7-03055e00cb96" style="display:inline;margin:0;padding:0;">
<div>  <a href="http://www.youtube.com/watch?v=ur7MsKQU0vk" target="_new">  <img src="http://serafim.files.wordpress.com/2008/10/video84ee9cfce839.jpg" style="border-style:none;" alt="TED em portugu&#234;s: confer&#234;ncias sobre id&#233;ias"  title="TED em portugu&#234;s: confer&#234;ncias sobre id&#233;ias" />  </a>  </div>
</p></div>
</p></div>
</p>
<p> Via  <a href="http://www.tiagodoria.ig.com.br/2008/10/16/ted-talks-agora-em-portugues/" target="_blank"> Tiago Dória Weblog </a> . </p>
<p>Postado por: <a href="http://mauricioserafim.com.br">Mauricio Serafim</a><br/><br/><a href="http://mauricioserafim.com.br/ted-em-portugus-conferncias-sobre-idias/">TED em portugu&#234;s: confer&#234;ncias sobre id&#233;ias</a></p>
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		<title>Criatividade e os dois lados do mesmo c&#233;rebro</title>
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		<pubDate>Tue, 15 Jul 2008 15:28:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauricio Serafim</dc:creator>
				<category><![CDATA[ciencia]]></category>
		<category><![CDATA[neurociencia]]></category>
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		<description><![CDATA[Por Suzana Herculano-Houzel Duas semanas atrás, manifestei aqui minha decepção com a falta de originalidade humana na hora de criar extraterrestres para filmes e livros, o que tem suas origens na limitação da nossa capacidade de imaginação pela experiência sensorial do cérebro. Ainda assim, esse cérebro que só propõe mesmices alienígenas é capaz de dar [...]<p>Postado por: <a href="http://mauricioserafim.com.br">Mauricio Serafim</a><br/><br/><a href="http://mauricioserafim.com.br/criatividade-e-os-dois-lados-do-mesmo-crebro/">Criatividade e os dois lados do mesmo c&#233;rebro</a></p>
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			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify"> Por  <em> Suzana Herculano-Houzel </em>  </p>
<p align="justify"> Duas semanas atrás, manifestei aqui minha decepção com a falta de originalidade humana na hora de criar extraterrestres para filmes e livros, o que tem suas origens na limitação da nossa capacidade de imaginação pela experiência sensorial do cérebro. Ainda assim, esse cérebro que só propõe mesmices alienígenas é capaz de dar soluções novas a problemas cotidianos. Como? </p>
<p align="justify"> Ainda por meio da criação de novas combinações dos elementos de que dispomos. Logo vem à cabeça o projeto de objetos inovadores -aviões, máquinas de fazer suco de laranja, iPods. Mas, segundo uma definição prática, isso é apenas um ramo específico da criatividade, nossa capacidade genérica de encontrar novos caminhos entre idéias e conceitos e novos conceitos a partir das mesmas idéias. </p>
<p align="justify"> A neurociência já se interessou pelo assunto -e mostra como a criatividade depende do esforço conjunto de uma rede de estruturas dos dois lados do cérebro (e não apenas do lado direito, por favor!) que servem cada uma a uma função específica: memória de trabalho, imaginação de ações, significados emocionais complexos, satisfação e, sobretudo, flexibilidade cognitiva: a capacidade de mudar o conjunto de regras em uso no momento. </p>
<p align="justify"> Na hora de ser criativo com o mundo, o cérebro usa a si mesmo com criatividade: emprega as mesmas estruturas de outras maneiras para olhar uma questão de outro jeito e descobrir um caminho alternativo. </p>
<p align="justify"> Minha filha, em plena descoberta da semântica aos oito anos, nos oferece uma experiência do processo criativo propondo uma série de charadas. &#8220;Por que o Abominável Homem das Neves é azarado?&#8221;, pergunta. Imagens de gelo, montanhas e seres enormes vêm à cabeça -nada que ajude a encontrar uma resposta que conecte o Yeti ao azar. Depois de insistirmos em um caminho que não leva a nada, ela dá a resposta: &#8220;Porque ele tem pé frio!&#8221;. </p>
<p align="justify"> Rimos, enquanto nosso sistema de recompensa registrava o valor de quebrar as expectativas, abandonar o caminho tradicional, mais fácil, e ver a mesma informação de outra perspectiva, usando um conjunto diferente de regras. </p>
<p align="justify"> A ativação do sistema de recompensa com a quebra de expectativa, base do humor, não só torna o processo criativo prazeroso como nos faz querer mais dele. Deixo, então, um convite para você usar sua flexibilidade cognitiva e responder: por que o macaco-prego não gosta de entrar no mar? Não é porque ele enferruja&#8230; </p>
<p align="justify">  <em> Suzana Herculano-Houzel, neurocientista, professora da UFRJ, autora do livro &#8220;Fique de Bem com o Seu Cérebro&#8221; (Editora Sextante) e do site O Cérebro Nosso de Cada Dia (http://www.cerebronosso.bio.br). Artigo publicado na “Folha de SP”.  </em>  <a href="http://www.jornaldaciencia.org.br/Detalhe.jsp?id=57101" target="_blank">  <em> Acese aqui </em>  </a>  <em> .  </em>  </p>
<p>Postado por: <a href="http://mauricioserafim.com.br">Mauricio Serafim</a><br/><br/><a href="http://mauricioserafim.com.br/criatividade-e-os-dois-lados-do-mesmo-crebro/">Criatividade e os dois lados do mesmo c&#233;rebro</a></p>
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		<title>Criatividade e neurociência</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Jun 2008 21:49:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauricio Serafim</dc:creator>
				<category><![CDATA[neurociencia]]></category>
		<category><![CDATA[vida]]></category>

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		<description><![CDATA[O que, afinal, a neurociência pode dizer sobre o processo de inovação? Por Suzana Herculano-Houzel Um dos lados divertidos de ser neurocientista de plantão são os convites para falar para públicos diferentes, e na semana passada lá fui eu falar no workshop de inovação de uma empresa de perfumes e cosméticos. O tema? Criatividade. Ótima [...]<p>Postado por: <a href="http://mauricioserafim.com.br">Mauricio Serafim</a><br/><br/><a href="http://mauricioserafim.com.br/criatividade-e-neurocincia/">Criatividade e neurociência</a></p>
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			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">  <strong> O que, afinal, a neurociência pode dizer sobre o processo de inovação? </strong>  </p>
<p align="justify"> Por  <em> Suzana Herculano-Houzel </em>  </p>
<p align="justify"> Um dos lados divertidos de ser neurocientista de plantão são os convites para falar para públicos diferentes, e na semana passada lá fui eu falar no workshop de inovação de uma empresa de perfumes e cosméticos. O tema? Criatividade. Ótima chance para usar meu lado criativo e montar uma palestra diferente das habituais -mas não sem antes uma hesitação: o que, afinal, a neurociência pode dizer sobre o processo de inovação? </p>
<p align="justify"> Muita coisa. A começar pela falta de originalidade: você já notou que, nos filmes de ficção científica, os alienígenas são sempre variações sobre humanos, répteis, polvos e outros bichos com tentáculos ou seres amorfos, como amebas? Na melhor das hipóteses, os criadores apelam para seres invisíveis que dominam seres humanos. Por que tanta falta de criatividade? </p>
<p align="justify"> No final dos anos 1990, quando se tornou possível acompanhar a atividade cerebral em voluntários acordados e saudáveis, o neurocientista inglês Stephen Kosslyn mostrou que a imaginação -a capacidade de visualizar mentalmente o que não está acessível aos olhos ou a outros sentidos- usa as mesmas partes do cérebro que recebem informações dos sentidos. </p>
<p align="justify"> Acontece que, desde os anos 1970, sabemos que os sentidos dependem de experiência para se firmarem no cérebro. Daí, por exemplo, a importância de corrigir o estrabismo cedo: se o cérebro não tiver experiência com imagens convergentes dos dois olhos ao mesmo tempo, ele não aprende a enxergar profundidade e pode acabar praticamente cego para um dos olhos. </p>
<p align="justify"> O mesmo vale para sons, cheiros e imagens que não vemos nunca: o cérebro não aprende a percebê-los. Um cérebro que nunca viu movimento, por exemplo, não sabe o que fazer com isso. E um que nunca viu araras ou ultravioleta não sabe imaginar o que é uma arara ou a cor do ultravioleta. Se a imaginação depende dos sentidos e os sentidos, de experiência, então a imaginação depende de experiência. </p>
<p align="justify"> A boa notícia é que a experiência que nos limita a criatividade é algo que se adquire, podendo ser desenvolvida. Quanto mais ricas em variedade forem nossas experiências sensoriais, mais elementos teremos para combinar de maneiras inusitadas e criativas. A má notícia é que, se somos limitados pela experiência, posso abandonar minhas esperanças de um dia ver um extraterrestre realmente diferente nos filmes -enquanto um de verdade não vier à Terra&#8230; </p>
<p align="justify">  <em> Suzana Herculano-Houzel </em> , neurocientista, professora da UFRJ, autora do livro &#8220;Fique de Bem com o Seu Cérebro&#8221; (Editora Sextante) e do site O Cérebro Nosso de Cada Dia (http://www.cerebronosso.bio.br). Artigo publicado na “Folha de SP” (19/6/2008).  <a href="http://www.jornaldaciencia.org.br/Detalhe.jsp?id=56807" target="_blank"> Via Jornal da Ciência </a> . </p>
<p>Postado por: <a href="http://mauricioserafim.com.br">Mauricio Serafim</a><br/><br/><a href="http://mauricioserafim.com.br/criatividade-e-neurocincia/">Criatividade e neurociência</a></p>
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		<title>Neurociência do amor</title>
		<link>http://mauricioserafim.com.br/neurociencia-do-amor/</link>
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		<pubDate>Thu, 20 Dec 2007 15:20:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauricio Serafim</dc:creator>
				<category><![CDATA[neurociencia]]></category>
		<category><![CDATA[vida]]></category>

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		<description><![CDATA[Dar apoio moral é uma grande demonstração de amor, crucial para manter saudável a resposta ao estresse de quem o recebe. Mas dar carinho a quem se ama é a mais inequívoca demonstração de amor, tão importante que conta com um sistema de nervos específico para detectá-la. Por isso, não basta amar; é preciso fazer [...]<p>Postado por: <a href="http://mauricioserafim.com.br">Mauricio Serafim</a><br/><br/><a href="http://mauricioserafim.com.br/neurociencia-do-amor/">Neurociência do amor</a></p>
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			<content:encoded><![CDATA[<blockquote>
<div align="justify"> Dar apoio moral é uma grande demonstração de amor, crucial para manter saudável a resposta ao estresse de quem o recebe. Mas dar carinho a quem se ama é a mais inequívoca demonstração de amor, tão importante que conta com um sistema de nervos específico para detectá-la. Por isso, não basta amar; é preciso fazer o outro se sentir amado. </div>
</blockquote>
<div align="justify"> Trecho do texto de Suzana Herculano-Houzel na Folha de S.Paulo a respeito de algumas descobertas da neurociência sobre o amor ( <a href="http://www1.folha.uol.com.br/fsp/equilibrio/eq2012200706.htm" target="_blank"> assinantes acessam aqui </a> ). </div>
<p>Postado por: <a href="http://mauricioserafim.com.br">Mauricio Serafim</a><br/><br/><a href="http://mauricioserafim.com.br/neurociencia-do-amor/">Neurociência do amor</a></p>
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		<title>Experiência fora do corpo é reproduzida em laboratório</title>
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		<pubDate>Fri, 24 Aug 2007 15:54:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauricio Serafim</dc:creator>
				<category><![CDATA[ciencia]]></category>
		<category><![CDATA[neurociencia]]></category>
		<category><![CDATA[reportagem]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>

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		<description><![CDATA[Via Agência FAPESP &#8211; Com o uso de realidade virtual para misturar sinais sensoriais que chegam ao cérebro, cientistas europeus induziram voluntários a experiências extracorpóreas, sugerindo uma explicação científica para o fenômeno normalmente considerado produto de ilusão ou de ficção. A visão de seus corpos transferidos para outro local &#8211; graças ao equipamento &#8211; associada [...]<p>Postado por: <a href="http://mauricioserafim.com.br">Mauricio Serafim</a><br/><br/><a href="http://mauricioserafim.com.br/experiencia-fora-do-corpo-e-reproduzido-em-laboratorio/">Experiência fora do corpo é reproduzida em laboratório</a></p>
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">  <a href="http://somostodosum.ig.com.br/conteudo/imagem/4578.jpg" target="_blank">  <img src="http://somostodosum.ig.com.br/conteudo/imagem/4578.jpg" align="right" hspace="10" title="Experiência fora do corpo é reproduzida em laboratório" alt="Experiência fora do corpo é reproduzida em laboratório" />  </a> Via  <em> Agência FAPESP </em>  &#8211; Com o uso de realidade virtual para misturar sinais sensoriais que chegam ao cérebro, cientistas europeus induziram voluntários a experiências extracorpóreas, sugerindo uma explicação científica para o fenômeno normalmente considerado produto de ilusão ou de ficção. </p>
<p align="justify"> A visão de seus corpos transferidos para outro local &#8211; graças ao equipamento &#8211; associada à sensação de serem tocados simultaneamente fez com que voluntários sentissem que estavam se movendo fora de seu corpo físico, de acordo com dois artigos publicados na edição desta sexta-feira (24/8) da revista Science. </p>
<p align="justify"> Uma desconexão entre os circuitos cerebrais que processam esse tipo de informação sensorial pode ser responsável por algumas das experiências extracorpóreas, segundo os autores. </p>
<p align="justify">  [...]  Para os pesquisadores, casos que envolvem a sensação de sair do corpo e vê-lo a partir de uma perspectiva externa podem estar relacionados, em parte, com o uso de drogas, ataques epiléticos e outros tipos de distúrbios cerebrais. </p>
<p align="justify"> Ao projetar a consciência de uma pessoa em um corpo virtual, as técnicas utilizadas nesses estudos poderiam, segundo os autores dos estudos, ser úteis para treinamento em delicadas tarefas de “teleoperação”, como a realização remota de cirurgias. </p>
<p align="justify">  As conclusões das pesquisas também poderiam ajudar a eliminar o estigma imputado a pacientes de distúrbios neurológicos que têm essas experiências, freqüentemente atribuídas a uma imaginação ativa ou a algum tipo de fenômeno paranormal. De acordo com os pesquisadores, os estudos têm potencial de ajudar a resolver antigas questões sobre como o ser humano percebe seu próprio corpo. </p>
<p align="justify">  <a href="http://www.agencia.fapesp.br/boletim_dentro.php?id=7648" target="_blank">  <em> Leia o artigo na íntegra aqui </em>  </a> . </p>
<p>Postado por: <a href="http://mauricioserafim.com.br">Mauricio Serafim</a><br/><br/><a href="http://mauricioserafim.com.br/experiencia-fora-do-corpo-e-reproduzido-em-laboratorio/">Experiência fora do corpo é reproduzida em laboratório</a></p>
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		<title>Riso e sociedade</title>
		<link>http://mauricioserafim.com.br/riso-e-sociedade/</link>
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		<pubDate>Sun, 12 Aug 2007 13:03:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauricio Serafim</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Neurocientistas da Universidade de Maryland, nos Estados Unidos, descobriram que a risada tem pouco a ver com senso de humor e é, na verdade, uma ferramenta de instinto de sobrevivência para animais que convivem em sociedade. Há séculos, teóricos como Platão. Aristóteles, Kant e Freud tentaram explicar o riso baseados na premissa errada de que [...]<p>Postado por: <a href="http://mauricioserafim.com.br">Mauricio Serafim</a><br/><br/><a href="http://mauricioserafim.com.br/riso-e-sociedade/">Riso e sociedade</a></p>
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			<content:encoded><![CDATA[<blockquote>
<p align="justify"> Neurocientistas da Universidade de Maryland, nos Estados Unidos, descobriram que a risada tem pouco a ver com senso de humor e é, na verdade, uma ferramenta de instinto de sobrevivência para animais que convivem em sociedade. Há séculos, teóricos como Platão. Aristóteles, Kant e Freud tentaram explicar o riso baseados na premissa errada de que eles estariam explicando também o que seria o humor. </p>
<p align="justify">  [...]  O estudo também mostrou que a maioria das pessoas (principalmente as mulheres) riem mais enquanto conversam do que os outros que lhe ouvem, usando as risadas como um tipo de pontuação para suas sentenças. É um processo em grande parte involuntário. As pessoas podem conter o riso, mas poucos conseguem forçar o riso de forma convincente. </p>
<p align="justify"> Portanto, os pesquisadores concluiram que o ato de rir é um dos sinais sociais mais honestos porque é difícil de ser fingido. Ele é uma espécie de fóssil do comportamento, que evidencia as raizes que todos os seres humanos, e talvez todos os mamíferos, têm em comum. A risada primitiva, então, evoluiu como um dispositivo sinalizador com a função de destacar a compreensão de interação amigável entre duas pessoas. </p>
<p align="justify"> Os humanos começam a rir aos quatro meses e depois progridem das cócegas para mecanismos mais sofisticados, como piadas. O riso pode ser usado para reforçar os laços de solidariedade e identidade de um grupo, ao satirizarem e isultarem pessoas de fora da unidade, mas é sobretudo um &#8220;lubrificante&#8221; social. É uma maneira de fazer amigos e também de deixar claro quem pertence a quais posições na hierarquia do status social. </p>
</blockquote>
<p align="justify"> Via revista Galileu.  <a href="http://revistagalileu.globo.com/Revista/Galileu/0,,EDG76691-7962,00.html" target="_blank"> Acesse o texto na íntegra aqui </a> . </p>
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		<title>Altruísmo vigiado</title>
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		<pubDate>Sat, 28 Jul 2007 12:45:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauricio Serafim</dc:creator>
				<category><![CDATA[ética]]></category>
		<category><![CDATA[ciencia]]></category>
		<category><![CDATA[neurociencia]]></category>
		<category><![CDATA[reportagem]]></category>
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		<description><![CDATA[[...] Nos nossos comportamentos mais cotidianos, o olhar do outro e a percepção que nós temos dele desempenham um papel determinante. Este aspecto é evidenciado por um estudo realizado por dois pesquisadores alemães, Manfred Milinski (do Instituto Max-Planck de Plön) e Bettina Rockenbach (da Universidade de Erfurt), publicado na edição de 27 de julho da [...]<p>Postado por: <a href="http://mauricioserafim.com.br">Mauricio Serafim</a><br/><br/><a href="http://mauricioserafim.com.br/altruismo-vigiado/">Altruísmo vigiado</a></p>
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			<content:encoded><![CDATA[<blockquote>
<p align="justify">  [...]  Nos nossos comportamentos mais cotidianos, o olhar do outro e a percepção que nós temos dele desempenham um papel determinante. Este aspecto é evidenciado por um estudo realizado por dois pesquisadores alemães, Manfred Milinski (do Instituto Max-Planck de Plön) e Bettina Rockenbach (da Universidade de Erfurt), publicado na edição de 27 de julho da revista &#8220;Science&#8221;. </p>
<p align="justify"> A partir da combinação de experiências que foram inspiradas nos estudos do comportamento animal, na sociologia e nas neurociências, os autores concluem que o fato de se saber observado conduz a se mostrar mais altruísta. Com isso, o desenho de um par de olhos sobre uma caixa para gorjetas incita os fregueses de uma cafeteria a darem mais dinheiro do que diante da representação de uma flor. </p>
<p align="justify"> Uma tão grande interferência de um olhar exterior decorre de bases biológicas, situadas numa região do cérebro, o sulco temporal superior, da qual as representações imagéticas cerebrais mostram que ela é mobilizada pelo reconhecimento dos olhos de um vis-à-vis, nas situações de comunicação social. A resposta do córtex é particularmente pronunciada em presença apenas dos olhos, isolados do restante do rosto. Uma experimentação revela que a simples imagem de um par de olhos estilizados, quando reproduzida na tela de um computador, é suficiente para modificar o comportamento do seu usuário.  [...]  </p>
<p align="justify">  [...]  Em última instância, o observador pode decidir que o altruísmo do observado, mesmo que simulado, é benéfico. Talvez seja esta a explicação, conforme sugerem os autores, dos totens que foram erguidos por certas civilizações, nos quais olhos onividentes vigiam, zelando para que cada indivíduo dê mostras &#8211; com sinceridade ou duplicidade &#8211; de um comportamento desinteressado proveitoso para a comunidade. </p>
</blockquote>
<p align="justify"> Da reportagem &#8220;O altruísta, o olho e o totem&#8221;, publicado no Le Monde e no UOL. Leia a versão na íntegra em  <a href="http://noticias.uol.com.br/midiaglobal/lemonde/2007/07/28/ult580u2587.jhtm" target="_blank"> português aqui </a>  (apenas para assinantes). </p>
<p>Postado por: <a href="http://mauricioserafim.com.br">Mauricio Serafim</a><br/><br/><a href="http://mauricioserafim.com.br/altruismo-vigiado/">Altruísmo vigiado</a></p>
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		<title>Julgamento moral e emoção: comprovação experimental</title>
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		<pubDate>Thu, 24 May 2007 20:01:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauricio Serafim</dc:creator>
				<category><![CDATA[ética]]></category>
		<category><![CDATA[neurociencia]]></category>
		<category><![CDATA[cerebro]]></category>
		<category><![CDATA[emocao]]></category>
		<category><![CDATA[moral]]></category>

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		<description><![CDATA[Emoções e decisões morais Por Fernando Reinach A relação entre a moral e as emoções é parte subjacente da trama de grande parte dos romances, filmes e novelas. Nossas decisões morais são influenciadas por nossas emoções ou seriam as emoções efeitos de nossos conflitos morais? Até recentemente esse tipo de problema pertencia ao campo da [...]<p>Postado por: <a href="http://mauricioserafim.com.br">Mauricio Serafim</a><br/><br/><a href="http://mauricioserafim.com.br/julgamento-moral-e-emocao-comprovacao-experimental/">Julgamento moral e emoção: comprovação experimental</a></p>
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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">  <span style="font-weight:bold;"> Emoções e decisões morais </span>  </p>
<p style="text-align:justify;"> Por  <em> Fernando Reinach </em>  </p>
<p style="text-align:justify;"> A relação entre a moral e as emoções é parte subjacente da trama de grande parte dos romances, filmes e novelas. </p>
<p style="text-align:justify;"> Nossas decisões morais são influenciadas por nossas emoções ou seriam as emoções efeitos de nossos conflitos morais? Até recentemente esse tipo de problema pertencia ao campo da filosofia e da psicologia, mas agora neurocientistas estão abordando essas questões experimentalmente. </p>
<p style="text-align:justify;"> Imagine que você se defronte com o seguinte problema: um pequeno vagão vem descendo sem controle por um trilho que desemboca em uma bifurcação. </p>
<p style="text-align:justify;"> Cabe a você operar um comando que determina se o vagão vai para a direita ou para a esquerda. Se você desviá-lo para a esquerda ele vai atropelar e matar cinco pessoas. Se você desviá-lo para a direita ele vai matar uma única pessoa. </p>
<p style="text-align:justify;"> Diante desse dilema moral, a grande maioria das pessoas escolhe a solução do mal menor: desvia o vagão para a direita sacrificando um para salvar cinco. </p>
<p style="text-align:justify;"> Imagine agora que o vagão vem descendo a ladeira em direção às cinco pessoas, mas, antes, vai passar por baixo de uma ponte. Você está em cima da ponte e tem de tomar uma decisão. Ou não faz nada e deixa as cinco pessoas morrerem ou agarra uma pessoa que está em cima da ponte e a lança sobre os trilhos para parar o vagão. </p>
<p style="text-align:justify;"> Apesar de o número de pessoas mortas ser idêntico em cada opção (cinco mortes ao invés de uma), a grande maioria das pessoas prefere deixar as cinco pessoas morrerem a tomar a atitude de fisicamente jogar uma pessoa inocente nos trilhos e causar sua morte. </p>
<p style="text-align:justify;"> Recentemente, esse e outros experimentos do mesmo tipo foram repetidos com pacientes com uma lesão no córtex pré-frontal. </p>
<p style="text-align:justify;"> Seis pacientes foram escolhidos pelo fato de terem lesões causadas por tumores ou por derrames em uma região específica do cérebro que, se destruída, reduz a capacidade da pessoa de sentir emoções como empatia, culpa ou vergonha. </p>
<p style="text-align:justify;"> Apesar de não sentirem essas emoções, os pacientes tinham capacidade de raciocínio e inteligência normais. O que foi observado é que os pacientes com a lesão tomavam as mesmas decisões que as pessoas normais quando as escolhas morais não envolviam aspectos sentimentais muito próximos ao indivíduo. </p>
<p style="text-align:justify;"> Assim, nos exemplos acima, esses pacientes reagiram da mesma maneira que pessoas normais no caso do desvio do vagão. </p>
<p style="text-align:justify;"> Ao contrário das pessoas normais, mesmo quando a decisão envolvia pessoas próximas, os pacientes com a lesão tendiam a escolher a opção lógica. No exemplo da ponte, não hesitavam em atirar uma pessoa da ponte para salvar outras cinco. </p>
<p style="text-align:justify;"> A conclusão desse estudo é que nossas decisões morais são intrinsecamente dependentes de fatores emocionais, mas que essa influencia só altera o julgamento quando a decisão moral envolve pessoas ou situações muito próximas ao sujeito. </p>
<p style="text-align:justify;"> Esse resultado não é inesperado, afinal a própria Justiça reconhece que o julgamento moral das pessoas pode ser bloqueado quando a decisão envolve pessoas ou situações muito próximas a cada um de nós. </p>
<p style="text-align:justify;"> O interessante é que, pela primeira vez, se obtém comprovação experimental para essa observação, inclusive com o mapeamento das regiões do cérebro envolvidas nos fenômenos. </p>
<p style="text-align:justify;"> Aos poucos a biologia vai explicando fenômenos mentais que antes pareciam exclusividade da filosofia. </p>
<p style="text-align:justify;">  <a href="http://www.jornaldaciencia.org.br/Detalhe.jsp?id=47252" target="_blank"> Artigo publicado em O Estado de S.Paulo, 24.05.2007 </a> . </p>
<p>Postado por: <a href="http://mauricioserafim.com.br">Mauricio Serafim</a><br/><br/><a href="http://mauricioserafim.com.br/julgamento-moral-e-emocao-comprovacao-experimental/">Julgamento moral e emoção: comprovação experimental</a></p>
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		<title>Cérebro moral</title>
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		<pubDate>Tue, 22 Aug 2006 15:14:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauricio Serafim</dc:creator>
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		<category><![CDATA[comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[neurociencia]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma ótima reportagem publicada na revista da Fapesp sobre o atual estágio das pesquisas sobre o cérebro no Brasil. Destaque para as pesquisas que relacionam a capacidade ética e de julgamento moral com as funções cerebrais. Uma conclusão da pesquisa &#8211; que provavelmente poderá gerar controvérsias &#8211; afirma que decisões egoístas e as balizadas por valores morais correspondem [...]<p>Postado por: <a href="http://mauricioserafim.com.br">Mauricio Serafim</a><br/><br/><a href="http://mauricioserafim.com.br/cerebro-moral/">Cérebro moral</a></p>
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p> <a href="http://www.revistapesquisa.fapesp.br/?art=3024&amp;bd=1&amp;pg=1&amp;lg=" target="_blank">  <img src="http://www.revistapesquisa.fapesp.br/arq/r/pt/159/art3024img2.jpg" alt="Cérebro moral" hspace="10" width="200" height="154" align="right" title="Cérebro moral" />  </a> </p>
<p align="justify"> Uma  <a href="http://www.revistapesquisa.fapesp.br/?art=3024&amp;bd=1&amp;pg=1&amp;lg=" target="_blank"> ótima reportagem </a>  publicada na revista da Fapesp sobre o atual estágio das pesquisas sobre o cérebro no Brasil. Destaque para as pesquisas que relacionam a capacidade ética e de julgamento moral com as funções cerebrais. Uma conclusão da pesquisa &#8211; que provavelmente poderá gerar controvérsias &#8211; afirma que decisões egoístas e as balizadas por valores morais correspondem à mesma àrea do cérebro. </p>
<p align="justify">
<p align="justify">
<p align="justify">  <a href="http://www.revistapesquisa.fapesp.br/?art=3024&amp;bd=1&amp;pg=1&amp;lg=" target="_blank">  </a>  </p>
<p>Postado por: <a href="http://mauricioserafim.com.br">Mauricio Serafim</a><br/><br/><a href="http://mauricioserafim.com.br/cerebro-moral/">Cérebro moral</a></p>
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