Expanda seus limites

9 de abril de 2011 por Mauricio Serafim
Categorias: arte, vida

Campanha "Rethink Possible" da AT&T. Via coluna de Ricardo Setti .

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Musas da música (25): Esperanza Spalding – Performs at the White House Poetry Jam

20 de março de 2011 por Mauricio Serafim
Categorias: musica

Talentosa e encantadora. Impressão minha ou está tendo nestes últimos anos uma grande leva de mulheres muito talentosas na música?

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Curtindo o carnaval

4 de março de 2011 por Mauricio Serafim
Categorias: musica

Vou me ausentar por uns dias daqui e deixo com vocês uma ótima música para curtir o carnaval. Eu vou nesse ritmo. Até a volta!

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Em algum lugar da Itália (4)

3 de março de 2011 por Mauricio Serafim
Categorias: arte

Em algum lugar da Itália (4)

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Para começar a semana da volta às aulas 2011.1

20 de fevereiro de 2011 por Mauricio Serafim
Categorias: musica

É neste ritmo. Vamos lá!

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Entre as realidades que contam

27 de janeiro de 2011 por Mauricio Serafim
Categorias: arte, poesia

Este é um poema inédito em português de Andrea Paganini (www.andreapaganini.ch), um poeta suíço e especialista da literatura italiana. Ele o cedeu gentilmente para este blog. Tradução de Licia Paglione e Mauricio C. Serafim.

Tra le realtà che contano

Lo maggior don che Dio per sua larghezza
fesse creando, e a la sua bontate
più conformato, e quel ch’e’ più apprezza,
fu de la volontà la libertate;
di che le creature intelligenti,
e tutte e sole, fuoro e son dotate.
(Dante, Paradiso, V, 19-24)

Tra le realtà che contano,
Dante, tu che percosso fosti
entro la mortal vita
da un fulgore in che tua voglia venne,
qual è la più importante:
amore o libertà?
(Ché Dio ha amato,
ma amore non ha imposto…)

A me, nella Commedia
e in mezzo al nostro viaggio,
saziato – e ancora attratto – da un barlume,
l’essenziale par d’intendere
che sia la libertà
(ma libertà dell’altro:
amore mio).

Entre as realidades que contam

O maior dom que Deus por sua generosidade
Fez criando, e a Sua bondade
mais adequado, e aquele que Ele mais valoriza
foi a liberdade da vontade;
da qual as criaturas inteligentes,
e todas e apenas elas, foram e são dotadas.
(Dante, Paraíso, V, 19-24)

Entre as realidades que contam
Dante, tu que foste atingido
pela vida mortal
por um brilho na qual o teu desejo veio,
qual é a mais importante:
amor ou liberdade?
(Porque Deus amou,
mas amor não obrigado…)

Para mim, na Comédia
e no meio da nossa viagem,
saciado – e ainda atraído – por uma claridade,
parece que entender que o essencial
é a liberdade
(mas a liberdade do outro: meu amor) .
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Laços morais e o trabalho artesanal

27 de janeiro de 2011 por Mauricio Serafim
Categorias: administracao, arte

 

Mas qual a raiz da desvalorização do trabalho artesanal? Segundo os manuais de gestão, o ponto de inflexão deu-se pela consolidação da linha de produção fordista e pela disseminação dos princípios de administração científica, que ocorreram no início do século XX. Esses fenômenos gêmeos aumentaram significativamente a produtividade, reduziram custos de manufatura e criaram as bases para a sociedade de produção e consumo em massa. Como efeito colateral, eles marginalizaram o trabalho artesanal. A separação entre o planejamento do trabalho (realizado por especialistas e gerentes) e a execução do trabalho (realizado mecanicamente por operários) destruiu algumas características que proviam satisfação intrínseca ao trabalho.

Esse movimento, que começou na indústria, avança agora firme no setor de serviços. Os bancos, as seguradoras e os hospitais têm processos que estão sendo cientificamente racionalizados, como se fossem linhas de produção. A separação que ocorreu com o trabalho industrial está agora ocorrendo com o trabalho no setor de serviços: enquanto os gestores se atolam em reuniões, PowerPoints e ­e-mails, o trabalho nos porões das centrais de atendimento e nos centros de serviços sofre forte padronização e rotinização.

Crawford é claro em sua valorização dos laços morais que ligam os trabalhadores ao seu trabalho e os empreendedores aos seus consumidores, laços que não deveriam ser tão prontamente sacrificados no altar da eficiência e do crescimento. O esfacelamento desses laços desencoraja a prudência e pode provocar efeitos nefastos. Não faltam recalls de produtos ou crises financeiras para ilustrar o argumento.

Trecho do artigo de Thomaz Wood Jr .

Via Blog de Pedro Bendassolli .

 

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Musas da música (24): Katharine McPhee – I’ve Got You Under My Skin

15 de janeiro de 2011 por Mauricio Serafim
Categorias: musica

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