Música [2] – O amanhã que perdi (Amaryon)

16 de maio de 2009 por Mauricio Serafim
Categorias: musica

Segunda música do álbum da Amaryon . No processo de sua gravação uma das coisas mais bacanas foi encontrar o timbre da guitarra que faz o riff no início e no final da música. Confira.

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O Amanhã que Perdi

(Mauricio Serafim/Rafael Viscardi)

Existem novas certezas
Que me levam a errar
Mas os meus antigos erros
Me deixaram só

O amanhã / que chegou / pra você
Eu perdi / mas ninguém
Levará o dia em que venci
O meu ontem / será você
E hoje eu sei
Que o amanhã chegou
E eu não quis ver o que vi

Existem outras coisas
Que me fazem tentar
Mas os meus novos erros
Fizeram voltar

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Café com elegância

16 de maio de 2009 por Mauricio Serafim
Categorias: arte

Café com elegância

Via Flickr de Rene de Paula Jr.

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Música [1] – Nenhum de nós (Amaryon)

19 de abril de 2009 por Mauricio Serafim
Categorias: arte, musica

Primeira música do álbum da Amaryon gravado em 2003. Foram dois meses intensos de gravação em um verão escaldante. Mas o processo de criação dá um prazer tão intenso que o calor, a insegurança, a pressão e a ansiedade se transformam em pequenos detalhes.

Sempre achei que a letra da canção Nenhum de Nós tem um toque existencialista. Vocês podem conferir a seguir.

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Nenhum de Nós

(Mauricio Serafim/Rafael Viscardi)

Estamos sós e nenhum de nós
Sabe onde quer chegar
Estamos sós e nenhum de nós
Sabe quando vai chegar

E chegamos tarde
E não temos mais nada, não!
Se nem na verdade
Encontro uma solução

Alguns de nós ficam sós
Por não saber parar
Alguns de nós ficam sós
Por não saber a quem falar

E parando tarde
Não escutamos mais nada, não!
Se a realidade
Fez do futuro uma intenção

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No name

6 de abril de 2009 por Mauricio Serafim
Categorias: poesia

Sou de um lugar onde tudo tem nome
Onde tudo deve ter sentido
E todos são alguma coisa

Vivo num lugar onde devo saber quem sou
O que quero
E exatamente para onde vou

Estou num lugar onde vejo o mundo por conceitos
As pessoas se relacionam por categorias
E me defino por um arranjo de definições

Não conheço
Mas tento imaginar um lugar
Onde não precisaria pensar criticamente
Apenas olhar, simplesmente.

Lagoa, outono de 2009.

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Posso ver o futuro, por Ana Cristina Braga Martes

28 de janeiro de 2009 por Mauricio Serafim
Categorias: poesia

Posso ver o futuro, por Ana Cristina Braga Martes

Posso ver o futuro
Nenhuma casa, nem roupa.
Agora apenas cenários e fantasias
sob o designo estrito de cada um dos atores.
Tão Individuais, quanto previsíveis.
Só os papeis é que serão puro improviso.

Ana Cristina Braga Martes

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Beleza das coisas banais

7 de janeiro de 2009 por Mauricio Serafim
Categorias: arte

Beleza das coisas banais

O site ArtsBlog expõe algumas fotos de Roberto Bernardi que fotógrafo objetos do cotidiano em uma releitura da natureza morta.

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Um poema perdido

4 de janeiro de 2009 por Mauricio Serafim
Categorias: poesia

Há 5 anos comprei algo pra você

E você comprou algo pra mim também

Não lembro bem o que foi

Mas isso não importa

Lembro apenas que gostamos

Tomávamos café quando eu disse

Que você era importante

Por que eu cuidava de você

E você me cuidava

Acho até que me cuidava de mim

Recordei isso hoje

Na lembrança

Que o aroma desse frio da chuva trouxe

Nesta noite… que fico comigo mesmo

Sem cuidar de ninguém

Nem de mim

Desistido.

 

Numa noite fria de janeiro de 2003.

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Calendário 2009, por Annie Leibovitz

3 de janeiro de 2009 por Mauricio Serafim
Categorias: arte

Calendário 2009, por Annie Leibovitz

Fotografia baseada na Fontana di Trevi em Roma

Do site Obvious :

Annie Leibovitz dispensa apresentações. É uma fotógrafa de reconhecido talento e autora de algumas das mais emblemáticas imagens que uma câmara fotográficas alguma vez captou. Quem não se lembra das impressionantes fotografias de Jonh Lennon nu agarrado à sua companheira Yoko Ono, capa da Rolling Stone, ou da não menos famosa capa da Vanity Fair em que Demi Moore grávida exibia a sua nudez? Tudo isto torna o trabalho da fotógrafa imensamente procurado. Recentemente, aceitou um convite da empresa de cafés italiana Lavazza que pretendia publicar um calendário com publicidade aos seus produtos. Leibovitz aproveitou bem a oportunidade e recriou em filme alguns dos grandes ícones da arte italiana.

Todas as imagens reflectem uma enorme criatividade e sentido de humor. Leibovitz mistura conhecidas obras romanas, como a Loba do Capitólio ou uma Vénus, sem esquecer as dos mestres renascentistas, como Leonardo da Vinci ou Botticelli, com cenários modernos e modelos de carne e osso, todos portadores de uma chávena de café Lavazza na mão. O resultado é espantoso. A publicidade confunde-se com arte. Levantamos apenas um pouco do véu: há doze meses para ver…

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