Influência da educação no desenvolvimento econômico

11 de setembro de 2006 por Mauricio Serafim
Categorias: administracao, economia, educacao, reportagem

Influência da educação no desenvolvimento econômico Notícia da Rede Gife, por Rodrigo Zavala – Por que o Brasil cresce economicamente em níveis tão baixos se comparado a países em similar grau de desenvolvimento, como os seus pares na América Latina ou a China e a Índia? A questão foi o cerne da Avaliação da Economia do Conhecimento no Brasil, cujos resultados preliminares foram divulgados pelo Banco Mundial.

Na prática, trata-se de um benchmarking do Brasil com 128 países, incluindo China, Coréia, Chile, Argentina, Colômbia e países-membros da Organização de Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). “O objetivo foi responder por que o Brasil se desenvolve em níveis mais baixos em comparação a outros países em igual situação”, afirma Alberto Rodriguez, especialista em educação responsável pelo estudo.

Segundo a avaliação, comparativamente, não há como alegar que o Brasil não cresce apenas por questões macroeconômicas ou por um sistema de inovações. A melhoria da eficiência e da efetividade geral do ensino e dos sistemas de treinamento, atrelado a uma aproximação da academia ao setor industrial, são os caminhos indicados pelo banco. Isto é, a melhoria da educação brasileira em prol de um modelo de desenvolvimento. ( leia mais aqui ).

Prêmio Valor Social 2006

11 de setembro de 2006 por Mauricio Serafim
Categorias: administracao, informacao

O Prêmio Valor Social, oferecido pelo jornal Valor Econômico , é uma homenagem às empresas que têm no compromisso com a sociedade um critério de excelência e de gestão. Estão previstas uma premiação resultante da votação popular e outra conferida por uma banca de especialistas (jornalistas, representantes do governo, ONGs e empresários). Acesse aqui a página do prêmio. Para o regulamento, acesse aqui .

Fazer negócios no Brasil: ainda é difícil

7 de setembro de 2006 por Mauricio Serafim
Categorias: administracao, informacao

Num relatório do Banco Mundial divulgado ontem, o “Fazendo Negócios” (Doing Business), mostra o custo regulamentar para fazer negócios num país e pode ser usados para análise de regulamentações específicas que melhoram ou dificultam investimentos, produtividade e crescimento.

Fazer negócios no Brasil: ainda é difícil O índice do Banco Mundial leva em conta dez fatores diferentes como a dificuldade de abrir e fechar um negócio, os trâmites burocráticos em relação a licenças e a obtenção de crédito, entre outros.

A comparação se estende a 175 países e o Brasil está não consegue um bom desempenho no que se refere à facilidade de se fazer negócios. Dos 17 países da América Latina, o Brasil ficou em décimo quarto,e num ranking mundial ocupa a posição 121. No relatório, o organismo destacou os países que mais fizeram reformas para melhorar o ambiente de negócios, o que fez com que subissem no ranking. Entre as reformas destacadas, o Brasil só aparece como tendo feito uma: melhora no cumprimento de contratos. Para se ter uma idéiam, o Brasil é o país latino-americano onde mais demora para se abrir um negócio: em média 152 dias. Isso é mais de cinco vezes o prazo necessário no México ou no Chile. Para conhecer melhor os dados acerca do Brasil, acesse aqui . Para uma boa reportagem sobre o assunto, acesse aqui . Esses dados podem levantar a questão sobre o ambiente institucional pouco propício ao empreendedorismo no Brasil. Os dados chocam com a idéia difundida que o Brasil é um dos países mais empreendedores do mundo. Depende de como se entende esse empreendedorismo. Tratei deste assunto ( clique aqui ) e os fatos fazem sentido, se levarmos em conta os dados ojetivos e não uma percepção subjetiva de como as coisas são no Brasil.  

Carreira e casamento

24 de agosto de 2006 por Mauricio Serafim
Categorias: administracao, comportamento, empresa, sociedade

Do site Blue Bus :

Sob o titulo ‘Don’t Marry Career Women’ (Não se casem com mulheres que têm carreiras), a revista Forbes publicou há 2 dias em seu site uma materia que alerta os homens. Diz que estudos de cientistas sociais indicam que os riscos de dificuldades no casamento são mais altos quando elas são career women . As mulheres com carreiras enfrentam maior probabilidade de se divorciarem, são mais inclinadas a trair, menos propensas a ter filhos – e se são mães, têm maior chance de não estarem felizes com a situaçao. A repercussão do texto foi negativa, ‘fora e dentro da empresa’, admite a Forbes. Ontem a revista acrescentou uma réplica – ‘Don’t Marry A Lazy Man’ (Não se casem com homens preguiçosos). Abre com a sugestão de que as mulheres perguntem a seus homens – ‘Quando foi a ultima vez que você aprendeu alguma coisa util em casa ou no trabalho?’”.

Leia os dois textos aqui (em inglês). Escrevi com o Pedro Bendassolli para a GV-executivo um texto relacionado com esse tema . Acredito que o dilema entre a vida profissional e a vida pessoal está mais complexa para as mulheres. E a opção de muitas delas estão deixando os homens, como direi, meio que perdidos.

Síndrome do esgostamento profissional

16 de junho de 2006 por Mauricio Serafim
Categorias: administracao, reportagem

Síndrome do esgostamento profissional A matéria publicada na revista Mente & Cérebro aborda a síndrome do esgotamento profissional ou, como também é chamada, síndrome de bournout (do inglês to born out , consumir-se, queimar-se por completo, extinguir-se). Ela é gerada quando sincronizamos a nossa vida com a vida profissional, e tudo gira em torno do nosso trabalho ou carreira. Os sintomas, que podem demorar alguns anos para se manifestar, vão de problemas físicos, como dores constantes de cabeça e distúrbios estomacais, a problemas psicológicos, como depressão, cinismo e frustração.

Para artigos científicos sobre o tema, acesse aqui .

 

 

 

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