Ser revolucionário: versão atual
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Eu li um texto de Carla Rodrigues comentando o livro “Devagar”, do jornalista Carl Honoré (Record, R$ 39, 350p.), e me deparei com uma frase que achei muito pertinente para esses “novos” tempos: cada vez mais, ser normal é ser revolucionário.
E o que é ser normal nos dias de hoje? É ter senso do ridículo, ter discernimento do que é certo e do que é errado fazer, ser honesto com os outros e consigo, ser leal com aqueles que confiam em suas palavras, ter vida fora do trabalho, saber fazer outras coisas além das atividades profissionais, saber relativizar o que dizem ser importante para nós, saber viver o momento presente e, ao mesmo tempo, saber incorporar o aspecto do “longo prazo”, não ter medo de responsabilidades e compromissos, ter senso de honra e nobreza, é poder pagar as contas em dia e saber apreciar as nuanças da vida.


