Redes sociais e pobreza
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Pois é, quem não faz, outros acabam fazendo. Mais ou menos há seis anos, na aula de sociologia econômica no doutorado, estávamos discutindo o texto do Granovetter sobre imersão social e na discussão tive uma idéia/hipótese que gostaria de ter desenvolvido: “pobreza é falta de relações”. O tempo passou e fui para outras searas, mas esse tema sempre me sensibilizou.
E hoje fiquei feliz ao ler uma reportagem da Agência Fapesp abordando justamente a relação entre as redes sociais e pobreza. O estudo foi realizado por Eduardo Marques, professor do Departamento de Ciência Política da Universidade de São Paulo (USP) e pesquisador do Centro de Estudos da Metrópole (CEM). Os resultados indicam que membros de redes com grande homofilia – com parceiros de contato com mesmo perfil socioeconômico e demográfico – têm maior dificuldade para conseguir um emprego, e menor acesso a informação, repertórios e oportunidades.
Esses resultados são esperados de acordo com os conceitos de laços fortes e fracos da teoria das redes sociais. A riqueza do trabalho está em aplicar essas teorias para entender o fenômeno multidimensional da pobreza.
Para ler a reportagem completa, acesse aqui .



Interessantissimo!! Grazie!
Mi fai pensare che in Italia ci sono alcuni sociologi dell’Università di Bologna (Pierpaolo Donati, Giovanni Pieretti, Castrignano) che sviluppano un approccio definito “relazioanle”, anche per lo studio della povertà. In particolare Pieretti parla di “povertà relazionale” distinguendola da un’altra definizione di povertà che potrebbe sembrare simile, ma non lo è: la “povertà relativa”. Mentre la prima è legata alla mancanza di legami, la seconda nasce dal confronto (competizione) sociale (un po’ a la Veblen). Queste idee forse si potrebbero vedere anche in rapporto, rispettivamente, con i concetti di “bene relazionale” e di “bene posizionale” (nei termini in cui ne parla L. Bruni)
;o) …solo idee… se possono essere utili!