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Palestra2018-05-18T17:25:02+00:00

Virtudes como pilares da liderança

O cenário de incertezas agravado pela crise econômica, política e moral demanda por líderes de caráter, firmes em suas convicções e capazes de fazer a diferença em seu ambiente organizacional.

As virtudes humanas possibilitam o desenvolvimento da liderança em sua completude, incentivando que colaboradores também as expressem. Tais virtudes aumentam a capacidade de ação do líder e melhoram a atmosfera de confiança, o que se traduz, na prática, em organizações mais humanizadas, sustentáveis e rentáveis.

A palestra busca promover a excelência pessoal por meio do desenvolvimento das principais virtudes que constituem os pilares da verdadeira liderança.

Público a que se destina: Gestores e líderes em suas organizações e a todos que almejam exercer a liderança.

Assédio moral nas organizações: conhecer para prevenir

Assédio moral pode ser entendido como uma agressão psicológica intencionalmente direcionada a uma pessoa (em alguns casos a um grupo ou equipe), de forma contínua, constante e deliberada. Na grande maioria dos casos, essa agressão atinge a saúde física e mental do agredido por meio da desestabilização emocional, além de prejudicar o ambiente organizacional, ocasionando queda de produtividade, aumento de despesas e depreciação da imagem perante acionistas, clientes, fornecedores e a mídia.

Porém, há ainda muita confusão acerca do que é o assédio moral. Torna-se imprescindível conhecê-lo, estabelecendo fronteiras entre a autoridade legítima e o assédio moral para que os gestores identifiquem os tipos de relacionamentos no ambiente de trabalho que podem levar a esse problema, de modo a preveni-los e saber como proceder em caso de denúncia.

Público a que se destina: Gestores e líderes de organizações do setor privado, público ou da sociedade civil que desejam conhecer melhor, prevenir e como conduzir denúncias de assédio moral.

Por que a ética importa: promovendo a saúde moral para o bom desempenho das organizações

Os escândalos de corrupção envolvendo gestores de empresas privadas e estatais, políticos e governantes suscitam o debate sobre a ética nos negócios e na administração pública. Além de prejudicar acionistas, funcionários, clientes, fornecedores e cidadãos, comportamentos reprováveis degradam o ambiente de trabalho e econômico.

Pesquisas nos últimos anos demonstram que em ambientes organizacionais nos quais predomina o comportamento ético, promove-se um bom clima de trabalho, reforça-se os laços de confiança, aumenta-se o engajamento dos gestores e funcionários, e diminui-se o absenteísmo, os problemas de saúde, bem como os custos de monitoração e de transação. Todos esses fatores em conjunto contribuem para a otimização do desempenho organizacional.

Para tanto, faz-se necessário saber como promover a saúde moral da organização, criando um contexto no qual todos os membros têm a possibilidade de agir moralmente, tanto em suas práticas internas quanto externas, estabelecendo-se um senso de justiça, dignidade e integridade para com todos.

Público a que se destina: Gestores e líderes de empresas privadas e estatais, órgãos públicos e organizações da sociedade civil que buscam aprimorar a saúde moral de suas organizações, com vistas a torná-las mais sustentáveis, humanizadas e rentáveis.

Espiritualidade como um bem necessário à gestão e ao ambiente de trabalho

Nas últimas duas décadas a importância da dimensão espiritual nas organizações vem ganhando destaque nas pesquisas e debates no campo da Gestão, relacionando tal dimensão com temas como desempenho organizacional, liderança e condução de equipes, estratégia e tomada de decisão, diversidade religiosa/espiritual no local de trabalho, comportamento ético e comprometimento organizacional. Isso é devido, entre outros fatores, ao reconhecimento de que há uma dimensão espiritual da qual o ser humano é constituído e da necessidade de considerá-lo como um ser integral em seu ambiente do trabalho.

Além da melhoria da qualidade de vida e dos vínculos entre gestores e colaboradores, a valorização da espiritualidade na gestão organizacional pode agregar valor econômico, pois favorece um ambiente fraterno e de confiança mútua, elementos fundamentais para o aprimoramento da produtividade.

A proposta da palestra é oferecer reflexões e insights para gestores de empresas e organizações com vistas ao desenvolvimento de competências para lidar com a dimensão espiritual nas organizações.

Público a que se destina: Gestores e líderes de organizações privadas, abrangendo também organizações sem fins lucrativos – tais como organizações religiosas (igrejas e paróquias), hospitais e escolas confessionais, ONGs e fundações – que lidam no seu cotidiano com a dimensão religiosa/espiritual e a contemplam no seu modelo de gestão e atuação.

Como ser um homem nos dias de hoje: a masculinidade no mundo corporativo

Há mais de 40 anos o papel do homem vem sendo redefinido no mundo ocidental. Desde então, houve uma crescente confusão sobre o que é e como, de fato, tornar-se um homem.

A palestra é um compartilhamento de minhas experiências pessoais e estudos sobre a masculinidade. É uma conversa cuja intenção é convidar os homens a iniciarem uma jornada de autoconhecimento, uma descoberta de si mesmo, superarem os estereótipos e as respostas prontas, propondo uma noção mais lúcida e saudável de virilidade e masculinidade.

São reflexões e insights para ajudar a compreender o que é um “homem de verdade” – virtuoso, íntegro e de caráter – e sugerir alguns caminhos de como é possível se desenvolver como tal, tendo como enfoque o ambiente corporativo.

Público a que se destina: Homens que exercem cargos de gestão e liderança que buscam a autorrealização e melhor performance profissional a partir do autoconhecimento. E, ainda, mulheres que desejam compreender mais o universo masculino.

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