Categorias: arte, musica
Hoje é o aniversário do grande maestro Ennio Morricone, que completa 81 anos. Deixo aqui minha admiração por esse compositor cujas músicas me proporcionam experiências estéticas ímpares.
Via Blog da Cultura.
Hoje é o aniversário do grande maestro Ennio Morricone, que completa 81 anos. Deixo aqui minha admiração por esse compositor cujas músicas me proporcionam experiências estéticas ímpares.
Via Blog da Cultura.
Abaixo reproduzo o artigo publicado na coluna de Augusto Nunes que, para mim, é um ótimo retrato sobre a nossa condição moral. Crescido nos anos 1980 – sob a defesa da cidadania, direitos da mulher, entre outras coisas que hoje não parecem ser mais tão importantes – nunca imaginei que iríamos regredir culturalmente. Sempre acreditei que minha geração iria presenciar avanços importantes nas instituições democráticas, no direito individual e no respeito à mulher. A expulsão de Geisy da Uniban mostra que eu estava errado.
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Por Augusto Nunes
O monumento ao primitivismo que começou a ser erguido na noite de 22 de outubro, quando centenas de alunos do campus de São Bernardo protagonizaram a tentativa de linchamento da moça do vestido curto, foi inaugurado com a expulsão de Geisy Arruda e a aprovação, com louvor, dos agressores. A nota divulgada pela direção da Uniban, com o título A educação se faz com atitude e não com complacência, faz sentido nestes tempos estranhos. Num Brasil pelo avesso, o certo virou errado e o errado virou certo.
Como o culpado é inocente, Antonio Palocci pode estuprar a conta do caseiro, o MST pode invadir o que vier pela frente, José Sarney pode continuar engordando o prontuário de matar de inveja um general do PCC. Como o inocente é culpado, Francenildo Costa não pode queixar-se da condenação ao desemprego, os fazendeiros não podem invocar o direito de propriedade nem alegar que as terras são produtivas. Por divulgarem verdades sobre um homem incomum, o Estadão merece censura e merecem pancadas jornalistas que escrevem livros contando um pouco do muitíssimo que fez o dono do Maranhão.
Como o que era já não é, diplomas de universidades estrangeiras agora equivalem a atestados de elitismo. Devem ser transferidos da parede para o porão, antes que os diplomados sejam considerados inimigos do Grande Ignorante e, portanto, da pátria. Falar e escrever direito é coisa de preconceituoso, miudezas desprezíveis para um enviado da Divina Providência. O brasileiro tem de aprender a desaprender, porque é de linguagem chula que o povo gosta, é palavrório grosseiro o que o povo quer.
A minissaia foi inventada em 1960, os trajes das universitárias hoje sessentonas eram bem mais ousados. Mas um microvestido ficou moderno demais, porque o país está avançando para trás. A sindicância interna concluiu que Geisy teve “uma postura incompatível com o ambiente da universidade, frequentando as dependências da unidade em trajes inadequados”.
A sorte é que jovens de boa família estavam lá para defender “os princípios éticos, a dignidade acadêmica e a moralidade” desrespeitados pela moça desvestida de vermelho. “A atitude provocativa da aluna resultou numa reação coletiva de defesa do ambiente escolar”, descobriu a Uniban.
Vinte anos depois da queda do Muro de Berlim, a Uniban transformou o campus de São Bernardo no muro da boçalidade. A expulsão do vestido curto riscou a fronteira que separa o país moderno do Brasil primitivo. A turma das cavernas está do lado de lá.
fonte: Veja.
Um material muito interessante que traz eventos, autores e sua época relacionados à sociologia econômica. Acesse aqui.
Fonte: FONTELLA, Odil Matheus. Sociologia Econômica: épocas e eventos. Curso, texto de apoio. Programa de Pós-Graduação em Sociologia (PPGS), Instituto de Filosofia e Ciências Humanas (IFCH), Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Porto Alegre, maio de 2009.
Trabalho apresentado na disciplina de Sociologia Econômica e Organizações do mestrado profissional em Administração da ESAG/UDESC.
Trabalho
Foi publicada esta semana pela Agência FAPESP uma entrevista com a profa. Ana Cristina Braga Martes sobre o campo da Sociologia Econômica e o lançamento de seu livro.
A profa. Ana Cristina foi nossa convidada como palestrante no I Seminário de Sociologia Econômica e Organizações que aconteceu na ESAG/UDESC no último dia 26.
Confira a entrevista completa aqui.
Uma versão bem humorada sobre o Dilema do Prisioneiro. Se você acredita na revolução, não assista :-)

Cecile Raud, professora do Departamento de Ciências Sociais da UFSC, fará muita falta.
Cecile era francesa de nascimento e faleceu na tarde desta terça-feira, dia 27, em Florianópolis. Integrava o corpo docente do Departamento de Sociologia e Ciência Política da UFSC.
Autora de primeira grandeza da Sociologia Econômica no Brasil, seus temas de estudo eram Estado, Mercado, Empresariado e Sistema Financeiro, Meio Ambiente e Desenvolvimento Rural e Urbano.
Coordenava o Núcleo de Estudos Sociológicos do Mercado (Nusmer) www.nusmer.ufsc.br e integrava o corpo docente da Pós-graduação em Sociologia Política (PPGSP). Também era pesquisadora do Núcleo Interdisciplinar em Sustentabilidade e Redes Agroalimentares.
Graduou-se em Ciências Econômicas e Comerciais pela École Supérieure des Sciences Economiques et Commerciales (ESSEC), França, onde também obteve o mestrado. Seu doutorado foi em Sociologia do Desenvolvimento pela École des Hautes Etudes en Sciences Sociales (EHESS), França.
Fez dois Pós-Doutorados: em Sociologia, na Université de Paris IX, Paris-Dauphine (U.P. IX), França, e em Sociologia Econômica e Política, na Wageningen University (WUNI), Holanda.
Fonte: Agecom/UFSC
Preparei esta apresentação para uma oficina durante a IV Semana de Pesquisa da ESAG/UDESC. É bem introdutória, para aqueles que estão familiarizados apenas com o trio orkut, msn e e-mail.