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Via blog da Cátia.
Hoje tive uma agradável surpresa ao me deparar com o post no blog de Zélia Reichert.
A canção é esta aqui:
“Meu advogado diz que posso processar a escola porque eles estão violando meu direito de ser estúpido”.
Dizem que você deve ter muita paixão pelo que faz, o que é absolutamente verdadeiro. E isso porque [a tarefa] é tão difícil que, sem paixão, qualquer pessoa racional desistiria. É realmente muito árduo. E é preciso persistir durante muito tempo. Assim, se você não amar a coisa, se não se divertir com ela, de fato não se empolgará e desistirá. E isso acontece com a maioria das pessoas. Se você olhar para as pessoas que realmente são ‘bem-sucedidas’ aos olhos da sociedade, e para aquelas que não o são, as que alcançaram o sucesso amavam o que faziam e eram capazes de perseverar quando a jornada se tornava mais dura. E as pessoas que não amavam o que faziam, entregaram os pontos, porque não são malucas, certo? Quem aguenta, se não for movido por amor? É muito aborrecimento, o tempo todo ― se você não amar o que faz, estará condenado ao fracasso…
Minha apresentação do tema “Economia de Comunhão” na mesa redonda “Alternativas ao capitalismo”, organizada pelo Departamento de Economia da PUC-SP em 04/10/2011. A mesa contou com a participação do prof. Ladislau Dowbor.
Eu estava um pouco disperso na primeira parte da minha fala, tanto que errei o título do livro de Guerreiro Ramos “A nova ciência das organizações”. Mas depois fiquei mais à vontade. Para quem se interessar, minhas anotações podem ser acessadas aqui.
Foi uma experiência bem interessante e me deu muitos subsídios para pensar.
1) as grandes inovações na economia são sempre ligadas às pessoas.
2) não é verdade que as empresas de sucessos respondem sempre às necessidades dos consumidores.
3) grandes pessoas, com capacidade de fazer grandes coisas, não são nostálgicos. O futuro pode ser melhor que o passado.
sem dúvida se foi um grande homem.
Via Luigino Bruni. Fonte da foto aqui.