Categorias: educacao
“Meu advogado diz que posso processar a escola porque eles estão violando meu direito de ser estúpido”.
“Meu advogado diz que posso processar a escola porque eles estão violando meu direito de ser estúpido”.
Dizem que você deve ter muita paixão pelo que faz, o que é absolutamente verdadeiro. E isso porque [a tarefa] é tão difícil que, sem paixão, qualquer pessoa racional desistiria. É realmente muito árduo. E é preciso persistir durante muito tempo. Assim, se você não amar a coisa, se não se divertir com ela, de fato não se empolgará e desistirá. E isso acontece com a maioria das pessoas. Se você olhar para as pessoas que realmente são ‘bem-sucedidas’ aos olhos da sociedade, e para aquelas que não o são, as que alcançaram o sucesso amavam o que faziam e eram capazes de perseverar quando a jornada se tornava mais dura. E as pessoas que não amavam o que faziam, entregaram os pontos, porque não são malucas, certo? Quem aguenta, se não for movido por amor? É muito aborrecimento, o tempo todo ― se você não amar o que faz, estará condenado ao fracasso…
Minha apresentação do tema “Economia de Comunhão” na mesa redonda “Alternativas ao capitalismo”, organizada pelo Departamento de Economia da PUC-SP em 04/10/2011. A mesa contou com a participação do prof. Ladislau Dowbor.
Eu estava um pouco disperso na primeira parte da minha fala, tanto que errei o título do livro de Guerreiro Ramos “A nova ciência das organizações”. Mas depois fiquei mais à vontade. Para quem se interessar, minhas anotações podem ser acessadas aqui.
Foi uma experiência bem interessante e me deu muitos subsídios para pensar.
1) as grandes inovações na economia são sempre ligadas às pessoas.
2) não é verdade que as empresas de sucessos respondem sempre às necessidades dos consumidores.
3) grandes pessoas, com capacidade de fazer grandes coisas, não são nostálgicos. O futuro pode ser melhor que o passado.
sem dúvida se foi um grande homem.
Via Luigino Bruni. Fonte da foto aqui.
Entre os tantos assuntos que a literatura brasileira não aborda ou aborda mal, está o da chamada “cultura corporativa”, sobretudo na superposição com a cultura brasileira. Este é um dos países que menos respeitam o horário do trabalhador, que não raro fica muito mais tempo no serviço do que o contratado, sem receber os respectivos direitos, isso quando são formalizados. Como os laços pessoais sempre aparecem no lugar dos méritos profissionais, os ambientes se convertem em simulacros de famílias, em chacrinhas afetivas, com todos os exageros e atritos que os ambientes domésticos costumam ter. Aí é um tal de fofoca, assédio, gente se metendo folgadamente no assunto dos outros; confunde-se colega com amigo, quando na realidade o bom coleguismo é que já é raro. Chefes querem que subordinados os copiem em tudo e boicotam sua vida fora da empresa; em troca, o estresse sobe a níveis desnecessários, botando tensão onde deveria haver talento.
Texto de Daniel Piza, na mosca.