O valor do esforço

21 de julho de 2009 por Mauricio Serafim
Categorias: em_geral

Isaac Asimov, num conto com mais de cinquenta anos publicado nos Nove Amanhãs, relata a seguinte história. Num futuro imaginário, as crianças brincam 364 dias por ano e um dia por ano o seu cérebro fica ligado a uma máquina com discos que lhes administram automaticamente todos os conhecimentos de que necessitam. Assim fazem toda a escolaridade e aprendem tudo o que precisam, da primária à Universidade. Todos menos um rapazito.

Desde os 7 anos de idade este rapaz foi obrigado a aprender à maneira antiga: estudando, tendo aulas, esforçando-se, compreendendo, investindo o seu tempo. Enquanto os seus amigos brincavam 364 dias por anos, ele estudava. E assim foi, para sua grande frustração, incompreensão e mesmo revolta, até à idade adulta.

Nessa altura foi chamado pelas classes governantes da sociedade. Começa por expor toda a sua revolta. Porque é que me trataram assim? Porque é eu tive de me esforçar para aprender por mim próprio tudo aquilo que ensinaram aos outros sem esforço? E a resposta foi “Porque tu foste escolhido para escrever os próximos discos.

Trecho de um post muito interessante no blog De Rerum Natura sobre a utilidade da matemática. Via blog Dúvida Metódica.

Boas experiências trazem felicidade

11 de julho de 2009 por Mauricio Serafim
Categorias: academia, ciencia, pesquisa

Boas experiências trazem felicidade

De acordo com um novo estudo , “as experiências do ato de comprar, e não a posse material daquilo que se compra, que leva a uma maior felicidade, tanto para o comprador, quanto para as pessoas à sua volta.” Vale a pena conferir aqui .

Há pensamento sério no Brasil? Eduardo Giannetti [parte 1]

11 de julho de 2009 por Mauricio Serafim
Categorias: academia, cultura, economia, educacao, filosofia, politica, sociedade

Palestra de Eduardo Giannetti promovida pelo Instituto de Formação e Educação (IFE) para o lançamento do terceiro número da revista Dicta&Contradicta . Uma ótima iniciativa e um tema pra lá de esquecido.

Gotas de lua

5 de julho de 2009 por Mauricio Serafim
Categorias: arte, vida

Gotas de lua

Por Licia Paglione

Quante gocce di luna
accese nel buio stanotte!
Lassù, in un misterioso silenzio di luce,
danzeranno fino all’alba.
Qualcuno le chiama stelle.

(Quantas gotas de lua
acesas no escuro esta noite!
Lá em cima, em um misterioso silêncio de luz
dançarão até o amanhecer.
Alguém as chama de estrelas.)

Gotas de sol

3 de julho de 2009 por Mauricio Serafim
Categorias: arte, vida

Gotas de sol

Por Ligia Paglione

Oggi c’era una luce spettacolare qui…
…era il sole:
si scioglieva in minuscole gocce,
quasi polvere di luce.
Dipingeva d’oro l’aria
e riempiva di dolcezza l’anima.

Será que é por ali?

1 de julho de 2009 por Mauricio Serafim
Categorias: arte, em_geral

Será que é por ali?

Beat it (Michael Jackson) por Andy Timmons & Steve Vai

1 de julho de 2009 por Mauricio Serafim
Categorias: arte, musica

Via Overdubbing

Como identificar um administrador

27 de junho de 2009 por Mauricio Serafim
Categorias: administracao, humor

[ em português de Portugal ]

Um homem está a conduzir o seu carro, quando a certa altura percebe que se perdeu. Dá conta de outro homem que passa por perto, encosta ao passeio e chama-o:

- Desculpe, pode dar-me uma ajuda? Prometi a um amigo encontrar-me com ele às 14h, estou meia hora atrasado e não sei onde me encontro.

- Claro que o posso ajudar. O senhor encontra-se num automóvel, entre os 38 e os 39 graus de latitude norte e os 9 e 10 graus de longitude oeste, são 14 horas, 23 minutos e 42 segundos, hoje é quarta-feira e estão 27 graus centígrados.

- O senhor é informático?

- Exactamente! Como é que sabe?

- Porque tudo o que me disse está correcto do ponto de vista técnico, mas é inútil do ponto de vista prático. De facto, não sei o que fazer com a informação que me deu e continuo aqui perdido.

- Então o senhor deve ser um gestor, certo? – responde o informático

- Na realidade sou mesmo. Mas. como percebeu?

- Muito fácil: não sabe nem onde se encontra, nem para onde ir; fez uma promessa que não faz a menor idéia de como vai cumprir e agora espera que outro qualquer lhe resolva o problema. De facto, encontra-se exactamente na mesma situação em que estava antes de nos encontrarmos, mas agora, por um qualquer estranho motivo a culpa acaba por ser minha!

Fonte: Obvious .

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