Categorias: arte, musica
Dica de Mariana Matos. Thanks ;-)
Dica de Mariana Matos. Thanks ;-)
Porque o relativismo cultural se baseia no pressuposto de que todas as interpretações são válidas. Porém, se todas as interpretações são válidas, todas serão neutralizadas por não haver um princípio ordenador. É o típico “se tudo vale, nada tem valor”. Nesse caso, a crueldade – ou seja, proporcionar sofrimentos e humilhações físicas ou morais aos outros – também será moralmente neutralizada e seremos cúmplices da injustiça. A meu ver, o relativismo cultural incentiva a crueldade ao justificar o mal.
Qual seria o critério? O que foi vivido e testado por gerações e transmitido pela tradição em forma de sabedoria: não aceitar qualquer forma de crueldade.
Não sei ao certo, mas tenho a impressão que o relativismo moral é uma boa desculpa para não se comprometer. Você não precisa tomar partido de nada e estará sempre certo. É um lugar cômodo para se estar.
Gerações de estudantes aprenderam, com o marxismo, que “os filósofos têm apenas interpretado o mundo de maneiras diferentes; a questão, porém, é transformá-lo.”
Como resultado, temos agora uma geração que quer transformar o mundo sem entendê-lo.
Hoje tive uma agradável surpresa ao me deparar com o post no blog de Zélia Reichert.
A canção é esta aqui: