Empreendedorismo – trailer do documentário Efeito Mirabolante

17 de novembro de 2009 por Mauricio Serafim
Categorias: empreendedorismo

Qual é o Limite da Imaginação?

Exemplo clássico de uma infância sem perspectiva, o garoto chamado Alan James abandonou a escola antes de concluir o ensino médio, mas decidiu que não seria mais um número negativo na estatística do país. Sua inquietude o levou a diferentes caminhos: escoteiro, vendedor de lâmpadas e torneiras, mecânico de competição e, mais tarde, de aviões. Nos hangares, trocava seu salário por horas de vôo. E assim aprendeu a voar.

Do contato com a aviação conheceu a propaganda aérea, primeiro passo de uma história de empreendedorismo que se tornaria grandiosa. A nova atividade só dava sustento por três meses de verão e, sem dinheiro pro resto do ano, percebeu que teria que voar mais alto. Assim, ganhou força a idéia de levar para frente seu projeto mirabolante.

Sócio fundador da Biruta Mídias Mirabolantes, viu a empresa nascer em um banheiro para se tornar referência em inovação no mercado de comunicação brasileiro. A empresa foi eleita um dos melhores lugares para o jovem trabalhar no Estado do Rio de Janeiro pela organização Great Place to Work, em parceria com a Associação Brasileira de Recursos Humanos (ABRH), a Biruta atende clientes como Coca-Cola, Claro, Banco do Brasil, Globo, Nestlé, Nike, Petrobrás. Em apenas cinco anos conquistou grandes prêmios nacionais e internacionais, como o Prêmio MaxiMidia e o Globes Awards Internacional e foi eleita empresa do ano pela ABP.

Você acha que a história acaba por aqui?

Hoje, ele quer ajudar outros jovens a realizarem seus sonhos e se transformarem através das suas idéias. Há pouco tempo atrás criou uma incubadora de empresas chamada Experimental AD\Venture com intuito de inserir estes jovens no mercado.

Uma produtora, formada por jovens empreendedores, resolveu converter a sua trajetória em arte. Um documentário cujo trailer será lançado na Semana Global do Empreendedorismo. Mais do que contar uma história de sucesso, Efeito Mirabolante prova que sonhos, quando encontram oportunidade, podem levar a vôos altos.

Fonte: UmpraUm

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Manifesto de repúdio do Movimento de Justiça e Direitos Humanos do Rio Grande do Sul contra a visita ao Brasil do presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad

17 de novembro de 2009 por Mauricio Serafim
Categorias: civismo, politica

O Movimento de Justiça e Direitos Humanos do Rio Grade do Sul, ao longo de sua história, vem lutando por garantir direitos e liberdades para todos os Homens. Durante a Ditadura Militar, auxiliou brasileiros e estrangeiros a fugirem dos regimes autoritários.

Com o fim da Ditadura, vem atuando na denúncia das arbitrariedades que persistem e na defesa dos cidadãos que se percebem oprimidos. Dentre estas ações, se destaca a luta contra o neonazismo, que, no Rio Grande do Sul, ataca negros, judeus, punks e outras minorias que não consideram “puras”.

Neste sentido, iniciou ação judicial que resultou na condenação de Siegfried Ellwanger, um de seus líderes, proprietário da Editoria Revisão, que publicava livros negando a existência do Holocausto.

Assim como se opõe ao estado das (boas) relações do governo brasileiro com o regime genocida de Omar Hasan Ahmad, ditador no Sudão (que extermina a população negra do sul do país desde 2003, com o resultado de, até aqui, mais de 300 mil mortos e cerca de três milhões de refugiados na região de Darfur) e da China, cujas ações no Tibet significam a morte, nos últimos 40 anos, de 1,2 milhão de pessoas e a destruição de mais de 6 mil monastérios budistas, o MJDH vem agora repudiar a decisão de convidar Mahmoud Ahmadinejad, presidente da República Islâmica do Irã, para estar no Brasil.

No Irã, os direitos humanos não existem. Os veículos de comunicação são todos controlados pelo Estado. Mulheres são açoitadas e execradas por mera suspeita de adultério; homossexuais por sua opção sexual. A liberdade religiosa tampouco existe, e minorias como os muçulmanos sunitas e bahais são perseguidas e proibidas de realizar seus cultos.

Não há real oposição política. Os partidos laicos não existem, e seus integrantes (por exemplo, os do Partido Comunista Iraniano, que auxiliaram na derrubada da Ditadura do Xã Reza Pahlavi) foram exterminados ou obrigados a viver no exílio.

Deve-se lembrar também que, quando no primeiro semestre, o MJDH se manifestou contra a presença de Ahmadinejad, já se denunciava que o Irã é o segundo país que mais aplica a pena de morte no mundo (atrás da China).

Lá, os enforcamentos são feitos em praça pública, e este foi o destino de Delara Darabi, uma jovem de 21 anos, aprisionada desde os 17 anos. Ela foi assassinada a despeito dos apelos de entidades internacionais para que a execução fosse comutada por outra pena.

Ahmadinejad também é tristemente famoso por negar o Holocausto, e suas aparições em eventos diplomáticos são boicotadas por países democráticos. Além disso, funcionários iranianos foram condenados, na Argentina (inclusive um atual ministro de estado), pelo planejamento do atentado à Associação Judaica Argentina, em Buenos Aires, em 1994.

A oposição a Ahmadinejad se repete em todo mundo, inclusive no Irã. Neste ano, após sua “reeleição”, denunciada como fraudulenta, o povo iraniano foi às ruas para protestar e acabou violentamente reprimido. A morte da jovem Neda Soltani, difundida pela Internet, mostrou a dimensão dessa opressão.

Assim, o senhor Lula da Silva estará recebendo Ahmadinejad, um fato que repudiamos, pois agride a todos que respeitam os direitos humanos fundamentais e escarnece de um país que enviou tropas para combater o nazismo e o totalitarismo genocida na 2ª Guerra Mundial.

A visita de Ahmadinejad ao Brasil é uma mancha em nossa diplomacia; ela degrada nossos ideais de justiça e liberdade. Como brasileiros livres, denunciamos a recepção deste tirano e esperamos que o governo brasileiro, se deseja realmente ocupar a vaga que merecemos, no Conselho de Segurança, mostre que o país está engajado na luta pelas liberdades, que denuncie as tiranias e nunca receba em nosso solo assassinos.

Nós, do Movimento de Justiça e Direitos Humanos, que buscamos zelar pelo primado da decência e dos valores democráticos, declaramos, nesta data que marca a libertação de nosso povo, a oposição a tal infeliz visita e requeremos que o Estado brasileiro retome sua tradição de respeito aos princípios da Declaração Universal dos Direitos Humanos de 1948.

Porto Alegre, 15 de novembro de 2009.

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O estranho mundo dos espaços masculinos

16 de novembro de 2009 por Mauricio Serafim
Categorias: sociedade

Sempre achei que a compreensão do mundo masculino foi negligenciada na discussão sobre gênero. Agora percebo que isso vem mudando, tanto no exterior quanto no Brasil. A palestra no TED de Sam Martin (legenda disponível em português) coloca mais um elemento neste caldo e mostra como todos nós, homens, precisamos de nossa Batcaverna.

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Desejar ser

15 de novembro de 2009 por Mauricio Serafim
Categorias: vida

“A mais poderosa inclinação, e o maior apetite do homem, é desejar ser. (…) Não está o erro em desejarem os homens ser; mas está em não desejarem ser o que importa.”

Padre Antônio Vieira, Sermão de Todos os Santos, no Convento de Odivelas, 1643.

Via De Rerum Natura.

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Música [4] – De tanto tentar (Amaryon)

14 de novembro de 2009 por Mauricio Serafim
Categorias: arte, musica

Quarta canção do álbum da banda Amaryon.

Audio clip: Adobe Flash Player (version 9 or above) is required to play this audio clip. Download the latest version here. You also need to have JavaScript enabled in your browser.

De tanto tentar

(Mauricio Serafim/Rafael Viscardi)

Sem nenhuma chance
Eu não quero nem tentar
Sem nenhuma chance
Eu não quero nem pensar

Tento tanto e não consigo nada
Tento tanto e não consigo vencer
Tento ser justo e não é o bastante
Tento ser honesto, mas só falta entender

Por que eu não consigo nada
Por que eu não consigo vencer
Estou entre a cruz e a espada
E a única coisa que eu faço é perder

E às vezes vem um alívio
Para poder esquecer
Um pouco de sua atenção
Para poder me refazer

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Internet e intimidade

14 de novembro de 2009 por Mauricio Serafim
Categorias: academia, ciencia, sociedade, tecnologia, vida

Gostei da palestra do TED de Stefana Broadbent e sua interpretação de como a Internet possibilita nossa intimidade nas instituições, principalmente ao permitir que possamos nos comunicar com as pessoas de quem gostamos no nosso ambiente de trabalho. De uma certa forma, a tecnologia está nos dando a liberdade de furarmos o bloqueio que a burocracia moderna estabelece a nossa vida privada.

Uma boa reflexão aos estudiosos das instituições, organizações e da burocracia.

Via Doosiê Alex Primo.

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Max Weber: Religião e economia

11 de novembro de 2009 por Mauricio Serafim
Categorias: academia, religiao, sociologia

IHU On-Line – Serão as análises de Weber sobre as religiões, em particular o cristianismo, pertinentes para uma reflexão sobre o fenômeno religioso na contemporaneidade, na qual há uma “revanche da religião”?

Colliot-Thelene – Weber deu uma grande importância para a influência que as religiões puderam exercer sobre a conformação das condutas de vida dos indivíduos, notadamente sobre suas práticas econômicas. Ele tinha a convicção, entretanto, de que nas sociedades ocidentais modernas, essa influência basicamente havia se esgotado. Podemos pensar que, diante dos diversos fenômenos do mundo contemporâneo, que se resume falando no “retorno das religiões”, ele teria modificado seu diagnóstico. O essencial é que encontramos em seus ensaios de sociologia das religiões múltiplas análises que ilustram os efeitos que as diversas religiões podem exercer sobre as condutas de vida, onde cabe a nós atualizarmos essas análises.

IHU On-Line – Para Weber, quais eram as implicações das orientações religiosas na conduta econômica das pessoas? Como ele estabelece essa relação?

Colliot-Thelene - Essas implicações divergiam conforme o estilo das religiões, em particular a natureza da “salvação” que elas deixavam seus adeptos a esperar. Do ponto de vista de seu efeito para as práticas econômicas, a diferença mais fundamental, no entender delas, era a que separa as religiões que valorizam a ação no mundo diário (o confucionismo, ou, por razões radicalmente diferentes, o protestantismo), e as que, ao contrário, têm uma atitude negativa para com este mundo e favorecem a indiferença ou o distanciamento para com ele, como o budismo, por exemplo.

Trecho da entrevista da filósofa Catherine Colliot-Thelene publicada no IHU On-line. Leia mais aqui.

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Aniversário de Ennio Morricone

10 de novembro de 2009 por Mauricio Serafim
Categorias: arte, musica

Hoje é o aniversário do grande maestro Ennio Morricone, que completa 81 anos. Deixo aqui minha admiração por esse compositor cujas músicas me proporcionam experiências estéticas ímpares.

Via Blog da Cultura.

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