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Salieri descreve a música de Mozart no filme Amadeus, em uma das cenas do cinema que mais gosto (no trecho 1:15 e 2:35).
A música completa está aqui:
Salieri descreve a música de Mozart no filme Amadeus, em uma das cenas do cinema que mais gosto (no trecho 1:15 e 2:35).
A música completa está aqui:
Falando numa perspectiva mais geral, o objetivo definitivo da tecnologia, a teleologia da techné, é substituir um mundo natural indiferente a nossos desejos – um mundo de furacões e dificuldades e corações partíveis, um mundo de resistência – por outro mundo que responda tão bem a nossos desejos a ponto de ser, com efeito, uma mera extensão do ser. Permita-me sugerir, finalmente, que o mundo do tecnoconsumismo é, portanto, incomodado pelo amor verdadeiro, restando-lhe como única escolha responder perturbando o amor.
Sua primeira linha de defesa é transformar seu inimigo em commodity.
[…] Os produtos tecnológicos de consumo nunca fariam algo tão pouco atraente, pois não são pessoas. Eles são, no entanto, grandes aliados e facilitadores do narcisismo. Além da ansiedade de serem curtidos já incorporada a eles, há também uma ansiedade de causarem boa impressão em nós. Nossas vidas parecem muito mais interessantes quando são filtradas pela interface sexy do Facebook. Somos os astros de nossos próprios filmes, fotografamos incessantemente a nós mesmos, clicamos o mouse e uma máquina confirma a sensação de que estamos no comando. E, já que nossa tecnologia não passa de uma extensão de nós mesmos, não precisamos desprezar seus traços manipuladores como faríamos no caso de pessoas reais. Trata-se de um ciclo interminável. Curtimos o espelho e o espelho nos curte. Ser amigo de uma pessoa significa apenas incluí-la na sua lista particular de espelhos elogiosos.
Trechos do texto imperdível de Jonathan Franzen no Estadão. Peguei daqui .
Wright Mills faria a festa aqui no Brasil. Peguei daqui.
Em São Paulo, uma Jornada internacional reuniu cerca de 1800 pessoas que discutiram caminhos alternativos para a superação da pobreza e a construção de uma sociedade mais justa e fraterna. Reportagem de Fernanda Postigo e Adalberto Rocha.
Diante de tudo o que acontecer no futuro sei que aprendi três coisas que ficarão para sempre gravadas com convicção no meu coração e na minha mente. A vida, inclusive a vida mais dura, é o bem mais precioso, belo, maravilhoso e milagroso do mundo. O cumprimento do próprio dever é outra coisa estupenda, que faz a nossa vida ser feliz e esta é a minha segunda convicção. A terceira é que a crueldade, o ódio, a violência e a injustiça jamais poderão suscitar um renascimento psicológico, moral ou material. O único caminho para alcançá-lo é o nobre caminho do amor criativo e generoso, não só anunciado mas também coerentemente vivido.
Pitirim Sorokin (1889-1968), sociólogo russo. Peguei daqui.
No V Encontro Nacional de Pesquisadores em Gestão Social – ENAPEGS 2011 minha coautora, Flavia Maciel, apresentou nosso artigo, que se apoiou na concepção da oikonomia para refletir sobre a ética nas organizações. Você pode acessá-lo aqui. Boa leitura!
Durante os dias 25 e 28 de maio aconteceu na cidade de Grande Vargem Paulista a Assembléia dos 20 anos da Economia de Comunhão (EdC). Foram dias de encontros, palestras, reflexões e celebração.
Uma das atividades foi o Workshop de pesquisa sobre a EdC intitulada “Em direção a uma nova cultura econômica”. Junto com Licia Paglione, apresentei o trabalho acima, que busca dar os primeiros passos no delineamento de uma abordagem que enfatiza mais a relacionalidade do que a racionalidade para se compreender a teoria substantiva das organizações.
Para saber mais sobre o evento e ler os textos que foram apresentados durante os quatro dias da Assembléia, acesse aqui.