Até ao mesmo o sol

27 de fevereiro de 2010 por Mauricio Serafim
Categorias: arte, poesia

Até ao mesmo o sol

Fino allo stesso sole

Por Licia Paglione

Piccoli nel mondo grande,
ma insieme,
come raggi dello stesso sole,
- io più piccola seguo te più grande -
cercando e correndo
in un antico e nuovo cammino
di ombra e di luce
fino allo stesso sole.

Até o mesmo sol

Pequenos no mundo grande,
mas juntos,
como raios do mesmo sol,
- eu menor seguindo você maior -
buscando e correndo
entre um antigo e novo caminho
de sombra e de luz
até ao mesmo sol.

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Coprodução – Plano de ensino 2010.1 [ Adm Pública da ESAG - UDESC ]

22 de fevereiro de 2010 por Mauricio Serafim
Categorias: administracao, educacao
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Privacidade

22 de fevereiro de 2010 por Mauricio Serafim
Categorias: comportamento, cultura, religiao, sociedade

Não se iludam. A privacidade, a existência de um espaço meu e dos meus, onde a multidão não entra, é talvez a maior conquista da civilização judaico-cristã. Destruir essa barreira sempre foi e sempre será o princípio da tirania.

A sempre provocativa pensata de João Pereira Coutinho. Leia-a na íntegra aqui.

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Links do Delicious [ 19.02.10 ]

19 de fevereiro de 2010 por Mauricio Serafim
Categorias: academia, administracao, ciencia
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Sombra e luz

17 de fevereiro de 2010 por Mauricio Serafim
Categorias: arte

Sombra e luz

Fatto di ombra da cui compare la luce. Foto enviada por Licia Paglione.

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Além da luz e da sombra – Jean-Yves Leloup

14 de fevereiro de 2010 por Mauricio Serafim
Categorias: cultura, vida

Tornar-se adulto é passar da idade dos contrários para a idade do complementar, para um outro modo de olhar as coisas. Se alguém diz algo contrário ao que penso e sou capaz de entender esse contrário como complementar, vou crescer em consciência e em compreensão. Se em vez de rejeitar ou negar alguns elementos de minha vida obscura, sou capaz de acolhê-los, tornar-me-ei mais inteiro.

A sombra é o que dá relevo à luz. Quando amamos alguém, um dos sinais de amor verdadeiro é que amamos os seus defeitos. É fácil amar os defeitos de nossos filhos. É difícil amar os defeitos dos adultos ou de nossos cônjuges. Esse amor de que falamos não significa complacência, não é dizer ao outro que me agrada o que ele tem de desagradável, pois isso seria mentira e hipocrisia. O amor de que falamos é dar ao outro o direito de ser diferente. É dar a ele o direito de experimentar sua liberdade. De experimentar em mim mesmo esta capacidade de amar o que é amável e de amar, também, o que não é amável. Dessa maneira passaremos de uma vida submissa para uma vida escolhida (p. 83).

[...] Nossa vida vale pelo olhar que é posto nela. Os olhares de juiz nos enchem de culpa. Há olhares benevolentes, misericordiosos e ao mesmo tempo, justos. Precisamos desses olhares porque todos nós temos necessidade de verdade e de sermos amados. Por vezes, os olhares que encontramos são muito amorosos, muito doces, mas falta a eles a exigência desta verdade. Outras vezes, os olhares que se colocam sobre nós são plenos de verdade e justiça, mas falta a eles a misericórdia e o amor.

[...] Há um olhar integral do qual temos necessidade a fim de nos vermos tal e qual somos. Porque a verdade sem amor é inquisição e o amor sem verdade é permissividade. Estas são reflexões gerais e cada um pode entrar em particularidades que lhes são próprias, sentindo se existe em sua vida alguém que pode suportar sua sombra sem julgá-la, apesar de não se mostrar complacente com ela. Creio que todos nós temos a necessidade, pelo menos uma vez em nossas vidas, de um tal olhar pousado sobre nós. Nesse momento não teremos mais necessidade de mentir, de nos iludirmos, de usarmos máscaras. Podemos mostrar nossa verdadeira face, nosso verdadeiro corpo, com seus desejos e seus medos. Podemos mostrar nossa verdadeira inteligência com seus conhecimentos e suas ignorâncias. Mostrar-se com o coração verdadeiro, capaz de muita ternura e também capaz de dureza e indiferença. Mostrar-se como não-perfeito, mas aperfeiçoável. Sob este olhar nossa vida pode crescer. Porque o olhar que nos julga e nos aprisiona em uma imagem nos faz ficar parados, enquanto que o outro olhar nos impulsiona a dar um passo adiante desta imagem que os outros têm de nós (p. 100).

Trechos da obra Além da luz e da sombra – sobre a arte do morrer, do viver e do ser ( Editora Vozes, 2001), de Jean-Yves Leloup. É o tipo de texto que gostaria de dizer há muito tempo mas não sabia como.

Tornar-se adulto é passar da idade dos contrários para a idade do
complementar, para um outro modo de olhar as coisas. Se alguém diz
algo contrário ao que penso e sou capaz de entender esse contrário
como  complementar, vou crescer em consciência e em compreensão. Se em
vez de rejeitar ou negar alguns elementos de minha vida obscura, sou
capaz de acolhê-los, torna-me-ei mais inteiro.

A sombra é o que dá relevo à luz. Quando amamos alguém, um dos sinais
de amor verdadeiro é que amamos os seus defeitos. E´fácil amar os
defeitos de nossos filhos. E´difícil amar os defeitos dos adultos ou
de  nossos cônjuges. Esse amor de que falamos não significa
complacência, não é dizer ao outro que me agrada o que ele tem de
desagradável pois isso seria mentira e hipocrisia. O amor de que
falamos é dar ao outro o direito de ser diferente. E´dar a ele o
direito de experimentar sua liberdade. De experimentar em mim mesmo
esta capacidade de amar o que é amável e  de amar, também, o que não é
amável.  Dessa maneira passaremos, de uma vida submissa para uma vida
escolhida. (p.83)

(…)

…Nossa vida vale pelo olhar que é posto nela.  Os olhares de juiz
nos enchem de culpa. Há olhares benevolentes, misericordiosos e ao
mesmo tempo, justos. Precisamos desses olhares porque todos nós temos
necessidade de verdade e de sermos amados. Por vezes, os olhares que
encontramos são muito amorosos, muito doces, mas falta a eles a
exigência desta verdade. Outras vezes, os olhares que se colocam sobre
nós são plenos de verdade e justiça, mas falta a eles a misericórdia e
o amor.

… Há um olhar integral do qual temos necessidade a fim de nos vermos
tal e qual somos. Porque a verdade sem amor é inquisição e o amor sem
verdade é permissividade.
Estas são reflexões gerais e cada um pode entrar em particularidades
que lhes são próprias, sentindo se existe em sua vida alguém que pode
suportar sua sombra sem julga-la, apesar de não se mostrar complacente
com ela. Creio que todos nós temos a necessidade, pelo menos uma vez
em nossas vidas, de um tal olhar pousado sobre nós. Nesse momento não
teremos mais necessidade de mentir, de nos iludirmos, de usarmos
máscaras. Podemos mostrar nossa verdadeira face, nosso verdadeiro
corpo, com seus desejos e seus medos. Podemos mostrar nossa verdadeira
inteligência com seus conhecimentos e suas ignorâncias. Mostrar-se com
o coração verdadeiro, capaz de muita ternura e também capaz de dureza
e indiferença. Mostrar-se como não-perfeito, mas aperfeiçoavel. Sob
este olhar nossa vida pode crescer. Porque o olhar que nos julga e nos
aprisiona em uma imagem faz-no ficar parados, enquanto que o outro
olhar nos impulsiona a dar um passo adiante desta imagem que os outros
têm de nós. (p.100)

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Banda Amaryon – álbum completo

13 de fevereiro de 2010 por Mauricio Serafim
Categorias: musica

Amaryon foi minha banda de 2003 a 2007. O álbum ‘Todos os tempos’ foi gravado no verão de 2003 e, agora, está disponível neste blog. Enjoy!

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Musas da música (7)- Norah Jones: Chasing Pirates

12 de fevereiro de 2010 por Mauricio Serafim
Categorias: musica

Minha marchinha para o carnaval desse ano :-)

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