Musas da música (36): Aretha Franklin – I Say A Little Prayer

20 de agosto de 2011 por Mauricio Serafim
Categorias: musica

“The Cliff Richard Show” 1970.

Para pensar

19 de agosto de 2011 por Mauricio Serafim
Categorias: politica, sociedade

“Quando você perceber que, para produzir, precisa obter a autorização de quem não produz nada; quando comprovar que o dinheiro flui para quem negocia não com bens, mas com favores; quando perceber que muitos ficam ricos pelo suborno e por influência, mais que pelo trabalho, e que as leis não nos protegem deles, mas, pelo contrário, são eles que estão protegidos de você; quando perceber que a corrupção é recompensada, e a honestidade se converte em auto-sacrifício; então poderá afirmar, sem temor de errar, que sua sociedade está condenada”.

Ayn Rand (1905-1982), filósofa russo-americana. Peguei daqui.

Origem do Programa Bolsa Família

19 de agosto de 2011 por Mauricio Serafim
Categorias: politica

O Programa [...] tem por finalidade a unificação dos procedimentos de gestão e execução das ações de transferência de renda do Governo Federal, especialmente as do Programa Nacional de Renda Mínima vinculado à Educação – Bolsa Escola, instituído pela  Lei nº 10.219, de 11 de abril de 2001 , do Programa Nacional de Acesso à Alimentação – PNAA, criado pela  Lei n o 10.689, de 13 de junho de 2003 , do Programa Nacional de Renda Mínima vinculada à Saúde – Bolsa Alimentação, instituído pela  Medida Provisória n o 2.206-1, de 6 de setembro de 2001 , do Programa Auxílio-Gás, instituído pelo  Decreto nº 4.102, de 24 de janeiro de 2002 , e do Cadastramento Único do Governo Federal, instituído pelo  Decreto nº 3.877, de 24 de julho de 2001.

Essa é a redação inicial da Lei n. 10.836, de 9 de Janeiro de 2004,  que cria o Programa Bolsa Família. Mostra claramente a unificação de 4 programas instituídos no governo anterior.

Veja também o post ‘Desmistificando o Bolsa Família’.

O que é tomar a iniciativa

18 de agosto de 2011 por Mauricio Serafim
Categorias: civismo

Via Licia Paglione.

Iluminismo e Revolução Francesa como as sementes do despotismo totalitário

12 de agosto de 2011 por Mauricio Serafim
Categorias: politica

 

Iluminismo e Revolução Francesa como as sementes do despotismo totalitário

Do mestre Peter Drucker (p. 479).  Agora entendendo o fascínio que muitos na academia brasileira nutrem plea Revolução Francesa.

Já não há mais lugar para honra e civismo – e não é de hoje

11 de agosto de 2011 por Mauricio Serafim
Categorias: ética, politica, vida

Outrora, um desonesto era algo incrível. E agora, um tipo verdadeiramente íntegro é visto como um prodígio. Quanto aos jovens, é melhor nem falar. Onde já vai o tempo em que era visto como um sacrilégio um jovem não se levantar perante um idoso? Em resumo, devoção, correcção, rectidão, palavra de honra, respeito, valor, civismo, património cultural, etc. Tudo isso desapareceu. (…) Já não há em Roma mais lugar para um bravo Romano.

Juvenal, séc. II d.C. Peguei daqui.

V Seminário de Pesquisa ORD/CIRIEC na UFSC

11 de agosto de 2011 por Mauricio Serafim
Categorias: academia, administracao, capital social, eventos, pesquisa

V Seminário de Pesquisa ORD/CIRIEC na UFSC

O Homem de mente lúcida é o náufrago

8 de agosto de 2011 por Mauricio Serafim
Categorias: em_geral

[...] Observai os que vos rodeiam e vereis como avançam perdidos em sua vida; vão como sonâmbulos, dentro de sua boa ou má sorte, sem ter a mais leve suspeita do que lhes acontece. Ouvi-los-eis falar em fórmulas taxativas sobre si mesmos e sobre seu contorno, o que indicaria que possuem idéias sobre tudo isso. Porém, se analisais superficialmente essas idéias, notareis que não refletem muito nem pouco a realidade a que parecem referir-se, e se aprofundais na análise achareis que nem sequer pretendem ajustar-se a tal realidade. Pelo contrário: o indivíduo trata com elas de interceptar sua própria visão do real, de sua vida mesma. Porque a vida é inteiramente um caos onde a criatura está perdida. O homem o suspeita; mas aterra-o encontrar-se cara a cara com essa terrível realidade, e procura ocultá-la com um véu fantasmagórico onde tudo está muito claro. Não lhe interessa que suas “idéias” não sejam verdadeiras; emprega-as como trincheiras para defender-se de sua vida, como espantalhos para afugentar a realidade.

Homem de mente lúcida é aquele que se liberta dessas “idéias” fantasmagóricas e olha de frente a vida, e se convence de que tudo nela é problemático, e se sente perdido. Como isso é a pura verdade – a saber, que viver é sentir-se perdido -, quem o aceita já começou a encontrar-se, já começou a descobrir sua autêntica realidade, já está no firme. Instintivamente, como o náufrago, buscará algo para se agarrar, e esse olhar trágico, peremptório, absolutamente veraz porque se trata de salvar-se, lhe facultará pôr ordem no caos de sua vida. Estas são as únicas idéias verdadeiras; as idéias dos náufragos. O resto é retórica, postura, íntima farsa. Quem não se sente de verdade perdido perde-se inexoravelmente; é dizer, não se encontra jamais, não topa nunca com a própria realidade.

Isto é certo em todas as ordens, ainda na ciência, não obstante ser a ciência, de seu, uma fuga da vida (a maior parte dos homens de ciência dedicaram-se a ela por terror a defrontar sua própria vida. Não são mentes claras; daí sua notória falta de jeito ante qualquer situação concreta). Nossas idéias científicas valem na medida em que nos tenhamos sentido perdidos ante uma questão, em que tenhamos visto bem seu caráter problemático e compreendamos que não podemos apoiar-nos em idéias recebidas, em receitas, em lemas nem vocábulos. Quem descobre uma nova verdade científica teve antes que triturar quase tudo que havia aprendido e chega a essa nova verdade com as mãos sangrentas por haver jugulado inumeráveis lugares comuns.

José Ortega y Gasset na obra A rebelião das massas . Peguei daqui.

 

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