Mercado para baixa renda
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Acredito que essa idéia (leia texto aqui) seria muito interessante para a Economia de Comunhão. Incluir os empobrecidos não apenas por meio de uma ajuda financeira ou por um posto de trabalho, mas tbém pelo consumo, oferecendo-lhes produtos e serviços compatíveis com o seu poder aquisitivo. Como escreve José Paulo Kupfer (e que concordo):
É curioso e paradoxal que uma eventual inclusão econômica do século XXI possa se dar pelo lado mais inesperado: a adaptação do mercado ao padrão de consumo dos mais pobres. Paradoxal, curioso ou não, esse é um movimento que parece tomar corpo e para o qual, em lugar de fechar os olhos, o mais sensato deveria ser refletir, extrair lições e aplicar a forma mais eficiente e inclusiva possível. Com sua vastíssima população de baixa renda, o Brasil só teria a ganhar se, também nesse aspecto, fizesse o dever de casa.
