‘As 3 coisas que descobri quando meu avião caiu’

10 de julho de 2011 por Mauricio Serafim
Categorias: vida

Do TED : Ric Elias tinha um assento na primeira fila no vôo 1549, o avião que pousou no rio Hudson, em Nova York em janeiro de 2009. O que passou pela sua mente quando o avião desceu desgovernado? No TED, ele conta sua história ao público pela primeira vez.

Aventura infinita

8 de julho de 2011 por Mauricio Serafim
Categorias: vida

Aventura infinita

Se der tudo certo, em breve entrarei em uma aventura que depois conto para vocês.

Foto via Licia Paglione.

O amor sabe tanto quanto qualquer um

20 de junho de 2011 por Mauricio Serafim
Categorias: vida

Não, o amor sabe tanto quanto qualquer um, ciente de tudo aquilo que a desconfiança sabe, mas sem ser desconfiado; ele sabe tudo o que a experiência sabe, mas ele sabe ao mesmo tempo que o que chamamos de experiência é propriamente aquela mistura de desconfiança e amor… Apenas os espíritos muito confusos e com pouca experiência acham que podem julgar outra pessoa graças ao saber.

Soren Kierkegaard (1813-1855)

O que passa e o que fica

9 de junho de 2011 por Mauricio Serafim
Categorias: em_geral

O que passa e o que fica

Via http://janainakadosh.blogspot.com

A importância de rimar amor e dor em tempos de curtição social

6 de junho de 2011 por Mauricio Serafim
Categorias: tecnologia, vida

A importância de rimar amor e dor em tempos de curtição social

Falando numa perspectiva mais geral, o objetivo definitivo da tecnologia, a teleologia da techné, é substituir um mundo natural indiferente a nossos desejos – um mundo de furacões e dificuldades e corações partíveis, um mundo de resistência – por outro mundo que responda tão bem a nossos desejos a ponto de ser, com efeito, uma mera extensão do ser. Permita-me sugerir, finalmente, que o mundo do tecnoconsumismo é, portanto, incomodado pelo amor verdadeiro, restando-lhe como única escolha responder perturbando o amor.

Sua primeira linha de defesa é transformar seu inimigo em commodity.

[…] Os produtos tecnológicos de consumo nunca fariam algo tão pouco atraente, pois não são pessoas. Eles são, no entanto, grandes aliados e facilitadores do narcisismo. Além da ansiedade de serem curtidos já incorporada a eles, há também uma ansiedade de causarem boa impressão em nós. Nossas vidas parecem muito mais interessantes quando são filtradas pela interface sexy do Facebook. Somos os astros de nossos próprios filmes, fotografamos incessantemente a nós mesmos, clicamos o mouse e uma máquina confirma a sensação de que estamos no comando. E, já que nossa tecnologia não passa de uma extensão de nós mesmos, não precisamos desprezar seus traços manipuladores como faríamos no caso de pessoas reais. Trata-se de um ciclo interminável. Curtimos o espelho e o espelho nos curte. Ser amigo de uma pessoa significa apenas incluí-la na sua lista particular de espelhos elogiosos.

Trechos do texto imperdível de Jonathan Franzen no Estadão. Peguei daqui .

Canto à vida

4 de junho de 2011 por Mauricio Serafim
Categorias: musica, vida

Dica de @janainakadosh

Expanda seus limites

9 de abril de 2011 por Mauricio Serafim
Categorias: arte, vida

Campanha "Rethink Possible" da AT&T. Via coluna de Ricardo Setti .

Liberdade compartilhada

24 de outubro de 2010 por Mauricio Serafim
Categorias: vida

[...] Para podermos encontrar o outro, um outro inteiro, é preciso que já tenhamos realizado em nós mesmos a unidade entre o masculino e o feminino. Não se trata de procurar a outra metade, mas trata-se de procurar o outro, inteiro. Há muitos encontros de metades, mas há poucos encontros de seres inteiros. Procurar sua outra metade é sempre procurar a si mesmo, é procurar a metade que nos falta, a metade masculina ou a metade feminina. Ocorre que, quando tivermos vivido algum tempo com esta metade que veio de fora e graças a esta metade exterior integramos a nossa metade interior, poderemos nos perguntar o que faremos com essa que nos ajudou em nossa integração. Isso pode se transformar em um drama. Em um drama ou no momento em que verdadeiramente escolhemos. Porque eu não escolho mais para preencher a minha falta. Eu escolho por ele mesmo, pela sua diferença. O que era um casal se transforma em uma aliança de dois seres inteiros onde existe algo divino. O encontro entre a Sofia e o Logos, entre Yeshoua de Nazaré e Miriam de Magdala é o encontro entre dois seres inteiros.

Podemos dizer a alguém: “Não tenho mais necessidade de você, posso viver muito bem sem você, estou muito bem sozinho (é uma bela declaração de amor), mas escolhi viver com você.” Não falamos mais na ordem da necessidade, mas estamos na ordem do desejo. Não falamos da falta, mas da liberdade compartilhada. Nessa aliança existe algo de sagrado.

Texto de Jean Yves Leloup – Palavras da Fonte.

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