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Um novo livro na praça para quem lida com a pesquisa científica e precisa escrever artigos a mais artigos de sua produção. Escrito por Gilson Volpato, professor do Departamento de Fisiologia do Instituto de Biociências de Botucatu da Universidade Estadual Paulista (Unesp), a obra Pérolas da Redação Científica, publicada pela Editora Cultura Acadêmica, analisa 101 equívocos mais comuns na redação científica. O autor defende a idéia de que,
Os fundamentos da redação científica tiveram importantes transformações nos últimos anos, mas essas mudanças ainda não foram integralmente assimiladas por grande parte dos pesquisadores, que reproduzem – e muitas vezes ensinam – equívocos teóricos e conceituais que podem até mesmo retardar o avanço da ciência (via Agência Fapesp).
Volpato também é autor do livro lançado em 2007 Bases teóricas para redação científica… por que seu artigo foi negado. Para comprá-lo, acesse aqui.
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“Somente nos últimos seis meses, foram divulgados 27.335 estudos e artigos publicados em revistas científicas abordando de aspectos bioquímicos até aspectos psicológicos sobre felicidade”
Trecho da reportagem que mostra o crescente interesse da ciência pelo tema. Acesse aqui.
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Preparei esta apresentação para uma oficina durante a IV Semana de Pesquisa da ESAG/UDESC. É bem introdutória, para aqueles que estão familiarizados apenas com o trio orkut, msn e e-mail.
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Como atividade de encerramento da disciplina Tópicos Especiais – Sociologia Econômica e Organizações, oferecida no Mestrado Profissional em Administração da ESAG/UDESC, a profa. Carolina Andion, eu e os alunos estamos organizando este seminário:

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Deve-se escrever da mesma maneira como as lavadeiras lá de Alagoas fazem seu ofício. Elas começam com uma primeira lavada, molham a roupa suja na beira da lagoa ou do riacho, torcem o pano, molham-no novamente, voltam a torcer. Colocam o anil, ensaboam e torcem uma, duas vezes. Depois enxáguam, dão mais uma molhada, agora jogando água com a mão. Batem o pano na laje ou na pedra limpa, e dão mais uma torcida e mais outra, torcem até não pingar do pano uma só gota. Somente depois de feito tudo isso é que elas dependuram a roupa lavada na corda ou no varal, para secar. Pois quem se mete a escrever devia fazer a mesma coisa. A palavra não foi feita para enfeitar, brilhar como ouro falso; a palavra foi feita para dizer.
Graciliano Ramos
Via site do prof. José Eli da Veiga
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Estive vasculhando a Internet em busca de textos e informações sobre o economista Albert O. Hirschman para preparar a aula da disciplina de Sociologia Econômica do mestrado em Administração da ESAG/UDESC e me deparei com alguns links que achei interessante compartilhar.
- Possibilismo: vida e obra de Albert O. Hirschman, de Philipp H. Lepenies. Ótimo texto sobre a biografia e a vida acadêmica de Hirschman, com uma análise competente das obras de Hirschman que abordaram o tema do desenvolvimento.
- Economia e política no pensamento de Albert O. Hirschman, de Maria Valéria Junho Pena. Análise de três obras do autor: ‘Saída, voz e lealdade’, ‘As paixões e os interesses’, e ‘De consumidor a cidadão’.
- Página de Hirschman, com seu curriculum vitae, na School of Social Science, Institute for Advanced Study, onde é professor emérito.
- Prêmio Albert O. Hirschman, concedido pelo The Social Science Research Council.
- Importante artigo do próprio autor em português: Contra a parcimômia – Três maneiras fáceis de complicar algumas categorias do discurso econômico.


