Mesa Redonda na PUC-SP: Economia de Comunhão e o mercado como espaço plural

8 de outubro de 2011 por Mauricio Serafim
Categorias: economia de comunhao, eventos, inovacao

Minha apresentação do tema “Economia de Comunhão” na mesa redonda “Alternativas ao capitalismo”, organizada pelo Departamento de Economia da PUC-SP em 04/10/2011. A mesa contou com a participação do prof. Ladislau Dowbor.

Eu estava um pouco disperso na primeira parte da minha fala, tanto que errei o título do livro de Guerreiro Ramos “A nova ciência das organizações”. Mas depois fiquei mais à vontade. Para quem se interessar, minhas anotações podem ser acessadas aqui.

Foi uma experiência bem interessante e me deu muitos subsídios para pensar.

Compartilhe!
  • Mesa Redonda na PUC SP: Economia de Comunhão e o mercado como espaço plural

Plano de ensino Sociologia Econômica do mestrado #ESAG #UDESC 2011.2

1 de julho de 2011 por Mauricio Serafim
Categorias: academia, administracao, economia, educacao

Compartilhe!
  • Plano de ensino Sociologia Econômica do mestrado #ESAG #UDESC 2011.2

A invenção da igualdade de oportunidades no ambiente de trabalho

29 de junho de 2011 por Mauricio Serafim
Categorias: administracao

Novo livro de Frank Dobbin:

Equal opportunity in the workplace is thought to be the direct legacy of the civil rights and feminist movements and the landmark Civil Rights Act of 1964. Yet, as Frank Dobbin demonstrates, corporate personnel experts–not Congress or the courts–were the ones who determined what equal opportunity meant in practice, designing changes in how employers hire, promote, and fire workers, and ultimately defining what discrimination is, and is not, in the American imagination.

Dobbin shows how Congress and the courts merely endorsed programs devised by corporate personnel. He traces how the first measures were adopted by military contractors worried that the Kennedy administration would cancel their contracts if they didn’t take "affirmative action" to end discrimination. These measures built on existing personnel programs, many designed to prevent bias against unionists. Dobbin follows the changes in the law as personnel experts invented one wave after another of equal opportunity programs. He examines how corporate personnel formalized hiring and promotion practices in the 1970s to eradicate bias by managers; how in the 1980s they answered Ronald Reagan’s threat to end affirmative action by recasting their efforts as diversity-management programs; and how the growing presence of women in the newly named human resources profession has contributed to a focus on sexual harassment and work/life issues.

Inventing Equal Opportunity reveals how the personnel profession devised–and ultimately transformed–our understanding of discrimination.

Compartilhe!
  • A invenção da igualdade de oportunidades no ambiente de trabalho

Material de aula de Sociologia Econômica

24 de janeiro de 2011 por Mauricio Serafim
Categorias: academia, educacao, sociologia

Recomendo estes links interessantes que contêm áudios de aulas e outros recursos sobre a Sociologia Econômica do prof. Antony Muller (veja su CV aqui ), alemão radicado no Brasil e professor da Universidade Federal de Sergipe.

Não conhecia o trabalho do prof. Mueller e fiquei positivamente surpreso com a  quantidade de material produzido por ele . Vale a pena conferir os recursos disponibilizados e seguir seus blogs.

Compartilhe!
  • Material de aula de Sociologia Econômica

Sociologia econômica – compilações

15 de janeiro de 2011 por Mauricio Serafim
Categorias: academia, sociologia

Matheus Fontella , pesquisador coloborador do Grupo de pesquisa Trabalho na Sociedade Contemporânea da UFGRS (veja a produção do grupo aqui ) teve a gentileza de me enviar o seu trabalho de compilação comentada de obras centrais de Sociologia Econômica:

e dos principais eventos que fazem parte da história deste campo de conhecimento ( aqui ).

Ele também menciona que está liberada para consulta uma edição especial, de 2005, sobre ‘Sociologies Économiques’, da revista L’Année Sociologique, através do portal francês CAIRN. Confira aqui .

Compartilhe!
  • Sociologia econômica   compilações

Anti-capitalismo anti-lógico

14 de setembro de 2010 por Mauricio Serafim
Categorias: economia, educacao

Há muitas formas de ser anti-capitalista – assim como há muitas formas de ser anti-americano, anti-sionista ou anti-qualquer coisa… No debate público ordinário, curiosamente, o que resta é um discurso fronteiriço entre a picaretagem e a verbalização hormonal: pouco se diz a partir dos elementos lógicos e pragmáticos que justifiquem de forma mais ou menos coerente as tantas variantes éticas e intelectuais de nossas escolhas sobre as relações econômicas.

Introdução ao ótimo texto de Joel Pinheiro da Fonseca sobre a inconsistência das críticas anti-capitalistas mais comuns. Mostra a importância de pensarmos mais logicamente e menos ideologicamente (não, nem tudo é ideologia, ok?).

Compartilhe!
  • Anti capitalismo anti lógico

Sociologia econômica na ESAG/UDESC – Plano de ensino 2010

19 de julho de 2010 por Mauricio Serafim
Categorias: academia, administracao, educacao

Plano Ensino Sociologiaeconomica ESAG-UDESC 2010.2

Plano de ensino da disciplina de Sociologia Econômica que irei lecionar no mestrado em Administração da ESAG/UDESC a partir de amanhã.

Compartilhe!
  • Sociologia econômica na ESAG/UDESC   Plano de ensino 2010

Redes sociais e pobreza

7 de maio de 2010 por Mauricio Serafim
Categorias: academia, ciencia, sociologia

Redes sociais e pobreza

Pois é, quem não faz, outros acabam fazendo. Mais ou menos há seis anos, na aula de sociologia econômica no doutorado, estávamos discutindo o texto do Granovetter sobre imersão social e na discussão tive uma idéia/hipótese que gostaria de ter desenvolvido: “pobreza é falta de relações”. O tempo passou e fui para outras searas, mas esse tema sempre me sensibilizou.

E hoje fiquei feliz ao ler uma reportagem da Agência Fapesp abordando justamente a relação entre as redes sociais e pobreza. O estudo foi realizado por Eduardo Marques, professor do Departamento de Ciência Política da Universidade de São Paulo (USP) e pesquisador do Centro de Estudos da Metrópole (CEM). Os resultados indicam que membros de redes com grande homofilia – com parceiros de contato com mesmo perfil socioeconômico e demográfico – têm maior dificuldade para conseguir um emprego, e menor acesso a informação, repertórios e oportunidades.

Esses resultados são esperados de acordo com os conceitos de laços fortes e fracos da teoria das redes sociais. A riqueza do trabalho está em aplicar essas teorias para entender o fenômeno multidimensional da pobreza.

Para ler a reportagem completa, acesse aqui .

Compartilhe!
  • Redes sociais e pobreza
Página 1 de 3123