Acredite no conhecimento

21 de novembro de 2011 por Mauricio Serafim
Categorias: ciencia


Via Livros e Afins.

Compartilhe!
  • Acredite no conhecimento

Pensamento breve #1: Por que não concordo com o relativismo cultural

2 de novembro de 2011 por Mauricio Serafim
Categorias: comportamento, cultura, vida

Pensamento breve #1: Por que não concordo com o relativismo cultural

Porque o relativismo cultural se baseia no pressuposto de que todas as interpretações são válidas. Porém, se todas as interpretações são válidas, todas serão neutralizadas por não haver um princípio ordenador. É o típico “se tudo vale, nada tem valor”. Nesse caso, a crueldade – ou seja, proporcionar sofrimentos e humilhações físicas ou morais aos outros – também será moralmente neutralizada e seremos cúmplices da injustiça. A meu ver, o relativismo cultural incentiva a crueldade ao justificar o mal.

Qual seria o critério? O que foi vivido e testado por gerações e transmitido pela tradição em forma de sabedoria: não aceitar qualquer forma de crueldade.

Não sei ao certo, mas tenho a impressão que o relativismo moral é uma boa desculpa para não se comprometer. Você não precisa tomar partido de nada e estará sempre certo. É um lugar cômodo para se estar.

Compartilhe!
  • Pensamento breve #1: Por que não concordo com o relativismo cultural

Para pensar

19 de agosto de 2011 por Mauricio Serafim
Categorias: politica, sociedade

“Quando você perceber que, para produzir, precisa obter a autorização de quem não produz nada; quando comprovar que o dinheiro flui para quem negocia não com bens, mas com favores; quando perceber que muitos ficam ricos pelo suborno e por influência, mais que pelo trabalho, e que as leis não nos protegem deles, mas, pelo contrário, são eles que estão protegidos de você; quando perceber que a corrupção é recompensada, e a honestidade se converte em auto-sacrifício; então poderá afirmar, sem temor de errar, que sua sociedade está condenada”.

Ayn Rand (1905-1982), filósofa russo-americana. Peguei daqui.

Compartilhe!
  • Para pensar

Duas frases de Bertrand De Jouvenel

26 de julho de 2011 por Mauricio Serafim
Categorias: politica, sociedade

Quando o homem é declarado como ‘a medida de todas as coisas’, não haverá mais o que é verdadeiro, bom, ou justo, mas apenas opiniões de igual validez cujo conflito só poderá ser resolvido pela força política ou militar; e cada força, a seu turno, entronizará o [seu próprio conceito de] verdadeiro, bom e justo que irá durar enquanto essa força durar.

Quanto mais consideramos o assunto, mais claro se torna que a redistribuição é bem menos uma redistribuição de renda livre dos ricos para os pobres, como imaginávamos, do que uma redistribuição de poder dos indivíduos para o Estado.

Bertrand De Jouvenel (1903-1987). Via blog Pensadores Brasileiros.

Compartilhe!
  • Duas frases de Bertrand De Jouvenel

Idéias dentro e fora do lugar

19 de julho de 2011 por Mauricio Serafim
Categorias: cultura, sociedade

Idéias dentro e fora do lugar

Foto de um dos parques da cidade de Cernusco Sul Naviglio, próximo a Milão. Acervo pessoal

Domenico de Masi , professor de sociologia da Universidade La Sapienza de Roma, é conhecido no Brasil por seus trabalhos sobre a criatividade, importância do tempo livre e sociedade pós-industrial (centrada na produção de bens imateriais, como a estética). Para quem conhece um pouco a Itália ou já esteve lá, não se espanta que essas idéias sejam defendidas por um italiano. No meu entender, é o típico caso de um contexto cultural exercer forte influência sobre as idéias: são as idéias dentro do lugar.

A primeira impressão que tenho da sociedade italiana é que o senso estético inunda todos os vínculos sociais. Para citar um exemplo, por lá, quando eles gostam de um filme (mesmo os de terror), não dizem que ele é bom – como dizemos por aqui – mas que é bello , uma das palavras mais usadas por eles. Outra característica que noto é que eles levam a sério o tempo livre ( tempo libero ), uma expressão também muito usada. É o tempo do não trabalho, que eles aproveitam para freqüentarem as praças públicas a partir das 17 horas, por exemplo. Em Milão, as praças são lugares onde as pessoas podem caminhar e “dar um tempo”, ou ainda se encontrar com pessoas para conversar, comer e beber algo. E eles sabem muito bem comer e beber. A qualidade da comida que se consome cotidianamente é superior ao Brasil. Para ter essa qualidade, precisamos gastar muito mais.

E isso me faz pensar se as idéias de De Masi não ficariam um pouco fora de lugar no Brasil. De fato, elas são muito atraentes, mas me pergunto sobre a qualidade de nosso tempo livre, quando o temos. Uma questão crucial, a meu ver, é que nossos espaços públicos, onde poderíamos usufruir desse tempo, estão degradados: são feios, não oferecerem segurança, e muitas vezes distantes. Há muito a praça deixou de ser lugar de encontro e fonte do sentimento de pertença à cidade. O que deveria ser regra, é privilégio: sentar em um banco de praça sem ser perturbado ou ter medo de ser assaltado. Talvez a palavra “deveria” seja a chave. Quando uma idéia está dentro do lugar, é possibilidade, e é preciso apenas de “mudança de mentalidade”. Mas quando uma idéia está fora do lugar, vira desejo e, assim, “gostaríamos” e “deveríamos” ter essa possibilidade. E, dessa forma, continuamos a aguardar o futuro, nem que seja o do pretérito.

Publicado na GV-executivo, São Paulo, v. 7, n.1, p. 19, 2008 .

Compartilhe!
  • Idéias dentro e fora do lugar

A norma culta e elitismo

29 de maio de 2011 por Mauricio Serafim
Categorias: cultura

E agora, pensando aqui nessa tirania da norma culta, fico imaginando se ela não é empregada com esse fim, por certos fiscais dogmáticos. Não devia ser, porque, afinal, ela é necessária para preservar e aprimorar a precisão da linguagem científica e filosófica, para refinar a linguagem emocional e descritiva, para conservar a índole da língua, sua identidade e, consequentemente, sua originalidade. Ao contrário do que entendi de certas opiniões que li sobre o assunto, a norma culta não tem nada de elitista, é ou devia ser patrimônio e orgulho comuns a todos. Elitismo é deixá-la ao alcance de poucos, como tem sido nossa política.

Trecho do ótimo texto de João Ubaldo Ribeiro.

Compartilhe!
  • A norma culta e elitismo

Gestão de imagem

11 de maio de 2011 por Mauricio Serafim
Categorias: comportamento, humor

Gestão de imagem

O facebook e orkut é mais ou menos assim, né não?

Compartilhe!
  • Gestão de imagem

Cor e humor

19 de março de 2011 por Mauricio Serafim
Categorias: cultura, humor

Concordo com Carlos Pires : o que mais gosto no vídeo é o humor com que é tratado um tema tão importante e sério. Por aqui, no Brasil, já fizemos isso , mas não conseguimos fazer mais. Também pudera: até a política deixou de ser tema dos comediantes (não me refiro a fazer graça com os políticos, mas dos políticos) porque, para rir da política, basta apenas ler os jornais. Particularmente eu rio de nervoso.

Compartilhe!
  • Cor e humor
Página 1 de 41234