Categorias: administracao, economia
Olhem só que gráfico interessante. Vem daqui.
Olhem só que gráfico interessante. Vem daqui.
(…) Havia gente que dizia que a internet era um lugar alienante, onde as pessoas se ilhavam, mas, pelo contrário, onde há sociabilidade é na internet. Onde há cada vez menos sociabilidade é na vida física individual, porque as pessoas só correm, não têm tempo para nada. Há uma cultura individualista de competição no trabalho e na vida familiar, e onde as pessoas realmente se articulam socialmente é na internet e, a partir daí, desenvolvem sua própria vida. Passamos não ao mundo virtual, mas ao mundo do que chamo de virtualidade real. Não da realidade virtual, mas da virtualidade real.
A virtualidade é uma dimensão básica de nossa realidade, e é nesta articulação que se constrói nossa sociedade. E se constrói autonomamente (…).
Manuel Castells , em sua palestra “Redes sociais e transformação da sociedade”, proferida no Centro Ruth Cardoso em 16 de setembro de 2010.
Indaguei, certa feita, por que tantas ONGs sobem o morro, no Rio, ou vão à periferia, em São Paulo, para ensinar ao povo o que o povo já sabe: rap ou funk , batuque, malabarismo, artes circenses. Por que não lhes oferecer também Mozart, Manuel Bandeira ou Machado de Assis? Aquela “gente” que está lá não tem anseios distintos dos nossos, não, desde que tenha a oportunidade de alargar seu repertório. Sua origem não a condena a dormir eternamente na rede, sem direito a sonhar com a cama de ripa. [...]
E como se consegue isso? Por meio de uma educação que tenha um caráter universalista [...] . O “povo” não pode mais ser visto como uma variante antropológica, como um ser de uma outra espécie, a quem voltamos, caridosos, os olhos, certos de que ele emitirá uma mensagem para nos comover, na sua poética rusticidade.
As políticas de “promoção dos pobres” hoje em curso têm um apelo identitário: algumas oportunidades lhes são oferecidas [...] não para que deixem de ser pobres, mas para que transformem a pobreza num saber e num discurso de auto-afirmação. Pode haver preconceito mais odiento do que esse? Pode haver discriminação de classe mais evidente?
Reinaldo Azevedo vai na veia .
O “segredo” está nos mapas que têm uma edição semi-aberta. Um usuário pré-cadastrado pode inserir (plotar) pontos no mapa de locais interessantes para sair, relatos sobre um local, mas também indicar áreas perigosas na cidade. Mapear crimes.
A idéia é que as pessoas construam um mapa (em constante desenvolvimento) sobre uma cidade segundo seus próprios relatos colaboracao collaboration icolabora gov2.0 government2.0 crowdsourcing publicservices publicadministration coproducao
The chapters, written by economists, political scientists, and sociologists, address a range of empirical and theoretical issues. This book is cutting-edge addition to the field that offers fresh insights into the conceptualization, operation, sources, and consequences of social capital in Canadian society. livros_editoras capital_social sociology social_capital socialcapital diversidade pesquisa
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