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Vídeo com tradução em português que resume o projeto de Economia de Comunhão, iniciativa de uma nova abordagem econômica e gerencial iniciada pelo Movimento dos Focolares.
Vídeo com tradução em português que resume o projeto de Economia de Comunhão, iniciativa de uma nova abordagem econômica e gerencial iniciada pelo Movimento dos Focolares.
Acabou de ser publicado o primeiro número da REDEC – Revista Eletrônica de Economia de Comunhão, da qual participo como editor adjunto. Ela tem a missão de contribuir para o desenvolvimento de uma abordagem teórica da Economia de Comunhão (EdC). A revista está hospedada no Centro Loyola de Fé e Cultura da PUC-Rio e tem como editor o prof. Roberto Cintra. Foram dois anos de trabalho e perseverança para concretizar este importante instrumento de desenvolvimento e debate da EdC.
Vídeo (em italiano) que resume o projeto de Economia de Comunhão, iniciativa de uma nova abordagem econômica e gerencial iniciada pelo Movimento dos Focolares. Para comprar o vídeo completo, acesse aqui.
Via site da Economia de Comunhão.
Nos dias 14 e 16 aconteceu no Hotel Pestana em Salvador-BA, o XI Colóquio Internacional sobre Poder Local, promovido pelo Centro Interdisciplinar de Desenvolvimento e Gestão Social – CIAGS e pela Escola de Administração da UFBA.
Apresentei meu artigo Movimento dos Focolares e a Economia de Comunhão: Expressão de Economia Plural Originada da Religião (acesse aqui) na sessão Economia Plural e Solidária. Fiquei positivamente surpreso com o debate que se deu em torno do meu trabalho. Muitos ficaram curiosos, tanto que o coordenador da sessão me disse, num tom muito amigável e cordial, que a reação da platéia lhe lembrou de suas apresentações de alguns anos atrás quando estava pesquisando o Banco Palmas, na época um tema pouco conhecido. Brincou ao comparar minha apresentação do Movimentos dos Focolares e da Economia de Comunhão com um urso koala, para reforçar a impressão de ser um tema exótico aos olhos da platéia. Concordei com ele e completei dizendo que a religião é um realmente um koala na área de Administração. O que é uma pena, porque a religião é parte importante da cultura brasileira e sem ela não conseguimos explicar completamente muitos fenômenos sociais e econômicos.
A minha impressão foi que o Colóquio, por ser mais focado, teve uma qualidade melhor de debates e palestrantes do que o Enanpad. Apenas para se ter uma idéia, participou do evento Jean-Louis Laville, economista e sociólogo francês e autor fundamental na Economia Plural e Solidária, e Jean-François Chanlat, cientista social francês muito conhecido na área de estudos organizacionais pela obra O Indivíduo nas Organizações.
Voltei do evento com a esperança de que os encontros acadêmicos podem ser empolgantes. Basta centrarmos no que realmente é relevante.