Liberdade de espírito, antes de tudo

5 de janeiro de 2012 por Mauricio Serafim
Categorias: vida

Ao homem não é permitido adotar nenhuma ideologia, porque todas aspiram à preponderância, nem aderir a nenhum partido, porque o dever de todo partidário é ver, sentir e pensar partidariamente. Cumpre-lhe antes de tudo assegurar a si mesmo plena independência de pensamento e de ação, pois, sem liberdade, não pode haver justiça, a única idéia digna de ser o supremo ideal comum à sociedade humana.

Erasmo de Roterdã. Via Diplomatizzando.

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Liberdade e Igualdade

8 de dezembro de 2011 por Mauricio Serafim
Categorias: filosofia, politica

Via blog de Bruno Garschagen.

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Por que a beleza é importante

3 de dezembro de 2011 por Mauricio Serafim
Categorias: arte, filosofia

Ótimo documentário de Roger Scruton.  Ele faz afirmações fortes, como “a cultura pós-modernista é uma cultura sem amor [...] é uma tentativa de apagarmos o conhecimento [...] não mostra a realidade, mas se vinga dela”.

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Sem essa!

2 de dezembro de 2011 por Mauricio Serafim
Categorias: filosofia, humor, politica

Sem essa!

Não invente de me chamar de conservador sem a devida referência e revisão bibliográfica (by  Samantha Buglione ).

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Para pensar

19 de agosto de 2011 por Mauricio Serafim
Categorias: politica, sociedade

“Quando você perceber que, para produzir, precisa obter a autorização de quem não produz nada; quando comprovar que o dinheiro flui para quem negocia não com bens, mas com favores; quando perceber que muitos ficam ricos pelo suborno e por influência, mais que pelo trabalho, e que as leis não nos protegem deles, mas, pelo contrário, são eles que estão protegidos de você; quando perceber que a corrupção é recompensada, e a honestidade se converte em auto-sacrifício; então poderá afirmar, sem temor de errar, que sua sociedade está condenada”.

Ayn Rand (1905-1982), filósofa russo-americana. Peguei daqui.

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O Homem de mente lúcida é o náufrago

8 de agosto de 2011 por Mauricio Serafim
Categorias: em_geral

[...] Observai os que vos rodeiam e vereis como avançam perdidos em sua vida; vão como sonâmbulos, dentro de sua boa ou má sorte, sem ter a mais leve suspeita do que lhes acontece. Ouvi-los-eis falar em fórmulas taxativas sobre si mesmos e sobre seu contorno, o que indicaria que possuem idéias sobre tudo isso. Porém, se analisais superficialmente essas idéias, notareis que não refletem muito nem pouco a realidade a que parecem referir-se, e se aprofundais na análise achareis que nem sequer pretendem ajustar-se a tal realidade. Pelo contrário: o indivíduo trata com elas de interceptar sua própria visão do real, de sua vida mesma. Porque a vida é inteiramente um caos onde a criatura está perdida. O homem o suspeita; mas aterra-o encontrar-se cara a cara com essa terrível realidade, e procura ocultá-la com um véu fantasmagórico onde tudo está muito claro. Não lhe interessa que suas “idéias” não sejam verdadeiras; emprega-as como trincheiras para defender-se de sua vida, como espantalhos para afugentar a realidade.

Homem de mente lúcida é aquele que se liberta dessas “idéias” fantasmagóricas e olha de frente a vida, e se convence de que tudo nela é problemático, e se sente perdido. Como isso é a pura verdade – a saber, que viver é sentir-se perdido -, quem o aceita já começou a encontrar-se, já começou a descobrir sua autêntica realidade, já está no firme. Instintivamente, como o náufrago, buscará algo para se agarrar, e esse olhar trágico, peremptório, absolutamente veraz porque se trata de salvar-se, lhe facultará pôr ordem no caos de sua vida. Estas são as únicas idéias verdadeiras; as idéias dos náufragos. O resto é retórica, postura, íntima farsa. Quem não se sente de verdade perdido perde-se inexoravelmente; é dizer, não se encontra jamais, não topa nunca com a própria realidade.

Isto é certo em todas as ordens, ainda na ciência, não obstante ser a ciência, de seu, uma fuga da vida (a maior parte dos homens de ciência dedicaram-se a ela por terror a defrontar sua própria vida. Não são mentes claras; daí sua notória falta de jeito ante qualquer situação concreta). Nossas idéias científicas valem na medida em que nos tenhamos sentido perdidos ante uma questão, em que tenhamos visto bem seu caráter problemático e compreendamos que não podemos apoiar-nos em idéias recebidas, em receitas, em lemas nem vocábulos. Quem descobre uma nova verdade científica teve antes que triturar quase tudo que havia aprendido e chega a essa nova verdade com as mãos sangrentas por haver jugulado inumeráveis lugares comuns.

José Ortega y Gasset na obra A rebelião das massas . Peguei daqui.

 

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Duas frases de Bertrand De Jouvenel

26 de julho de 2011 por Mauricio Serafim
Categorias: politica, sociedade

Quando o homem é declarado como ‘a medida de todas as coisas’, não haverá mais o que é verdadeiro, bom, ou justo, mas apenas opiniões de igual validez cujo conflito só poderá ser resolvido pela força política ou militar; e cada força, a seu turno, entronizará o [seu próprio conceito de] verdadeiro, bom e justo que irá durar enquanto essa força durar.

Quanto mais consideramos o assunto, mais claro se torna que a redistribuição é bem menos uma redistribuição de renda livre dos ricos para os pobres, como imaginávamos, do que uma redistribuição de poder dos indivíduos para o Estado.

Bertrand De Jouvenel (1903-1987). Via blog Pensadores Brasileiros.

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O amor sabe tanto quanto qualquer um

20 de junho de 2011 por Mauricio Serafim
Categorias: vida

Não, o amor sabe tanto quanto qualquer um, ciente de tudo aquilo que a desconfiança sabe, mas sem ser desconfiado; ele sabe tudo o que a experiência sabe, mas ele sabe ao mesmo tempo que o que chamamos de experiência é propriamente aquela mistura de desconfiança e amor… Apenas os espíritos muito confusos e com pouca experiência acham que podem julgar outra pessoa graças ao saber.

Soren Kierkegaard (1813-1855)

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