Mesa Redonda na PUC-SP: Economia de Comunhão e o mercado como espaço plural

8 de outubro de 2011 por Mauricio Serafim
Categorias: economia de comunhao, eventos, inovacao

Minha apresentação do tema “Economia de Comunhão” na mesa redonda “Alternativas ao capitalismo”, organizada pelo Departamento de Economia da PUC-SP em 04/10/2011. A mesa contou com a participação do prof. Ladislau Dowbor.

Eu estava um pouco disperso na primeira parte da minha fala, tanto que errei o título do livro de Guerreiro Ramos “A nova ciência das organizações”. Mas depois fiquei mais à vontade. Para quem se interessar, minhas anotações podem ser acessadas aqui.

Foi uma experiência bem interessante e me deu muitos subsídios para pensar.

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  • Mesa Redonda na PUC SP: Economia de Comunhão e o mercado como espaço plural

Mesa-redonda na PUC-SP

3 de outubro de 2011 por Mauricio Serafim
Categorias: economia de comunhao

Nesta terça-feira participarei de uma mesa-redonda na PUC-SP como uma das atividades da Semana de Economia. Quem estiver em São Paulo, espero vê-lo por lá.

Data: terça-feira, 04/10/2011
Horário: das 19h40 às 22h00

XI. ALTERNATIVAS AO CAPITALISMO – Auditório 239
Coordenador da mesa: Prof. Claudemir Galvani

32. Economia da Comunhão
Expositor(a): Maurício Custódio Serafim (Univ. Est. Sta. Catarina)

33. Economia Solidária
Expositor(a): Prof. Ladislau Dowbor

 

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EdC – Uma economia baseada na comunhão

2 de junho de 2011 por Mauricio Serafim
Categorias: ética, cultura, economia, economia de comunhao, religiao, reportagem, sociedade

Em São Paulo, uma Jornada internacional reuniu cerca de 1800 pessoas que discutiram caminhos alternativos para a superação da pobreza e a construção de uma sociedade mais justa e fraterna. Reportagem de Fernanda Postigo e Adalberto Rocha.

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  • EdC   Uma economia baseada na comunhão

Workshop de pesquisa sobre Economia de Comunhão

1 de junho de 2011 por Mauricio Serafim
Categorias: economia de comunhao, eventos

Workshop de pesquisa sobre Economia de Comunhão Durante os dias 25 e 28 de maio aconteceu na cidade de Grande Vargem Paulista a Assembléia dos 20 anos da Economia de Comunhão (EdC). Foram dias de encontros, palestras, reflexões e celebração.

Uma das atividades foi o Workshop de pesquisa sobre a EdC intitulada “Em direção a uma nova cultura econômica”. Junto com Licia Paglione, apresentei o trabalho acima, que busca dar os primeiros passos no delineamento de uma abordagem que enfatiza mais a relacionalidade do que a racionalidade para se compreender a teoria substantiva das organizações.

Para saber mais sobre o evento e ler os textos que foram apresentados durante os quatro dias da Assembléia, acesse aqui.

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  • Workshop de pesquisa sobre Economia de Comunhão

Por que as novas igrejas evangélicas fazem tanto sucesso

10 de maio de 2011 por Mauricio Serafim
Categorias: capital social, religiao

Que outro lugar, neste país, hoje, está de portas abertas e com alguém a postos para escutar o que o outro tem a dizer, ainda que possa ser apenas para avaliar o quanto de dinheiro poderá arrancar de quem desabafa? Se você está doente ou seu marido é alcoólatra, você vai encontrar alguém que o escute no SUS? Se seu filho está mal nos estudos ou agressivo em sala de aula e em casa, ou envolvido com traficantes, você vai encontrar alguém que o acolha na escola ou em outra instituição? Se você está sem emprego ou sua casa foi levada pela enchente porque a prefeitura e o estado deixaram de fazer as obras necessárias, onde você vai encontrar um teto e um banco para sentar e um ombro para chorar, ainda que tenha de dar o último trocado que restou no seu bolso? Em que outro lugar você se sentirá parte, ainda que no meio de uma multidão, mas uma com a qual você se identifica e o reconhece como um igual?

Por mais fraudulento que possa parecer – e em muitos casos é –, há algo que funciona nesses espaços. Há uma mercadoria que é entregue – ou os templos estariam vazios. E é entregue em geral não por um pastor ou bispo ou apóstolo ou irmão fulano qualquer, mas um fulano com um nome, sobrenome e rosto parecido com o do fiel. Este acolhimento e esta escuta fazem diferença na vida dessas pessoas ou elas não estariam lá. Deveria ser diferente? Acredito que sim. E lamento que não seja.

Mas as pessoas, todas e especialmente as mais pobres e desamparadas, têm de se virar com a realidade que está aí. Hoje, agora. E estas são as portas que estão abertas – quando quase todo o resto parece falhar. Ou está fechado. Ou não tem vaga.

Uma das análises mais lúcidas e generosas que conheço na imprensa sobre o crescimento das novas igrejas evangélicas. Muito mais do que olhar a demanda, Eliane Brum aborda a oferta de serviços que essas igrejas oferecem de modo competente. No ano passado publiquei um artigo que vai nessa direção.

Via Pavablog .

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Teoria econômica e a Igreja Católica

13 de janeiro de 2011 por Mauricio Serafim
Categorias: economia, religiao

[...] Jean Buridan (1300-58), que foi reitor da Universidade de Paris, demonstrou que o dinheiro surgiu livre e espontaneamente no mercado (e não por decreto governamental). Contribuição essa que parece ter sido quase que completamente esquecida nesses tempos de moeda estatal. Nicolau Oresme (1325-82), bispo de Lisieux foi o primeiro a explicitar aquilo que viria a ser conhecido como “Lei de Gresham”. Contribuição essa que parece ter sido esquecida nesses tempos onde se tentam fixar as taxas de câmbio. Oresme foi mais longe ainda ao sugerir que o governo nunca deveria intervir no sistema monetário. Oresme também ressaltou que a desvalorição da moeda afeta negativamente a economia, pois afeta o comércio, provoca inflação e enriquece o governo à custa do povo. [...]

O teólogo escolástico Martín de Azpilcueta (1493-1586) sugeriu claramente a relação entre escassez de dinheiro e preço das mercadorias. Em palavras, ele deixou claro que a inflação é um fenômeno monetário. Já o cardeal Thomas de Vio (1468-1534) não só defendia o comércio do ponto de vista moral como também expôs os princípios da Teoria de Expectativas Racionais quase 500 anos antes de Robert Lucas (prêmio nobel de economia). O frade franciscano Pierre de Jean Olivi (1248-98) argumentava que o “preço justo” de um bem provinha de um valor subjetivo que os indivíduos davam a esse bem (e não diretamente de seu custo de produção) Ou seja, o preço de um bem era consequência da interação entre oferta e demanda.

Do blog de Adolfo Sachsida . Como se vê, o estudo da Economia possui uma relação forte com a Igreja Católica. As discussões sobre comércio justo, preço justo, consumo crítico (ou consciente), se olharmos historicamente, originam-se da Igreja. Um dado interessante para quem se dedica a estudar a relação entre a esfera econômica e vida religiosa.

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23 de dezembro de 2010 por Mauricio Serafim
Categorias: academia, administracao, ciencia, religiao
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5 de dezembro de 2010 por Mauricio Serafim
Categorias: academia, administracao, ciencia, religiao
  • [ tidypub - publish classy ] Publish online any text in a readable and easy to share form. internet publishing tools web
  • [ MisesWiki ] Mises Wiki is a wiki project dedicated to the advancement of the Austrian School of Economics and related thought. Sponsored by the Ludwig von Mises Institute and founded on November 5, 2010. economics education wiki economia
  • [ Redes sociais como novo marco interpretativo das mobilizações coletivas contemporâneaso ] Por Paulo Henrique Martins. Os rumos dos movimentos sociais e das mobilizações sociais e culturais na contemporaneidade assinalam o enfraquecimento dos antigos marcos teóricos positivistas que subordinavam a constituição das práticas identitárias a certos critérios reducionistas, como o do utilitarismo econômico e o da ideologia do progresso. No entanto, as mudanças recentes produzidas pelos processos de desterritorialização e reterritorialização nas sociedades complexas impõem novos tipos de atores, conflitos e mediações, sendo as redes uma forma social exemplar dessas<br />
  • mudanças. Mas as redes não se impõem automaticamente como um novo marco interpretativo. É importante explicar que elas são objeto de embate no campo intelectual e que podem conhecer leituras diversas, tanto utilitaristas como antiutilitaristas. redessociais redes_sociais sociology dadiva system:filetype:pdf system:media:document
  • [ The Sociology of the Local: Action and its Publics* - Fine - 2010 - Sociological Theory - Wiley Online Library ] By Gary Alan Fine. Sociology requires a robust theory of how local circumstances create social order. When we analyze social structures not recognizing that they depend on groups with collective pasts and futures that are spatially situated and that are based on personal relations, we avoid a core sociological dimension: the importance of local context in constituting social worlds. Too often this has been the sociological stance, both in micro-sociological studies that examine interaction as untethered from local traditions and in research that treats culture as autonomous from action and choice. Building on theories of action, group dynamics, and micro-cultures, I argue that a sociology of the local solves critical theoretical problems. I examine how the continuing and referential features of group life generate action and argue that local practices provide the basis for cultural extension, influencing societal expectations through the linkages among groups. sociology academia artigos comunidade
  • [ Virtual Government–Citizen Relations — Administration & Society ] Public administration theory and practice suggest that e-government, citizen participation, and government–citizen collaboration are contributing to a movement toward New Public Service—as opposed to Old Public Administration and New Public Management. We explore this by focusing on the relationship between the Washington, D.C., police and local residents via online discussion groups. We ask, How do police interact with citizens virtually? How are these interactions structured? and Are they informational, transactional, or collaborative? We conclude that the bulk of activity is informational, a fair amount of activity is transactional, and less activity is collaborative. Thus, the relationship most closely approximates Old Public Administration, rather than New Public Management or New Public Service. The evidence offers some cause for hope for the future of police–community relations in virtual space and ideas for future research. admpublica publicadministration gov2.0 government2.0 coproducao colaboracao collaboration p2g
  • [ The Origins and Restriction of Efficiency in Public Administration — Administration & Society ] This article is primarily a study in the history of the concept of efficiency. It is argued that efficiency originated in Aristotelian ideas about causality and acquired a broad, substantive meaning of “moving force.” This meaning of the term was dominant well into 20th-century studies of public administration. In the course of the 20th century, however, efficiency became predominantly understood as “technical efficiency”: a ratio between resources and results. This connotation is especially clear in the explicit “textbook” definitions of efficiency. Nevertheless, we claim that the substantive meaning of efficiency is still around, and even at the heart of much criticism of efficiency. Technical efficiency obscures that efficiency in public administration is to be assessed in the light of public values. Efficiency as signifying the necessity of having capable operative administrative agents constitutes one of the, if not the, core value of the field. admpublica publicadministration artigos estudos_organizacionais orgtheory organizational_theory
  • [ Relações de poder no projeto de Economia de Comunhão ] essa pesquisa se restringe a uma tentativa de análise do Poder nas empresas de Economia de Comunhão. Primeiramente, pesquisou-se, junto a empresários representativos, uma visão comum para caracterizar o objeto. Em seguida, realizou-se um estudo de caso em uma das principais empresas que se enquadram no conceito de Economia de Comunhão. O método de análise de conteúdo foi utilizado para a extração de ilações sobre o comportamento do fenômeno Poder nessas organizações. Os quadros analíticos produzidos sobre as entrevistas fornecem indícios que demonstram idiossincrasias nas formas de exercício do poder dessa nova proposta de gestão vis-à-vis as disseminadas amplamente no sistema produtivo. Tais evidências indicaram a influência decisiva dos pressupostos sustentadores do Projeto sobre as relações de poder, tornando possível uma prática organizacional próxima ao que se denomina paradigma radical humanista na teoria organizacional edc economia-religiao ecn_civil artigos
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