Escola de Economia de Comunhão Latino-americana 2012

19 de abril de 2012 por Mauricio Serafim
Categorias: economia de comunhao

Estaremos lá!

Artigo: “Segurando na mão de Deus”: organizações religiosas e apoio ao empreendedorismo

18 de abril de 2012 por Mauricio Serafim
Categorias: meus artigos

 

Artigo: “Segurando na mão de Deus”: organizações religiosas e apoio ao empreendedorismo

Via Wordle.

SERAFIM, Mauricio C.; MARTES, Ana Cristina Braga; RODRIGUEZ, Carlos L. “Segurando na mão de Deus”: Organizações religiosas e apoio ao empreendedorismo. RAE – Revista de Administração de Empresas , vol. 52, n. 2, março-abril 2012, p. 217-231, 2012.

Mais um artigo saindo do forno. A parceria com os dois co-autores, Ana Cristina Braga Martes e Carlos Rodriguez, foi uma experiência ímpar.

 

Mesa Redonda na PUC-SP: Economia de Comunhão e o mercado como espaço plural

8 de outubro de 2011 por Mauricio Serafim
Categorias: economia de comunhao, eventos, inovacao

Minha apresentação do tema “Economia de Comunhão” na mesa redonda “Alternativas ao capitalismo”, organizada pelo Departamento de Economia da PUC-SP em 04/10/2011. A mesa contou com a participação do prof. Ladislau Dowbor.

Eu estava um pouco disperso na primeira parte da minha fala, tanto que errei o título do livro de Guerreiro Ramos “A nova ciência das organizações”. Mas depois fiquei mais à vontade. Para quem se interessar, minhas anotações podem ser acessadas aqui.

Foi uma experiência bem interessante e me deu muitos subsídios para pensar.

Mesa-redonda na PUC-SP

3 de outubro de 2011 por Mauricio Serafim
Categorias: economia de comunhao

Nesta terça-feira participarei de uma mesa-redonda na PUC-SP como uma das atividades da Semana de Economia. Quem estiver em São Paulo, espero vê-lo por lá.

Data: terça-feira, 04/10/2011
Horário: das 19h40 às 22h00

XI. ALTERNATIVAS AO CAPITALISMO – Auditório 239
Coordenador da mesa: Prof. Claudemir Galvani

32. Economia da Comunhão
Expositor(a): Maurício Custódio Serafim (Univ. Est. Sta. Catarina)

33. Economia Solidária
Expositor(a): Prof. Ladislau Dowbor

 

EdC – Uma economia baseada na comunhão

2 de junho de 2011 por Mauricio Serafim
Categorias: ética, cultura, economia, economia de comunhao, religiao, reportagem, sociedade

Em São Paulo, uma Jornada internacional reuniu cerca de 1800 pessoas que discutiram caminhos alternativos para a superação da pobreza e a construção de uma sociedade mais justa e fraterna. Reportagem de Fernanda Postigo e Adalberto Rocha.

Workshop de pesquisa sobre Economia de Comunhão

1 de junho de 2011 por Mauricio Serafim
Categorias: economia de comunhao, eventos

Workshop de pesquisa sobre Economia de Comunhão Durante os dias 25 e 28 de maio aconteceu na cidade de Grande Vargem Paulista a Assembléia dos 20 anos da Economia de Comunhão (EdC). Foram dias de encontros, palestras, reflexões e celebração.

Uma das atividades foi o Workshop de pesquisa sobre a EdC intitulada “Em direção a uma nova cultura econômica”. Junto com Licia Paglione, apresentei o trabalho acima, que busca dar os primeiros passos no delineamento de uma abordagem que enfatiza mais a relacionalidade do que a racionalidade para se compreender a teoria substantiva das organizações.

Para saber mais sobre o evento e ler os textos que foram apresentados durante os quatro dias da Assembléia, acesse aqui.

Por que as novas igrejas evangélicas fazem tanto sucesso

10 de maio de 2011 por Mauricio Serafim
Categorias: capital social, religiao

Que outro lugar, neste país, hoje, está de portas abertas e com alguém a postos para escutar o que o outro tem a dizer, ainda que possa ser apenas para avaliar o quanto de dinheiro poderá arrancar de quem desabafa? Se você está doente ou seu marido é alcoólatra, você vai encontrar alguém que o escute no SUS? Se seu filho está mal nos estudos ou agressivo em sala de aula e em casa, ou envolvido com traficantes, você vai encontrar alguém que o acolha na escola ou em outra instituição? Se você está sem emprego ou sua casa foi levada pela enchente porque a prefeitura e o estado deixaram de fazer as obras necessárias, onde você vai encontrar um teto e um banco para sentar e um ombro para chorar, ainda que tenha de dar o último trocado que restou no seu bolso? Em que outro lugar você se sentirá parte, ainda que no meio de uma multidão, mas uma com a qual você se identifica e o reconhece como um igual?

Por mais fraudulento que possa parecer – e em muitos casos é –, há algo que funciona nesses espaços. Há uma mercadoria que é entregue – ou os templos estariam vazios. E é entregue em geral não por um pastor ou bispo ou apóstolo ou irmão fulano qualquer, mas um fulano com um nome, sobrenome e rosto parecido com o do fiel. Este acolhimento e esta escuta fazem diferença na vida dessas pessoas ou elas não estariam lá. Deveria ser diferente? Acredito que sim. E lamento que não seja.

Mas as pessoas, todas e especialmente as mais pobres e desamparadas, têm de se virar com a realidade que está aí. Hoje, agora. E estas são as portas que estão abertas – quando quase todo o resto parece falhar. Ou está fechado. Ou não tem vaga.

Uma das análises mais lúcidas e generosas que conheço na imprensa sobre o crescimento das novas igrejas evangélicas. Muito mais do que olhar a demanda, Eliane Brum aborda a oferta de serviços que essas igrejas oferecem de modo competente. No ano passado publiquei um artigo que vai nessa direção.

Via Pavablog .

Teoria econômica e a Igreja Católica

13 de janeiro de 2011 por Mauricio Serafim
Categorias: economia, religiao

[...] Jean Buridan (1300-58), que foi reitor da Universidade de Paris, demonstrou que o dinheiro surgiu livre e espontaneamente no mercado (e não por decreto governamental). Contribuição essa que parece ter sido quase que completamente esquecida nesses tempos de moeda estatal. Nicolau Oresme (1325-82), bispo de Lisieux foi o primeiro a explicitar aquilo que viria a ser conhecido como “Lei de Gresham”. Contribuição essa que parece ter sido esquecida nesses tempos onde se tentam fixar as taxas de câmbio. Oresme foi mais longe ainda ao sugerir que o governo nunca deveria intervir no sistema monetário. Oresme também ressaltou que a desvalorição da moeda afeta negativamente a economia, pois afeta o comércio, provoca inflação e enriquece o governo à custa do povo. [...]

O teólogo escolástico Martín de Azpilcueta (1493-1586) sugeriu claramente a relação entre escassez de dinheiro e preço das mercadorias. Em palavras, ele deixou claro que a inflação é um fenômeno monetário. Já o cardeal Thomas de Vio (1468-1534) não só defendia o comércio do ponto de vista moral como também expôs os princípios da Teoria de Expectativas Racionais quase 500 anos antes de Robert Lucas (prêmio nobel de economia). O frade franciscano Pierre de Jean Olivi (1248-98) argumentava que o “preço justo” de um bem provinha de um valor subjetivo que os indivíduos davam a esse bem (e não diretamente de seu custo de produção) Ou seja, o preço de um bem era consequência da interação entre oferta e demanda.

Do blog de Adolfo Sachsida . Como se vê, o estudo da Economia possui uma relação forte com a Igreja Católica. As discussões sobre comércio justo, preço justo, consumo crítico (ou consciente), se olharmos historicamente, originam-se da Igreja. Um dado interessante para quem se dedica a estudar a relação entre a esfera econômica e vida religiosa.

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