Categorias: economia de comunhao
Estaremos lá!
Via Wordle.
Mais um artigo saindo do forno. A parceria com os dois co-autores, Ana Cristina Braga Martes e Carlos Rodriguez, foi uma experiência ímpar.
Minha apresentação do tema “Economia de Comunhão” na mesa redonda “Alternativas ao capitalismo”, organizada pelo Departamento de Economia da PUC-SP em 04/10/2011. A mesa contou com a participação do prof. Ladislau Dowbor.
Eu estava um pouco disperso na primeira parte da minha fala, tanto que errei o título do livro de Guerreiro Ramos “A nova ciência das organizações”. Mas depois fiquei mais à vontade. Para quem se interessar, minhas anotações podem ser acessadas aqui.
Foi uma experiência bem interessante e me deu muitos subsídios para pensar.
Nesta terça-feira participarei de uma mesa-redonda na PUC-SP como uma das atividades da Semana de Economia. Quem estiver em São Paulo, espero vê-lo por lá.
Data: terça-feira, 04/10/2011
Horário: das 19h40 às 22h00
XI. ALTERNATIVAS AO CAPITALISMO – Auditório 239
Coordenador da mesa: Prof. Claudemir Galvani
32. Economia da Comunhão
Expositor(a): Maurício Custódio Serafim (Univ. Est. Sta. Catarina)
33. Economia Solidária
Expositor(a): Prof. Ladislau Dowbor
Artigo que publiquei em coautoria com Licia Paglione na revista Nuova Umanità: rivista bimestrale di cultura, Roma, Itália, p. 703 – 723, 01 nov. 2010.
Em São Paulo, uma Jornada internacional reuniu cerca de 1800 pessoas que discutiram caminhos alternativos para a superação da pobreza e a construção de uma sociedade mais justa e fraterna. Reportagem de Fernanda Postigo e Adalberto Rocha.
Diante de tudo o que acontecer no futuro sei que aprendi três coisas que ficarão para sempre gravadas com convicção no meu coração e na minha mente. A vida, inclusive a vida mais dura, é o bem mais precioso, belo, maravilhoso e milagroso do mundo. O cumprimento do próprio dever é outra coisa estupenda, que faz a nossa vida ser feliz e esta é a minha segunda convicção. A terceira é que a crueldade, o ódio, a violência e a injustiça jamais poderão suscitar um renascimento psicológico, moral ou material. O único caminho para alcançá-lo é o nobre caminho do amor criativo e generoso, não só anunciado mas também coerentemente vivido.
Pitirim Sorokin (1889-1968), sociólogo russo. Peguei daqui.