Há pensamento sério no Brasil? Eduardo Giannetti [parte 2]

22 de julho de 2009 por Mauricio Serafim
Categorias: academia, cultura, economia, educacao, filosofia, politica, sociedade

Via Dicta&Contradicta .

Democrocia no Irã e o papel das mulheres

21 de julho de 2009 por Mauricio Serafim
Categorias: politica

Democrocia no Irã e o papel das mulheres

Eu continuo a ser a favor da democracia no Irã. E você?

Há pensamento sério no Brasil? Eduardo Giannetti [parte 1]

11 de julho de 2009 por Mauricio Serafim
Categorias: academia, cultura, economia, educacao, filosofia, politica, sociedade

Palestra de Eduardo Giannetti promovida pelo Instituto de Formação e Educação (IFE) para o lançamento do terceiro número da revista Dicta&Contradicta . Uma ótima iniciativa e um tema pra lá de esquecido.

20 anos do massacre na Praça da Paz Celestial

4 de junho de 2009 por Mauricio Serafim
Categorias: civismo, politica, sociedade, vida

20 anos do massacre na Praça da Paz Celestial

Apenas para não esquecer.

A ideologia do pobrismo

27 de junho de 2007 por Mauricio Serafim
Categorias: administracao, politica, sociedade

Faz algum tempo que ando pensando acerca de uma ideologia que está se formado no Brasil e se institucionalizando, inclusive nas políticas públicas. Eu não conseguia um nome para ela, mas Reinaldo Azevedo batizou e acertou em cheio: pobrismo . De acordo com Reinaldo, “consiste em transformar as carências em um valor a ser exaltado, jamais superado”. Concordo com ele. Salvo raras exceções está se aceitando o ” poor is beautiful ” como se fosse algo inevitável. O Estado não pode se resignar ao ponto de optar pela valorização da pobreza como uma condição possível de ser vivida. O combate à fome, linha mestra do governo petista, neste segundo mandato poderia ter sido transformado em “superação da pobreza”, para que as pessoas nestas condições pudessem ter uma porta de saída das políticas de segurança alimentar, como a bolsa família. Mas é altamente improvável que isso aconteça. O Partido dos Trabalhadores, que não possui políticas públicas para os trabalhadores informais – que representam metade da população economicamente ativa -, deixou de lado também a idéia de dignidade.

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