Sociologia econômica – Apresentação Max Weber

25 de agosto de 2009 por Mauricio Serafim
Categorias: academia, administracao, sociologia

Aberto o edital para o mestrado em Administração ESAG/UDESC

25 de agosto de 2009 por Mauricio Serafim
Categorias: academia, administracao, informacao

Está disponível o edital do Processo Seletivo do Mestrado Profissional em Administração da ESAG.

O período para inscrição é de 08/09 a 16/10/2009. O Teste ANPAD com no mínimo 300 pontos é um pré-requisito para participar do processo seletivo. O curso é público e gratuito.

O edital e maiores informações sobre o Mestrado estão disponíveis no site www.esag.udesc.br/mestrado .

Sociologia econômica – apresentações

17 de agosto de 2009 por Mauricio Serafim
Categorias: academia, educacao, sociologia

A disciplina de Sociologia Econômica está indo de vento em pompa. Adicionei no Slideshare várias apresentações, inclusive dos alunos. Ao longo do trimestre novas apresentações serão acrescentadas e a profa. Carol e eu esperamos que sejam úteis.

Qualis Capes 2009 – onde encontrar o ranking atualizado

14 de junho de 2009 por Mauricio Serafim
Categorias: academia, administracao, informacao

Qualis Capes 2009   onde encontrar o ranking atualizado

Se você já penou como eu ao procurar a classificação de algum periódico ou anais de evento em Administração no site da Qualis-Capes – uma base desatualizada que merece uma revisão urgente – sugiro uma visita ao site do pós-graduação em Administração da USP , que disponibiliza o ranking de 2009.

Aqui você encontra a classificação dos anais de eventos e aqui dos periódicos.

O Tao da eficácia

3 de janeiro de 2009 por Mauricio Serafim
Categorias: administracao, ciencia, empresa, ensaio

O Tao da eficácia Desde Max Weber (1862-1920) sabemos que a religião, como elemento cultural, é capaz de influenciar as motivações, critérios de tomada de decisão, formas de comportamento no trabalho e de consumo. Afinal, foi a partir de uma seita protestante surgida no século XVI que o mundo conheceu o “espírito do capitalismo”, mudando a dinâmica organizacional com o trabalho metódico e busca pela eficiência, o que influenciou de forma decisiva e definitiva o vetor concorrencial entre as empresas capitalistas. Entre o final do século XIX e o início do século XX, Frederick W. Taylor (1856-1915) publica seus trabalhos nos quais defende uma nova abordagem para os processos industriais, baseada na cientificidade como forma de atingir uma maior produtividade e desempenho. Historiadores da Administração especulam que algumas das idéias e métodos de Taylor foram inspirados em valores e crenças do grupo protestante Quaker – surgido no século XVII, cujo nome oficial é Sociedade Religiosa dos Amigos – e do qual pertencia sua família.

O que vem à tona é a constatação de que um sistema de pensamentos e crenças, como a religião, pode influenciar em maior ou menor grau os sistemas econômicos e sistemas sociais, como as organizações, bem como o nosso vocabulário que usamos para interpretar e compreender o mundo. Durante mais de 250 anos – desde a Primeira Revolução Industrial e mais do nunca no século XX – aperfeiçoamos a linguagem administrativa para entendermos e prescrevermos normas, regras e processos com o objetivo primaz de fazer com que as organizações sobrevivam. E esse aperfeiçoamento caminhou nas trilhas da racionalidade, tal como a entendemos no ocidente: adequação dos meios aos fins.

Entretanto, parece que nessa linguagem há impasses que em um primeiro momento parecem insolúveis. Um desses casos é a eficácia organizacional, um dos termos centrais da gestão empresarial e da teoria das organizações. E para tentar solucionar esse impasse, que será explicada a seguir, podemos lançar mão de idéias provenientes de outras áreas e esferas do conhecimento no intuito de buscar intuições e imagens que nos auxiliem a buscar alternativas.

É o que fazem dois proeminentes pesquisadores portugueses em Administração Miguel Pina e Cunha (Universidade Nova de Lisboa) e Arménio Rego (Universidade de Aveiro) no artigo “Uma abordagem Taoísta da eficácia organizacional”. Os autores recorrem à filosofia chinesa taoísta com o intuito de buscar pistas para a resolução das controvérsias quanto ao conceito e formas de medição da eficácia organizacional.

Trecho de um texto que escrevi para a revista NEXT Brasil, da Universidade do Sul de Santa Catarina em parceria com S3.Studium , de Domenico de Masi . Leia o texto completo aqui .

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