Notícia da Rede Gife, por Rodrigo Zavala – Por que o Brasil cresce economicamente em níveis tão baixos se comparado a países em similar grau de desenvolvimento, como os seus pares na América Latina ou a China e a Índia? A questão foi o cerne da Avaliação da Economia do Conhecimento no Brasil, cujos resultados preliminares foram divulgados pelo Banco Mundial.
Na prática, trata-se de um benchmarking do Brasil com 128 países, incluindo China, Coréia, Chile, Argentina, Colômbia e países-membros da Organização de Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). “O objetivo foi responder por que o Brasil se desenvolve em níveis mais baixos em comparação a outros países em igual situação”, afirma Alberto Rodriguez, especialista em educação responsável pelo estudo.
Segundo a avaliação, comparativamente, não há como alegar que o Brasil não cresce apenas por questões macroeconômicas ou por um sistema de inovações. A melhoria da eficiência e da efetividade geral do ensino e dos sistemas de treinamento, atrelado a uma aproximação da academia ao setor industrial, são os caminhos indicados pelo banco. Isto é, a melhoria da educação brasileira em prol de um modelo de desenvolvimento. ( leia mais aqui ).
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