Links do Delicious [ 27.02.10 ]

27 de fevereiro de 2010 por Mauricio Serafim
Categorias: academia, administracao, ciencia
  • [Reflections: The Past and Future of Research on Institutions and Institutional Change - Journal of Change Management] De Richard Scott . – The study of institutions has a long history, but recent efforts stress the significance of symbolic elements in shaping social life. Although institutional processes and structures operate from the most micro interpersonal level to the most macro transocietal level, most research during the past few decades has concentrated on higher levels, such as the organization field. Institutional scholarship has been strongly influenced by structuration theory and, as a consequence, has given increasing attention to processes of institutional reinforcement and change. Directions of development showing promise include attention to intermediaries in fields, social movement processes, instituted modes of change, and transnational institution-building. instituicao orgtheory organizational_theory estudos_organizacionais artigos
  • [Share and mark up documents online | crocodoc] Invite anyone to collaborate on PDFs, Word documents, and PowerPoint slides web2.0 tools education collaboration web productivity docs icolabora
  • [Com8s] Com8s foi desenvolvida no Brasil e pretende auxiliar nos processos de ensino-aprendizagem ao aproximar docentes e discentes, intensificando a comunicação entre ambos. Neste ambiente professores e alunos podem compartilhar documentos, criar grupos de estudo, realizar videoconferências e participar de discussões sobre temas de interesse comum, em tempo real. Tudo isso com acesso gratuito, através da Internet. education collaboration web tools academia icolabora
  • [Uma cidade mapeada pelos próprios cidadãos] O Citix começou na cidade de Recife em parceria com o Ministério Público. Hoje soube que ele se expandiu para novos lugares, São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília e Belo Horizonte. Trata-se de um projeto do centro de estudos C.E.S.A.R que tem a proposta de mapear as principais atividades que acontecem em uma cidade (os crimes que acontecem em uma região, por exemplo).

    O “segredo” está nos mapas que têm uma edição semi-aberta. Um usuário pré-cadastrado pode inserir (plotar) pontos no mapa de locais interessantes para sair, relatos sobre um local, mas também indicar áreas perigosas na cidade. Mapear crimes.

    A idéia é que as pessoas construam um mapa (em constante desenvolvimento) sobre uma cidade segundo seus próprios relatos colaboracao collaboration icolabora gov2.0 government2.0 crowdsourcing publicservices publicadministration coproducao

  • [“Tecnologia para crises” está entre as mais inovadoras] Ushahidi – Tem a proposta de mapear os locais que mais precisam de ajuda em uma região afetada por um terremoto ou enchente, por exemplo. Voluntários podem enviar informações sobre pessoas desaparecidas, falta de água, pontes quebradas, diretamente das ruas por meio de mensagens de celular, email, twitter. admpublica administracao e-government e-democracia colaboracao collaboration icolabora publicadministration publicservices coproducao
  • [Numero speciale di Impresa Sociale] Impresa Sociale è una rivista monografica edita dall'Euricse, Istituto Europeo di Ricerca sull'Impresa Cooperativa e Sociale di Trento. Nata ormai 19 anni fa, ha portato avanti un missione visionaria e pioneristica: promuovere, accompagnare ed aiutare l'evolversi della complessa realtà del nonprofit italiano. In quell'ambito essa ha seguito tutte le tappe della crescita sociale ed imprenditoriale, è diventata sempre più importante fino a diventare uno dei maggiori riferimenti del settore. empresa_social social socialbusiness
  • [Numero speciale di Impresa Sociale] Impresa Sociale è una rivista monografica edita dall'Euricse, Istituto Europeo di Ricerca sull'Impresa Cooperativa e Sociale di Trento. Nata ormai 19 anni fa, ha portato avanti un missione visionaria e pioneristica: promuovere, accompagnare ed aiutare l'evolversi della complessa realtà del nonprofit italiano. In quell'ambito essa ha seguito tutte le tappe della crescita sociale ed imprenditoriale, è diventata sempre più importante fino a diventare uno dei maggiori riferimenti del settore. empresa_social social socialbusiness
  • [É possível uma empresa social?] Ricardo Voltolini, da Revista Idéia Socioambiental empresa_social socialbusiness
  • [Social Capital, Diversity, and the Welfare State - University of British Columbia Press] Social capital is arguably the most critical idea to emerge in the social sciences in the last two decades. Emphasizing the importance of social networks, communication, and the symbolic and material exchanges that strengthen communities, social capital has been the subject of an expansive body of literature. Social Capital, Diversity, and the Welfare State represents a landmark consideration of the diverse meanings, causal foundations, and positive and negative consequences of social capital, with a particular focus on its role in mitigating or enhancing social inequalities.

    The chapters, written by economists, political scientists, and sociologists, address a range of empirical and theoretical issues. This book is cutting-edge addition to the field that offers fresh insights into the conceptualization, operation, sources, and consequences of social capital in Canadian society. livros_editoras capital_social sociology social_capital socialcapital diversidade pesquisa

  • [Social Capital, Diversity, and the Welfare State - University of British Columbia Press] Social capital is arguably the most critical idea to emerge in the social sciences in the last two decades. Emphasizing the importance of social networks, communication, and the symbolic and material exchanges that strengthen communities, social capital has been the subject of an expansive body of literature. Social Capital, Diversity, and the Welfare State represents a landmark consideration of the diverse meanings, causal foundations, and positive and negative consequences of social capital, with a particular focus on its role in mitigating or enhancing social inequalities.

    The chapters, written by economists, political scientists, and sociologists, address a range of empirical and theoretical issues. This book is cutting-edge addition to the field that offers fresh insights into the conceptualization, operation, sources, and consequences of social capital in Canadian society. livros_editoras capital_social sociology social_capital socialcapital diversidade pesquisa

Links do Delicious [ 25.01.10 ]

25 de janeiro de 2010 por Mauricio Serafim
Categorias: academia, administracao, ciencia

VII Workshop Empresa, Empresários e Sociedade

25 de janeiro de 2010 por Mauricio Serafim
Categorias: academia, ciencia, pesquisa

O VII Workshop Empresa, Empresários e Sociedade está com chamada aberta para apresentação de trabalhos.

O evento se realizará na Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis, no período de 25 a 28 de maio de 2010, e dará seqüência às reuniões científicas realizadas ao longo dos últimos dez anos pela rede de pesquisadores da área de ciências sociais que investiga o universo empresarial em suas diversas dimensões.

As informações sobre o Workshop e detalhes para inscrição nos Grupos de Trabalho, cujo prazo encerra dia 01 de março, estão disponíveis na página nesfi.ufsc.br/7workshop. Contatos diretos podem ser feitos pelo e-mail 7workshop.ufsc@gmail.com.

Links do Delicious [ 19.01.10 ]

19 de janeiro de 2010 por Mauricio Serafim
Categorias: academia, administracao, ciencia

Teologia e organizações

22 de dezembro de 2009 por Mauricio Serafim
Categorias: academia, administracao, religiao

Teologia e organizações

Faz algum tempo que trabalho com a hipótese de que muitos conceitos usados na Administração são conceitos teológicos/religiosos secularizados. Por exemplo, a idéia de eficácia organizacional tem sua origem na ética protestante, como nos ensina Max Weber. Essa hipótese era muito particular, fruto de minha experiência no campo com organizações religiosas.

Para a minha surpresa (nem tanto, porque brincamos na academia que quando achamos que uma idéia é original é porque não fizemos uma pesquisa bibliográfica decente) recebi a chamada de trabalhos para um workshop intitulado “Teologia e Organizações” (veja logo abaixo), da Critical Management Studies, divisão da Academy of Management, a principal associação acadêmica em Administração do mundo.

No texto chamam a atenção para o tema do encontro da Academy of Management de 2010, ‘Dare to Care: Passion and Compassion in Management Practice and Research’, que possui um forte cunho teológico.

Enquanto isso, no Brasil, religião e administração juntos podemparecer tão exóticos quanto um koala.

Call for abstracts (deadline January 15) CMS Division Academy of Management, Montreal:

THEOLOGY AND ORGANIZATION

Conveners:
Bent M. Sørensen (bem.lpf@cbs.dk)
Sverre Spoelstra (sverre.spoelstra@fek.lu.se)

The CMS Division of the AOM will conduct a research workshop immediately prior to the 2010 Academy of Management meetings in Montreal in August 2010. The workshop will begin mid-morning of Wednesday Aug 4 and run till the evening of Thursday Aug 5.  We are coordinating a stream called Theology and Organization in this workshop, and seek submissions from interested researchers.

‘All significant concepts of the modern theory of the state’, Carl Schmitt once wrote, ‘are secularized theological concepts’. The same might also be said about concepts of the modern theory of management and organization. Leadership theory, for example, revolves around theological concepts such as charisma, spirit, inspiration, sacrifice, and humility.

A less obvious example concerns our concept of work. Theologically understood, work was, in the Judeo-Christian tradition, the burden imposed upon man after he had been expelled from Paradise: playfulness now became strictly separated from what was done under the sweat of his brow. One of today’s organizational utopias is an attempt to put work and play together again.

The theological roots of other organizational concepts – such as hierarchy, authority, corporation, community, representation, and vision – appear even less self-evident, which only shows how naturalized theological concepts have become in organization studies and, indeed, in common parlance. The European Group for Organization Studies (EGOS) colloquium choose for the 2009 conference an overtly theological theme, ‘Passion for creativity and innovation’, without feeling obliged to acknowledge that both passion and creativity are in fact theological concepts. The AOM theme for 2010, ‘Dare to Care: Passion and Compassion in Management Practice and Research’, goes one step further with this explicit theological footnote to its (theological) theme:

‘Compassion means caring for others as much as caring for oneself, as in the golden rule of “do unto others as you would have done unto yourself” or “love your neighbor as yourself.” All major religions consider compassion to be among the greatest of all virtues.’

This workshop stream encourages thinking through organizations by means of theological concepts (could be ‘compassion’, as in this year’s AOM theme). That is to say, we invite contributions that draw upon theological concepts in making sense of organizational issues, beyond the level of metaphorical analogy or sociological description.
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Artigos [4] – Economia e religião no XI Colóquio sobre Poder Local

19 de dezembro de 2009 por Mauricio Serafim
Categorias: academia, economia de comunhao, eventos, meus artigos

Artigos [4]   Economia e religião no XI Colóquio sobre Poder Local

Nos dias 14 e 16 aconteceu no Hotel Pestana em Salvador-BA, o XI Colóquio Internacional sobre Poder Local, promovido pelo Centro Interdisciplinar de Desenvolvimento e Gestão Social – CIAGS e pela Escola de Administração da UFBA.

Apresentei meu artigo Movimento dos Focolares e a Economia de Comunhão: Expressão de Economia Plural Originada da Religião (acesse aqui) na sessão Economia Plural e Solidária. Fiquei positivamente surpreso com o debate que se deu em torno do meu trabalho. Muitos ficaram curiosos, tanto que o coordenador da sessão me disse, num tom muito amigável e cordial, que a reação da platéia lhe lembrou de suas apresentações de alguns anos atrás quando estava pesquisando o Banco Palmas, na época um tema pouco conhecido. Brincou ao comparar minha apresentação do Movimentos dos Focolares e da Economia de Comunhão com um urso koala, para reforçar a impressão de ser um tema exótico aos olhos da platéia. Concordei com ele e completei dizendo que a religião é um realmente um koala na área de Administração. O que é uma pena, porque a religião é parte importante da cultura brasileira e sem ela não conseguimos explicar completamente muitos fenômenos sociais e econômicos.

A minha impressão foi que o Colóquio, por ser mais focado, teve uma qualidade melhor de debates e palestrantes do que o Enanpad. Apenas para se ter uma idéia, participou do evento Jean-Louis Laville, economista e sociólogo francês e autor fundamental na Economia Plural e Solidária, e Jean-François Chanlat, cientista social francês muito conhecido na área de estudos organizacionais pela obra O Indivíduo nas Organizações.

Voltei do evento com a esperança de que os encontros acadêmicos podem ser empolgantes. Basta centrarmos no que realmente é relevante.

Artigos [3] – Coprodução e responsabilidade social das empresas

8 de dezembro de 2009 por Mauricio Serafim
Categorias: academia, administracao, economia, ética

RSE e coproducao

Via Wordle

O texto a seguir é uma versão do que será publicado na revista GV-executivo v. 9, n. 1, jan./jun. 2010.

Coprodução como dimensão da responsabilidade social das empresas

Por Janice Mileni Bogo (ESAG/UDESC) e Mauricio C. Serafim (ESAG/UDESC).

Correntes de pensamento e propostas de prática que buscam ampliar o papel da empresa em suas relações com o ambiente social não são recentes. O clássico de Friedrich Engels, A situação da classe trabalhadora na Inglaterra, de 1845, já criticava as conseqüências sociais e políticas do modo de produção que estava se consolidando na Inglaterra. Ao longo do tempo, o significado do termo ‘responsabilidade social’ sofreu modificações e suscitou inúmeras controvérsias.

Uma delas e talvez a mais conhecida foi incitada pelo artigo escrito em 1970 por Milton Friedman, The social responsability of business is to increase its profits, segundo o qual a função da responsabilidade social das empresas (RSE) é gerar lucro dentro das regras do jogo. Toda e qualquer ação de cunho social seria tirar o dinheiro de alguém – seja dos acionistas, na forma de dividendos mais baixos, seja dos empregados, na forma de salários menores, seja do consumidor, na forma de preços mais altos. O posicionamento de Friedman gerou na época tanto reações a favor quanto contra. Um dos argumentos críticos a tal idéia é de que o contrato social que constitui a base sobre a qual se construiu o sistema da livre empresa mudou e que, atualmente, as responsabilidades são muito mais amplas. Em 1976, Friedman recebeu o Prêmio Sveriges Riksbank de Ciências Econômicas em Memória de Alfred Nobel (conhecido erroneamente como Nobel de Economia) “por suas realizações nos campos de análise de consumo, história e teoria monetária e por sua demonstração da complexidade da política de estabilização”.

A partir dos anos 1980 ganhou força o entendimento de que RSE exige um comportamento consciente e coerente com princípios éticos. Dessa forma, a ética passa a ser compreendida como o melhor tipo de auto-regulação. No decorrer dos anos 1990 surge a noção de grupos de interesse ou stakeholders, e a empresa passa a ser entendida como a expressão de interesses e de relações, bem como a catalisadora desses interesses, promovendo transparência e harmonia com valores éticos e capacidades humanas. Outras idéias recentes incluem: as de Peter Drucker, que propõe que a RSE deve estar integrada à estratégia empresarial; de Charles Fombrum, que juntamente com uma iniciativa do Financial Times, estimula a promoção da reputação da empresa por meio da publicação de relatórios anuais que incluíssem questões sociais; a idéia do capitalismo inclusivo de C. K. Prahalad e S. L. Hart para o desenvolvimento de produtos e serviços para os setores menos favorecidos; e, Michael Porter e Mark R. Kramer introduzem a idéia de vínculo entre vantagem competitiva e responsabilidade social. Tais avanços podem ser interpretados como fortes indícios de que a RSE está mais amadurecida e com mecanismos de suporte a práticas consistentes.

Os debates atuais se concentram na compreensão de que a responsabilidade social é uma responsabilidade ampliada, por incluir uma normatividade não obrigatória (ao estilo “é correto fazer isso, mas não é um dever”) nas dimensões em que as empresas atuam: a econômica, a social e a ambiental. Além disso, há o relacionamento transparente e a consideração dos interesses dos stakeholders gerenciando estrategicamente esses componentes. Estabeleceu-se um amplo entendimento no sentido de que, enquanto ator social excepcionalmente poderoso e influente, a empresa poderia escolher não apenas se autodisciplinar, mas se colocar formalmente a serviço do bem público, de modo a atuar nas limitações do Estado.

Dentre as razões que justificam as iniciativas de RSE estão a retribuição, a contribuição e a co-responsabilidade. A retribuição consiste na devolução das facilidades que a sociedade concedeu à organização para o seu desenvolvimento, bem como nas perspectivas que coloca a seu serviço para que assegurem seu futuro. A contribuição das empresas está na superação de deficiências, desajustes e desequilíbrios que existem nas suas áreas de atuação, atentando-se aos efeitos e impactos de suas operações, nos contextos mais amplos.

Nessa perspectiva, a co-responsabilidade é a possibilidade das empresas de somar esforços com as entidades com as quais compartilha um mesmo espaço geográfico e um mesmo tempo histórico, tais como o Estado, associações, ONGs e outras formas de organização civil. Como o Estado apresenta limitações no atendimento a todos os bens e serviços públicos demandados pela sociedade, as empresas podem atuar conjuntamente na busca de soluções para aqueles problemas e atender às necessidades que elas têm condições de realizar. Da mesma forma, estabelecer parcerias ou apoiar organizações do terceiro setor na abordagem de determinadas ações sociais são outras ações que poderiam ser levadas a cabo.

Essas propostas e idéias podem ser condensadas em uma categoria especial, denominada de coprodução do serviço público. Ela diz respeito à participação direta e ativa da sociedade civil organizada, Estado e organizações econômicas nos processos de elaboração, implementação, controle e avaliação dos serviços públicos. Por meio de participação e colaboração desses diferentes atores, podem-se definir as prioridades para as políticas públicas e colocar a democracia como um critério real de desenvolvimento dos serviços públicos. As empresas, ao proporem ações de RSE nessa perspectiva, estarão ampliando suas dimensões de atuação, na qual uma delas é pouco comentada no contexto da RSE: a dimensão política (em seu sentido amplo). Em outras palavras, as empresas que atuam em forma de coprodução estarão contribuindo para a mudança e melhoria da qualidade dos serviços públicos.

O termo coprodução foi originalmente criado nos anos 1970 por Elinor Ostrom, professora da Universidade de Indiana e ganhadora – juntamente com Oliver Williamson – do Prêmio de Ciências Econômicas em Memória de Alfred Nobel deste ano. Entre outras coisas, Ostrom defendeu que, em alguns casos, a propriedade comum pode ser bem gerenciada pelo estabelecimento de regras pelas pessoas que as permitem conviver em harmonia entre si e com o seu ambiente natural, independente de regulação por autoridades centrais ou privadas.

Mais de 30 anos separam os dois ganhadores do Prêmio de Ciências Econômicas de 1976 e 2009. E essa distância temporal também representa uma distância de abordagem e entendimento acerca do papel da RSE. Enquanto a abordagem de Friedman delimita a atuação das empresas ao aspecto exclusivamente privado, a abordagem de Ostrom nos inspira a considerar o aspecto ambiental e político. E essa compreensão transcende o ambiente interno das organizações. Como explica Klaus Schwab – fundador e executivo chefe do Fórum Econômico Mundial – seu artigo Global Corporate Citizenship, as corporações globais não têm somente uma licença para operar, mas também o dever civil de contribuir com a sustentabilidade do bem estar no mundo em cooperação com governos e sociedade civil. Isso pode incluir, entre outros, mudanças climáticas, corrupção, educação, pobreza, e disponibilidade de água potável. Desafios que a proposta de coprodução poderá ajudar a encontrar alguns caminhos de superação.

* * *

Felicidade sintética

7 de dezembro de 2009 por Mauricio Serafim
Categorias: academia, pesquisa

Dan Gilbert, autor de “Stumbling on Happiness” (publicado no Brasil com o título “O que nos faz felizes”), contesta a idéia de que seremos infelizes se não tivermos o que queremos. Nosso “sistema imunológico psicológico” permite que sejamos felizes mesmo quando as coisas não são como planejamos (legenda em português disponível).

Fonte: TED

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