Fim de tarde em Floripa
Categorias: arte, vida
Foto tirada pela minha amiga Lu de um fim de tarde em Florianópolis. Como se diz por aqui, “côsa linda”!
Foto tirada pela minha amiga Lu de um fim de tarde em Florianópolis. Como se diz por aqui, “côsa linda”!
Marcadores: foto
TinyUrl deste post: http://tinyurl.com/r2zl6q
O homem é uma travessia do enigma ao mistério (Bruno Tolentino).
Nosso futuro depende, em grande medida, de nossa capacidade de combinar a defesa da pluralidade das culturas com o universalismo dos direitos fundamentais: políticos, sociais e culturais (Alain Touraine).
Um filósofo deve pensar somente após certificar-se de que está com os pés fincados na terra. Bem plantados na terra! (Armindo Trevisan)

'Sou um indivíduo que tem gosto em matutar.' (Armindo Trevisan)
Atuo como professor e pesquisador no Departamento de Administração Pública e no Programa de Pós-Graduação em Administração da ESAG/UDESC.
Busco compreender a 'inovação com o lastro da tradição'. Neste blog procuro fazer uma mistura de idéias 'Aha!' (científica), 'ah!' (estética), 'ha ha!' (humor), e, eventualmente, 'hã?' (dúvida e non sense).
Mauricio C. Serafim
blog@mauricioserafim.com.br
Skype [mauricio.cs]
Bom dia, Maurício. Desculpe invadir seu espaço de comentários para falar sobre uma outra postagem sua, mais antiga: Ecletismo? Não, obrigado – por José Nilson em
22 de dezembro de 2008. Tentei gravar na postagem original, mas não sei se consegui, por isso vim aqui. Sei que venho tardiamente a esta postagem, mas é que criei, há pouco tempo, um blog para eu falar de minhas atividades musicais e o assunto “ecletismo” acaba esbarrando um pouco, ainda que de uma maneira distorcida, na essência conceitual do meu blog, que se chama “Do Rock ao Choro”. Então andei dando uma pesquisada na internet sobre ecletismo e encontrei seu blog. Bom, eu sou músico profissional e venho de uma família de músicos, principalmente violonistas, e as influências de nossa família se voltam para MPB de um modo geral: Bossa-nova, samba, choro, compositores em violão erudito e popular (João Pernambuco, Paulinho Nogueira, Dilermando Reis), etc. Mas ao mesmo tempo, minha adolescência é da geração dos anos 90, e eu convivi com amigos e alguns primos que gostavam de Rock nacional e internacional, que nesta época estavam fervendo com a MTV. Nesta época também, eu já tocava violão (comecei aos 13 anos) e cresci tocando no violão esses dois universos musicais tão distintos: tocava Choro e Clássicos do violão com a família e tocava Rock na roda com os amigos, na rua. Conclusão: Hoje, por mais estranho que possa parecer, eu amo e me emociono tanto com um Choro de Jacob do Bandolim, Waldir Azevedo ou Ernesto Nazareth, quanto com um Rock nacional de Paralamas do Sucesso ou internacional de Dream Theater. Agora, o mais importante é deixar claro que eu não me considero uma pessoa eclética, porque os ecléticos são como vocês disseram, são pessoas não-seletivas, que ouvem música de maneira superficial e não sabem apreciar o verdadeiro sentido das músicas como um todo. Eu, ao contrário, sou totalmente seletivo, e como músico que sou, só aprecio música que considero boa, rica em harmonia e melodia, bem executada, ou seja, música que se possa apreciar tecnicamente, instrumentalmente, liricamente e historicamente. É claro que não sou o dono da verdade e meu gosto musical não é o melhor do mundo, mas eu apenas seleciono aquelas músicas que me emocionam. Sendo assim, meu blog não trata de ecletismo, mas sim de seletismo não preconceituoso em relação a gênero musical. Gostei muito desta postagem de vocês e também concordo que o mais certo é a pessoa dizer que aceita todo tipo de música, ou que ouve música só pra dançar, ou que ouve música só pra quebrar a monotonia de um silêncio, ou… sei lá, mas não sei se ser eclético é ter cultura musical. O que acham?
Ah, quando puderem, visitem meu blog:
http://dorockaochoro.blogspot.com
Abraços!