Empreendimento social – nova proposta para a diminuição da pobreza
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Suponhamos que um empresário, em vez de contar com uma única fonte de motivação (tal como a maximização dos lucros), possua agora duas fontes de motivação: maximizar os lucros e beneficiar o povo e o mundo.
Cada tipo de motivação gera um tipo diferente de negócio. Chamemos o primeiro tipo de empreendimento para a maximização do lucro, e o segundo tipo de empreendimento social.
O empreendimento social será um novo tipo de negócio introduzido na esfera do mercado com o objetivo de fazer uma diferença para o mundo. Os investidores em um empreendimento social poderão recuperar o dinheiro investido, mas não receberão nenhum dividendo da companhia.
Os lucros serão injetados de volta na companhia para expandir o seu alcance e melhorar a qualidade dos seus produtos e serviços. Um empreendimento social será uma companhia sem perdas e sem dividendos.
Tão logo a empresa social seja reconhecida pela lei, várias companhias existentes tomarão a iniciativa de criar um empreendimento social além das suas atividades tradicionais.
Ao contrário do setor sem fins lucrativos, no qual é necessário coletar doações para manter as atividades em andamento, um empreendimento social será auto-sustentável e criará lucro para a expansão, já que se trata de uma empresa sem perdas.
Jovens em todo o mundo, especialmente nos países ricos, acharão o conceito de empreendimento social muito atraente já que ele lhes proporcionará um desafio no sentido de fazer uma diferença ao usarem o talento criativo.
Quase todos os problemas sociais e econômicos do mundo poderiam ser resolvidos por meio dos empreendimentos sociais. A paz está intrinsecamente vinculada à pobreza, e a pobreza é uma ameaça à paz. E não podemos lidar com o problema da pobreza no âmbito da ortodoxia do capitalismo pregado e praticado nos dias de hoje.
O desafio consiste em inovar os modelos empresariais e aplicá-los para a produção dos resultados sociais desejados, de forma eficiente e efetiva sob o ponto de vista dos custos. Podemos criar uma alternativa poderosa: um setor privado guiado pela consciência social, criado por empreendedores sociais.
Artigo de Muhammad Yunus , ganhador do prêmio Nobel de Paz, sobre uma nova proposta para o problema da pobreza. Leia o artigo na íntegra aqui.
Leia também: Pioneiro do microcrédito ganha Prêmio Nobel da Paz



Concordo tenho a mesma opinião e trabalhei durante dez anos em um projeto de empresa social e está pronto e já estou trabalhando na implantação. Projeto de empresa social que mudará a história da humanidade. Comercio arrojado de economia de reação rapida que transformará cidades em canteiro de obras. O povo no mundo da produção.
Conheça 5% da idéia.
AGORA TEMOS A CURA!
O NOVO
MATRIX, R – D = 0.
A cura para o planeta. O programa CAPCOOPER (capitalismo de fluência de cooperação). Trata-se da junção do capitalismo com o cooperativismo e o principio democrático de direito em perfeita harmonia. Esta junção cria um modelo comercial de excelência social que valoriza o ser humano acima de tudo e erradicará o desemprego, fome e a miséria do planeta. O programa CAPCOOPER, está dividido em duas áreas: área capitalista e área de cooperação com a seguinte organização: a área capitalista compreende a extração, fabricação e distribuição essas são as áreas que permitem a presença da figura do dono. A área de cooperação é o mercado de varejo que é o espaço do povo, onde a figura do dono deve ser evitada, ficando administrada pela figura do gerente social que é ligado a área capitalista e o lucro é destinado para construção de casa própria, educação, cultura e etc… Ao criarmos uma área de cooperação no sistema comercial estamos incluindo o cidadão nas riquezas produzidas pelo país. O funcionamento: a ligação da área de cooperação com a área capitalista é a distribuidora que compra os produtos da fabrica e a fabrica por sua vez aciona a compra de insumos para extração da matéria prima. A distribuidora acrescenta os impostos e o lucro primário ou lucro de atacado e determina o lucro secundário ou social que já vai com valor predeterminado para área de cooperação. O gerente social recebe os produtos e realiza a venda de varejo. As filiais varejistas ou área de cooperação administradas pelo gerente social tem por finalidade: aquecer as vendas de atacado da empresa, incluir o cidadão no sistema produtivo e a geração de auto ajuda canalizada pela necessidade humana com a inclusão do lucro social de fluência. É importante saber que o novo sistema poderá transformar o país em uma grande cooperativa pois as empresas poderão prestar serviço para cidades, estados e até países guiando-os para uma nova era de bem estar social e prosperidade pois na área de cooperação da empresa pode estar vinculados milhões de pessoas.
Quando passarmos a usar o novo modelo de mercado que acrescenta o lucro social direto no produto, acorre uma explosão social pois as pessoas passam a se ajudarem de forma natural, quando alguém compra um biscoito ou uma camisa ou um carro ele acaba de suprir a sua necessidade e junto realizou uma ajuda de forma natural. O lucro social direto no produto valoriza as ações do estado pois ao criar novos postos de trabalho através de concurso público os novos contratados ao receberem o primeiro salário já estarão contribuindo para a mudança de suas comunidades e valoriza a educação e o individualismo humano pois quanto mais o cidadão estuda e cresce socialmente e atinge cargos e salários mais autos mais valor social e agregado a sua pessoa e se usado como política pública tem o poder de filtrar os impostos pois o cidadão ao comprar a sua casa ao efetuar o pagamento das parcelas estará embutido o imposto do estado. O ideal é que a idéia se torne instrumentação pública e passe por regulamentação do estado. O novo sistema prova de maneira clara e simples que o que faz mau para humanidade não é o capital e sim a maneira como se administra o capital.
Quando falo na inclusão comercial do cidadão no sistema produtivo me refiro ao lucro participativo pois o cidadão ao comprar sua casa pela empresa cada família que ele convidar pra comprar no novo comercio ele ganha 50% para amortização de sua casa e o lucro do consumo pessoal também é abatido e sua rede de lucro é temporária após ocorrer a quitação do patrimônio comprado, a rede de lucro pessoal do cidadão é dissolvida e a empresa canaliza para outro cidadão. Nesse modelo fica equacionado também a ma distribuição de renda pois patrimônios com valores iguais terão parcelas adequada a realidade financeira do cidadão e embora as pessoas tenham rendas diferentes poderão comprar patrimônios com valores iguais. O novo modelo de mercado visa esclarecer a população que eles tem um produto e que esse produto interessa pra empresa que é o consumo humano e que ao negociar esse produto com a empresa em breve sua vida e a realidade de sua comunidade irá mudar. O novo modelo trata-se de uma empresa social que o ganho dessa empresa está em mudar a vida de seu cliente preparando o para consumir e tornar o consumo pessoal das pessoas agradável pois ao consumir você estará fazendo uma ação social e estará construindo sua casa e mudando a realidade de sua cidade, oferecendo uma nova matriz racional: R – D = 0 (a renda do cliente, menos sua despesa deve ser igual a zero), ou seja nesse modelo de mercado o cidadão não precisa poupar dinheiro para ter uma casa, isso vem da área de cooperação da empresa a ordem é gaste tudo que você ganha, pois quanto mais você consome mais rápido sua casa fica pronta, nesse modelo de mercado é criado o subproduto que é conseqüência de produto. Nesse modelo de mercado todos os tipos de patrimônio seja ele casa, carro, apartamentos ou um simples televisor são considerados subproduto sendo conseqüência do volume de vendas de alimentação, roupas, calçados, remédios e tudo que for consumo. Ao criarmos o subproduto, o consumo se torna agradável logo ocorre uma explosão de consumo gerando emprego em todos os pólos de produção. O novo prova que não existe pessoas carentes o que existe são brilhantes que precisam ser lapidados com renda para que possam consumir e gerar riqueza para nação, o novo prova que o ser humano é o alvo e ao utilizarmos o novo modelo quem vai definir o grande empresário do futuro é o dona da empresa que mais atinge o social ou seja o bem estar das famílias é o objetivo a ser buscado o dinheiro perde o foco embora dessa maneira a empresa fature muito mais. Enquanto empresas mineradoras estão atrás de tesouros no fundo da terra os diamantes estão encima dela, as pessoas o consumo humano gera bilhões diariamente e esse consumo é inesgotável quem come hoje quer comer amanhã. Se alguém lê oferecer toda a terra em ouro para depois lê matar você quer? A resposta é claro que não, ou seja não existe ouro ou jóia que pague um ser humano. O que estão lendo é apenas 5% do projeto ele contém um manual de instalação e junto o novo modelo de banco privado que mudará o sistema bancário nacional e depois mundial. se houver empresas interessadas no novo modelo ou pessoas contato: pdpnill@hotmail.com
Fone: 093 3518 -1528. projeto AFTRA (ação força e trabalho). Procuro apoio de todos que lutam e sonham com um mundo melhor.
Autor: Pedro Dias Pinto.
Obrigado pela atenção.
Se tivesse uma empresa dessa eu já estava fazendo parte é extremamente inovador.
O que estão esperando pra emplantar esse projeto eu li o projeto e consegui vislumbrar uma mudança muito profunda para a humanidade. É um projeto que vai mudar o mundo!